Melhorando as finanças

"Aquilo que não se pode medir, não se pode melhorar."

William Thomson, físico irlandês.

No livro “Como passar de devedor para investidor - um guia de finanças pessoais”, os autores Samy Dana e Fabio Sousa afirmam que o controle financeiro não deve ser visto como uma camisa de força. Eles sugerem que até os pequenos gastos sejam anotados, não para condená-los, mas sim para que fique claro qual é o destino exato do seu dinheiro. Uma vez feito isso, não seria preciso reduzir todos os gastos, mas apenas passar a administrá-los da melhor forma.

Fonte: Portal Revista Exame. Disponível em: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/10-dicas-para-mudar-sua-atitude-para-enriquecer. Acesso em 10 Jul 2013.

Reforma política via consulta popular

Reforma Politica via Plebiscito ou Referendo - pergunta possível:
"Qual tipo de financiamento de campanha você apoia?"
A - Público
B - Privado

Atualmente, estamos em um tipo B. Uma empresa privada pode doar dinheiro para a campanha de um político. Logicamente, assim, ele vai estar em "divida" com aquela empresa, caso seja eleito. Portanto, se sou um político, e se sou financiado por uma empresa de ônibus, por que lutaria pela expansão do metrô?

O tipo A é a proibição de qualquer doação de empresas para um candidato. Ele usaria dinheiro público em sua campanha. O governo teria que retirar dinheiro de algum lugar (saúde, educação, segurança pública, etc) para destiná-lo para a campanha dos candidatos. Ou cobrar mais impostos!

Parece-me que estamos entre a cruz e a espada.

Alan Martins. Geógrafo.

Política brasileira e protestos populares


Na vala (e como sair dela, um norte)...


Para começar a mudar o Brasil podemos iniciar votando em pessoas que se utilizam dos serviços públicos.

Votar no Anastasia (vai de helicóptero ao trabalho, na Cidade Administrativa) não mudará o transporte público, porque ele não sabe como é ir ao trabalho na linha 1000, 1380, 1950 ou 2730. Aliás eu duvido muito que ele saiba a que bairros essas linhas atendem.

Votar no Lacerda (anda de jatinho) também não resolve a situação de quem dá sinal, na curva do Ponteio, para o 3050 na volta do trabalho e fica com cara de pastel por que o motorista não parou no ponto já que não cabia mais ninguém lá dentro.

Que tal fazer diferente? Na hora do voto perguntar: o senhor usa transporte público para ir trabalhar? (Não!). Usa a UPA? (Não!). Seu filho estuda em escola estadual ou municipal? (Não!). Você usa o Restaurante Popular no cotidiano (Em época de eleição é safadeza! Furando fila então vai à merda!) Então porque eu deveria votar em você?...


Opções necessárias de mobilidade urbana


Os maiores problemas das cidades brasileiras em cada modal:
1 - Ônibus: frequentemente lotados, tarifa cara, falta de integração com outros modais e mesmo dentro do seu próprio sistema, necessidade de construção de corredores exclusivos de ônibus.
2 - Metrô: pequenos trechos em operação, poucos trens em funcionamento, tendência à superlotação pela paralisia no trânsito por causa dos automóveis, necessidade de estadualização do sistema.
3 - Automóveis: incentivos fiscais demasiados para sua compra, trânsito e poluição a cada dia maior, necessidade de implantação de pedágio urbano no hipercentro, necessidade de integração com outros modais de transporte (construção de estacionamentos em estações de ônibus e metrôs para que o usuário usasse menos o automóvel até o centro das cidades).
4 - Bicicletas: necessidade de expansão das ciclovias, de integração com outros sistemas de transportes, de mudança na cultura das empresas (por que não construir vestiários para os funcionários que fossem trabalhar tenham onde se banhar?), de construir bicicletários em estações de metrô e de ônibus (para você deixar sua bicicleta na estação e ir de transporte público ao centro).
5 - A pé: calçadas sem padronização, degraus e buracos oferecem riscos aos pedestres. A cidade deve ser pensada para aqueles que transitam a pé, o meio de locomoção com menor impacto para as cidades (algumas cidades no mundo oferecem incentivo para aqueles que andam a pé, como a possibilidade de se conseguir créditos gratuitos para o transporte público).

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