As decisões

"A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros."

DRÁUZIO VARELA, médico brasileiro.


Importância da estratégia

"Ou você tem uma estratégia própria, ou então é parte da estratégia de alguém."

ALVIN TOFFLER, escritor norte-americano.


Disseminação de tecnologia

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Praça S. Pedro - Vaticano, escolha do Papa em 2005 e 2013.

A inteligência é múltipla

[...] o que me incomodava [...] é que boa parte dos grandes empreendedores não foram excelentes alunos e vários famosos até desistiram da faculdade como Bill Gates, Steve Jobs e Richard Branson.

Só encontrei a resposta para este incômodo quando conheci os trabalhos de Howard Gardner, autor da teoria das Inteligências Múltiplas. Gardner explica que a inteligência do ser humano não pode ser mensurada apenas pelo raciocínio lógico-matemático cobrado nos vestibulares e nas faculdades. Neste tipo de inteligência, o sujeito estuda para saber qual botão apertar. Se aperta o botão certo, tira nota 10 é considerado inteligente.

Não raro, o aluno “inteligente” decora qual botão apertar. Um dos alertas importantes destacados por Gardner é que “a maior parte dos testes (das escolas e faculdades) mede a inteligência lógica e de linguagem. Quem é bom nas duas é bom aluno.


Enquanto estiver na escola, pensará que é inteligente. Porém, se decidir dar um passeio pela cidade, rapidamente descobrirá que outras habilidades fazem falta, como a espacial e a intrapessoal – a capacidade que cada um tem de conhecer a si mesmo, fundamental hoje”. Mas muitos empreendedores que conheço não são apertadores de botão, já que em muitos casos, nem botão há ou em outros, eles criam seus próprios botões. Gardner defende que há outros tipos de inteligências como a musical, espacial, linguística, interpessoal, intrapessoal, corporal, naturalista e existencial.

E o que noto é que há empreendedores que não foram alunos “nota 10”, mas que têm uma elevada inteligência espacial para entender contextos, um elevado grau de confiança em função de sua inteligência intrapessoal ou são ótimos em lidar com pessoas, pois dominam a inteligência interpessoal, apenas para citar algumas das inteligências.

Acredito que os grandes empreendedores souberam alinhar suas inteligências mais destacadas com o que Howard Gardner chama de Cinco Mentes para o Futuro, que em sua opinião são essenciais para o desenvolvimento do ser humano:

1 - Mente disciplinada: exige o esforço para sermos bons em algo; 
2 - Mente sintetizadora: sabe o que realmente importa e como isto pode ser combinado;
3 - Mente criativa: cria soluções inovadoras eficazes a partir da disciplina e síntese; 
4 - Mente respeitosa: reconhece que o ser humano é único, com crenças e valores diferentes;
5 - Mente ética: faz a coisa certa mesmo quando não atende aos nossos interesses.

Fonte: Estadão PME. Disponível em: http://blogs.pme.estadao.com.br/blog-do-empreendedor/bill-gates-steve-jobs-e-richard-branson-grandes-empreendedores-nao-foram-excelentes-alunos/. Acesso em 08 mar 2013. Adaptado.

Políticos não tiveram aula de Geografia?

Energia cara no Brasil é burrice? 

O governo federal baixou a tarifa de energia elétrica do país através da redução de encargos. A Cemig, operadora estadual de Minas Gerais, vem em seguida com proposta de aumento que diminuirá muito o benefício dado.

A desculpa é a compra de energia de termoelétricas para suprir a falta da energia das hidroelétricas, devido ao problema da seca do ano passado.

Por que o governo não zera os impostos do equipamento abaixo, incentivando a colocação em todas as residências pelo país? Uma iniciativa que diminuiria sensivelmente a demanda por energia, já que o Brasil está na região tropical - a mais ensolarada do planeta.

Ou os políticos não tiveram aula de Geografia de qualidade, ou mantêm relações obscuras com donos de termoelétricas. 



Encontro com Khan

Khan Academy, organização sem fins lucrativos nos EUA, propõe uma nova maneira de ensino. 

Atualmente, os alunos aprendem essencialmente em aulas expositivas que tentam enquadrar todos os alunos em um mesmo ritmo de aprendizagem. As escolas dividem os alunos por idade, não importando se um ou outro está mais adiantado ou atrasado no conhecimento.

A proposta de Khan é organizar o conhecimento como um jogo de video-game, em que o conhecimento é dividido em fases. Os alunos vão estudando cada objetivo de aprendizagem, ficando alguns mais adiantados e outros mais atrasados, porém isso não sendo visto como um problema.

Um xeque no modelo tradicional adotado pela maioria das escolas. Veja sua palestra:

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