Precariedade do sistema de comunicação no Brasil

Conhecida pelo seu plano Infinity, em que é cobrado R$0,25 por ligações entre seus clientes por tempo ilimitado, a operadora peca na quantidade de vezes em que as ligações caem e/ou na estabilidade do sinal. Já foi acusada de derrubar ligações de propósito, para que seus clientes ligassem mais e pagassem mais. O fato é que serve de exemplo da precariedade do sistema de comunicação no Brasil. Um sistema privatizado, uma  concessão pública que deveria ser melhor fiscalizada para atender às necessidades da população brasileira.


Ilha de Páscoa e Stonehenge


Quem manda na economia?


Saúde ou Futebol?

Questões de prioridades do governo. Duas obras: a primeira, mais cara; a segunda, mais urgente. Adivinha qual ficou pronta primeiro em Belo Horizonte? O regime de obras foi praticamente o mesmo, utilizando-se de PPPs (Parcerias Público-Privadas). O valor da primeira é 3 (três) vezes maior, e ainda sim ficou pronta mais rápido.


Mineirão
-Início das obras: 25/01/2010.
-Obras prontas: 21/12/2012
-Tempo de obras: 2 anos, 10 meses, 26 dias.
-Custo: R$ 666 milhões.

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Hospital do Barreiro
-Início das obras: 24/06/2010.
-Obras prontas: Ainda não!
-Tempo de obras: Mais de 3 anos (em virtude do estágio atual).
-Custo: R$ 160 milhões (estimativa inicial, provavelmente será maior devido à demora da obra).

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Escolas de hoje matam a criatividade

Minipalestra com Ken Robinson, que defende que a escola de hoje ensina a formar bons trabalhadores e não pensadores criativos.

Ele destaca que as disciplinas escolares estão hierarquizadas da seguinte forma:
-Em 1º lugar: línguas e ciências exatas.
-Em 2º lugar: as ciências humanas.
-Em 3º lugar: as artes.

Custo Brasil



[...]

[...] De 2008 para cá, só em São Paulo, os imóveis subiram 163%. R$ 1 milhão é o novo R$ 380 mil no Banco Imobiliário da vida real. O metro quadrado na capital paulista e no Rio já está entre os mais altos do mundo. Nos bairros ricos, então, [...]: um apartamento de 100 m² no Leblon custa a mesma coisa que um em Paris – R$ 2 milhões. E já começam a aparecer nos classificados coberturas de R$ 20, R$ 30 milhões.

Aqui embaixo, as leis não são diferentes. O Big Mac brasileiro é o quinto mais caro do mundo. Enquanto os moradores de Tóquio pagam R$ 7 por ele, nós gastamos R$ 11,25 – e olha que o Japão não é exatamente um país conhecido pelo baixo custo de vida. Em Paris, que também não está na lista das cidades mais baratas da Terra, você paga R$ 25 por uma coxa de pato. Isso no Chartier, um restaurante badalado do bairro mais fofo da cidade, Montmartre. Na nem tão fofa assim São Paulo, o mesmo pedaço de pato pode custar até R$ 70 – e não consta que o dono do restaurante pague ao pato para que ele venha voando de Montmartre até a Vila Madalena.

Com o frango é diferente: ele vai voando, sim. Boiando, na verdade – congelado dentro de um cargueiro, mas vai. Daqui até a Europa. O Brasil tem de frango quase o que a China tem de gente (1,26 bilhão, segundo o IBGE). É o maior exportador do mundo. Parte desse efetivo galináceo vai para a Alemanha após a morte. E alguns desses penados possivelmente acabam no Görlitzer Park, onde os berlinenses fazem fila para comprar pratinhos de halbHähnchen (meio frango). Custa R$ 9,50 lá, com batata frita. No Brasil é quase R$ 20. Sem batata frita.

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