A sapatada no Bush!

A Guerra no Iraque foi um fracasso. Quem a idealizou merecia uma sapatada. O povo iraquiano bem que tentou, mas o presidente Bush foi mais rápido. Que pena que não acertuou no nariz!

Tarifa Zero no Transporte

Bélgica
A cidade de Hasselt, capital da província de Limburg, na Bélgica, faz parte de um pequeno, mas crescente, número de cidades ao redor do mundo que estão oferecendo tarifa zero no transporte público.

Desde 1º de julho de 1997, as linhas municipais de Hasselt são de uso gratuito para todos e, no caso de linhas centrais, até mesmo não-habitantes da cidade usufruem da tarifa zero.
A idéia do transporte público gratuito teve início em meados de 1996, a partir da Política Integrada de Transporte, desenvolvida pelo ministro de Transporte de Flandres (região flamenga, no Norte do país) Eddy Baldewijsn, que estabelecia o transporte público como prioridade. A cidade de Hasselt foi uma das primeiras a subscrever o plano. O prefeito Steve Stevaert propôs conceder primazia ao transporte público sob o lema “a cidade garante o direito à mobilidade para todos”.


Aspectos do sistema de transporte

As linhas locais são chamadas de Linhas H e funcionam das seis da manhã até sete da noite. Há um intervalo máximo de 30 minutos de espera entre um ônibus e outro. Em algumas linhas são adicionados ônibus extras nos horários de pico – das sete às nove da manhã e das quatro às seis da tarde. As linhas circulares da região do boulevard têm intervalos de cinco minutos e as circulares do centro, intervalos de dez minutos. Quase todos os ônibus locais são adaptados para cadeirantes.

O serviço regional de transporte (Linhas Vermelhas) é gratuito para moradores de Hasselt, desde que mostrem seus cartões de identidade para o motorista do ônibus. Quem não mora em Hasselt paga a tarifa comum, exceto crianças com menos de 12 anos. As linhas regionais Azuis têm uma tarifa própria. Na combinação do uso de linhas regionais e locais, os passageiros pagam a tarifa comum pela viagem completa.

Controle tarifário e inspeção
Nas Linhas H, passageiros não precisam apresentar nenhum tipo de documento. Não há fraude possível, já que o serviço é gratuito. Ainda assim, as rotas são monitoradas para propósitos de controle de qualidade.

Resultados da tarifa zero
Após a introdução da política de tarifa zero, o uso do transporte público aumentou imediatamente e se manteve alto, sendo, hoje, dez vezes maior se comparado ao período anterior.

Por garantir acesso à tarifa zero no transporte público, o cartão de identidade dos habitantes da cidade vale como ouro.


Fonte: www.tarifazero.org

Sobre a aprendizagem

Definição: adquirir conhecimentos e habilidades, modificar atitudes e comportamentos.

CHA: C (conhecimento), H (habilidade), A (atitude). Ou seja, aprender significa adquir conhecimentos para adquirir habilidades para modificar atitudes.

Se no processo de aprendizagem não houver mudança de atitudes, o conhecimento e a habilidade adquirida não servirá para nada.

O agente principal neste processo é o educando, sendo ele responsável pelo seu aprendizado. O professor é um facilitador do processo, não transmitindo conhecimento para os alunos, mas trocando experiências com eles e direcionando-os.

Do que a Aprendizagem precisa?
Para acontecer ela precisa ser significativa (relacionada com os conhecimentos prévios dos alunos), ela precisa ter objetivos reais (o professor precisa explicar o porquê, o sentido daquele conhecimento estar sendo trabalhado com o aluno), ela precisa ser embasada em um bom relacionamento com os alunos, ela precisa ser contínua (fazer parte de um processo em que o aluno vá adquirindo conhecimentos e habilidades aos poucos). A aprendizagem é pessoal, ou seja, em um mesmo curso os variados alunos vão levar consigo aprendizados diferenciados.

Corrente do Aprendizado
A aprendizagem precisa desenvolver nos alunos um desenvolvimento mental (ligado à teoria, com captação de informações, organização de dados, relacionamento de conceitos), um desenvolvimento emocional (o aluno precisa desenvolver habilidades de controle de suas emoções), um desenvolvimento psicomotor (privilegiando exercícios, atividades, para que ele se depare com dificuldades e obstáculos que necessite superar) e um desenvolvimento social (a aprendizagem não se dá só, ela necessita buscar a interação do indivíduo com a sociedade).
Um destes elos mal consolidados "arrebenta" a corrente.

Leis de Fixação da Aprendizagem
Lei da Atividade: requisita participação do aluno (prática).
Lei do Interesse: só se aprende fazendo quando existe interesse.

Fonte: AMARANTES, Igor. Educação e Trânsito. 3ª edição. CENTEC, 2005. Belo Horizonte.

Exemplo de Resumo

A Origem das Cidades
SPÓSITO, Maria Encarnação. Capitalismo e Urbanização. 3ª edição. São Paulo: Editora Contexto, 1991. p.11-18.

As cidades nem sempre tiveram o tamanho e a importância que têm hoje. Os primeiros aglomerados humanos não podem ser chamados de urbanos.

A cidade de hoje é resultado cumulativo de todas as outras cidades de antes, transformadas, destruídas, reconstruídas e produzidas pelas transformações sociais ocorridas através dos tempos.


