Telemarketing justo

Como deveria ser um atendimento por telemarketing? Hoje fui atendido por um telemarketing que me agradou. Não pela rapidez, mas pela transparência no atendimento. 

Liguei, ouvi a mensagem padrão dizendo para apertar determinado número para determinado serviço ou aguardar para conversar com um atendente. Meu desejo era falar com alguém, por isso comecei a esperar. O que me surpreendeu é que, durante a espera e em meio a mensagens de propaganda da empresa (muito chatas, a parte mala desse atendimento), uma outra mensagem repetia-se com frequência: meu lugar na fila de espera para ser atendido. 

No momento em que liguei, era o 8º da fila. À medida que o tempo passava a mensagem ia mudando. Era algo como: "Aguarde, você será o 7º a ser atendido." "Aguarde, você será o 6º a ser atendido." Até que cheguei a ser o primeiro da fila: "Você será o 1º a ser atendido. Aguarde, o atendimento será feito assim que algum de nossos atendentes estiver livre."

Acredito que esse recurso não demande alta tecnologia, nem grande aumento de custos para a empresa. Uma ideia simples, que acaba com o eterno "Aguarde, 'logo' você será atendido"  de alguns atendimentos telefônicos, que deixam os clientes em banho-maria por muito tempo.

Os clientes passam a ter uma ideia do tamanho da espera, igual ao atendimento presencial  em qualquer fila de supermercado ou banco. Por que todos os telemarketings não podem ser assim?

Remédios genéricos


Genéricos são cópias de drogas cujas patentes já expiraram. Eles passam por testes em humanos para garantir que substituem com eficácia o remédio de marca prescrito pelo médico. 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) garante que os medicamentos genéricos são tão bons quanto os de marca. A lei brasileira prevê que eles devem ser ao menos 35% mais baratos do que os de referência. O genérico é identificado no Brasil por uma tarja amarela e a letra G maiúscula impressas na embalagem, como acima. O programa brasileiro de medicamentos genéricos nasceu em 1999. Nos EUA, na década de 1960.

No Brasil, só 25% dos medicamentos vendidos são genéricos, apesar do preço mais barato. Existe um certo preconceito sobre a eficiência dos mesmos, quando comparados aos de marcas.  Porém, os remédios genéricos tem eficácia igual à do remédio de referência. 

O perigo está nos chamados remédios similares (sem a tarja amarela G), que não passam por estudos que os comparam com os de marca tradicional. Por isso cuidado com os similares.

Fonte: Revista Galileu. Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI331571-18537,00-REACAO+GENERICA.html. Acesso em: 08 Abr 2013. Adaptado.

Uso dos recursos naturais


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