Tudo é um remix


Kirby Ferguson é um diretor e roteirista americano autor da série de 4 webvídeos que tratam sobre a desmistificação do pensamento de que grandes coisas acontecem de lugar nenhum.

O documentário Everything is a Remix conta que todas as coisas que admiramos hoje são cópias de outras coisas que deixamos de admirar. E que a criatividade nada mais é do que copiar ideias e rearranjá-las de outras formas. Aborda também a questão de patentes e seus problemas.

Intervenções viárias e indenizações


A paisagem de Belo Horizonte mudou bastante nos últimos três anos. Com ela, um crescente processo de desapropriações e indenizações pagas a quem morava ou tinha estabelecimento comercial no caminho das obras públicas. De 2007 a 2009, foram cerca de 2.000 indenizações relativas a desapropriações e remoções na cidade, que consumiram R$ 221 milhões do orçamento municipal, de acordo com a Secretaria Municipal de Políticas Urbanas.

Uma delas foi a duplicação da avenida Antônio Carlos, na região Noroeste da capital, onde a Prefeitura de Belo Horizonte e o governo de Minas Gerais investiram R$ 190 milhões em desapropriações e remoções, com recursos das duas esferas públicas.

As obras na Antônio Carlos provocaram também a valorização nas áreas do entorno. O diretor secretário do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Minas Gerais (Creci/MG), Vinícius Araújo, informou que os imóveis às margens da avenida valorizaram de 30% a 40 % depois da obra de duplicação. "Era um comércio fraco, onde o metro quadrado custava R$ 1.000. Agora, passou para R$ 1.400 e a tendência é aumentar ainda mais", avaliou Araújo, há 22 anos no mercado.

Cânions

Grand Canyon - EUA. Clique sobre a imagem para melhor visualização.

Cânions são vales profundos com encostas quase verticais, que podem se estender por centenas de quilômetros e atingir até 5 mil metros de profundidade. À primeira vista, quem observa esses gigantescos entalhes na superfície do planeta poderia imaginar que eles foram criados de uma hora para outra por algum fenômeno catastrófico, como um terremoto capaz de abrir a terra e gerar um precipício. Nada disso: em geral, os cânions têm uns aprofundamentos lentos, que pode durar milhões de anos. Os autores principais dessas obras de arte não são só rios.

Dependendo da declividade do terreno, da quantidade de água e das fraturas do relevo, um curso de água tem a capacidade de entalhar as rochas do leito por onde corre, dando origem aos paredões. Entretanto, um rio não constrói um cânion sozinho. Nesse processo, também desempenham um papel importante os chamados soerguimentos, processos de choque e deslocamento de placas no interior da crosta terrestre que elevam gradualmente o relevo da região. Conforme o terreno sobe, os rios que correm na superfície começam a ganhar velocidade e a aprofundar seus leitos, aumentando a altura dos paredões. 

Para os cientistas, os cânions possibilitam entender a origem das rochas e do relevo de uma região. Numa imagem aproximada, se a gente comparar a Terra com uma cebola, um cânion é como um corte de faca que revela algumas camadas da casca do vegetal rochoso em que vivemos. Mas os cânions de hoje não são retratos exatos do passado. Além de contínua erosão fluvial, a ação do calor, do vento, do gelo e da própria gravidade terrestre, que causa desmoronamentos, modificou o aspecto dessas feições ao longo do tempo.

Fonte: Revista Superinteressante. Adaptado.

Por que os humanos são animais especiais?

Por que nossos cérebros são melhores do que os de nossos irmãos gorilas ou chipanzés? Genética privilegiada? Não. Onde está a resposta? Na sua cozinha!

O sábio e o tolo

"Quando um dedo aponta uma estrela, o sábio olha para ela e o tolo olha para o dedo!"

Ditado popular chinês.



Fonte: Portal Exame. Disponível em: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/185/noticias/o-sabio-e-o-tolo. Acesso em 02 Dez 2013. Adaptado.

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