No período Paleolítico, os humanos eram nômades, e a primeira manifestação de fixação a um lugar foi dedicada aos mortos (onde eram enterrados). A segunda manifestação se dá na relação do homem com as cavernas, que não eram moradia fixa, mas representava abrigo e proteção.

No período Mesolítico aconteceu as primeiras condições necessárias para o surgimento das cidades, através do melhor suprimento de alimentos (domesticação de animais e domínio da agricultura). Já no período Neolítico acontece a vida estável em aldeias. É importante ressaltar que não é o tamanho do aglomerado ou o número de casas que permite distinguir a cidade da aldeia. A aldeia pode ser definida com um pequeno aglomerado de agricultores, não havendo divisão de trabalho. Desenvolviam apenas atividades primárias que exigem territórios extensivos.

As condições para o surgimento das cidades são a fixação do homem à terra (desenvolvimento da agricultura e da pecuária) e uma organização social mais complexa (divisão social do trabalho). A produção de excedente alimentar é pré-condição necessária para haver uma divisão social do trabalho, uma vez que alguns homens puderam livrar-se das atividades primárias para dedicar-se a outras atividades (o comérico por exemplo). Outra condição necessária é o aparecimento de uma sociedade de classes.

O caçador que havia perdido importância com a fixação dos grupos humanos voltou a ter importância quando passou a desempenhar a função de protetor das aldeias contra animais ferozes. A segurança fez dos aldeões homens passivos e a evolução do caçador foi tornar-se chefe político, depois rei. Esta relação de dominação entre aldeões e chefe político criou condições para uma relação de exploração. Os tributos ou impostos se originaram no respeito ao “caçador” traduzidos em oferendas ao rei.

A cidade se constituiu quando ocorreu a existência deste chefe político e de uma sociedade de classes, concentrados num mesmo território. Sua origem não está em torno de um mercado (de uma esfera econômica), mas em torno do rei (do social e político).

A cidade concentra gente num espaço, e parte dela era constituída por soldados (em maior número e mais profissionais). Isso possibilitou a ampliação do poder da classe dominante, expandindo seu poder territorialmente até encontrar um poder armado equivalente (o poder de outra cidade).

Exemplo de Resenha

O bruxo fez o feitiço: a escritora ficou milionária!

ROWLING, J. K. Harry Potter e as Relíquias da Morte. Editora Rocco. Rio de Janeiro. 2007.

Uma escritora britânica entre os intelectuais mais ricos do mundo. Rowling não era conhecida até a primeira história da saga dos Potter ser publicada na Inglaterra em 1997. Em pouco tempo virou febre mundial. Em dez anos colocou a escritora no lugar mais alto do “pódio” dos que mais faturam atualmente com publicações escritas, além de outras mídias.



“O menino que sobreviveu” contra “Aquele que não deve ser nomeado”, uma história dividida em sete partes que explicam o sucesso da escritora: ela não entregava o jogo. O segredo da autora foi conseguir manter o suspense e a indefinição por sete livros sobre o quê aconteceria com Harry Potter, seus amigos e com Lord Voldemort e seus seguidores.

A história faz uma analogia interessante sobre busca por poder, necessidade de superação de diferenças para conseguir objetivos comuns, o preconceito entre pessoas de classes ou raças diferentes e importância de valores como amizade, amor e superação de limites próprios. “Harry Potter e as Relíquias da Morte” conseguiu amarrar bem toda a história contada, apesar de uma impressão de correria no final do livro.

Quem lê o livro tem a sensação de que a saga não vai conseguir ser fechada até o final, pois ao chegar à metade a história ainda se encontra indefinida. Usando de sorte (ou destino) do protagonista, a autora consegue dar uma explicação improvável para o desfecho: Harry estava sendo preparado para a morte.

Ao atacar Harry Potter ainda criança, Voldemort transferiu não somente alguns de seus poderes como salientam os livros anteriores, mas também uma parte da alma do antagonista, fragilizada pelo feitiço de separação de sua alma – Horcruxes – que se pensava deixar o personagem perto da imortalidade.

Inimigos se revelam amigos, seguindo a tendência do livro em esconder o verdadeiro e salientar pistas falsas sobre personagens, como o professor Snape. Dumbledore se revela imperfeito, diferente dos outros livros. Forma-se uma aliança entre membros de “espécies” diferentes – bruxos de sangue-puro e mestiços, duendes, elfos domésticos, gigantes e centauros – para a batalha final, na qual Harry tem de enfrentar desafios de elevada complexidade, como desvendar enigmas ao mesmo tempo em que descobre que o confronto final com Voldemort era inevitável: Um não poderia viver sem que o outro sobrevivesse, e no fim um teria de matar o outro.

E como protagonistas heróis nunca matam, o final é inovador frente às histórias em que os antagonistas são mortos por acidentes, vide exemplo da série adaptada do super-homem, Smallville, ou mesmo das adaptações cinematográficas do Homem-Aranha.

As adaptações para o cinema só deixaram o clima de suspense para o último livro ainda maior, colocando os livros em maior evidência, trazendo a curiosidade sobre o desfecho da história, que no cinema ainda não tem data para ser mostrada. Faltam ainda duas histórias para ser contadas na telona, com possibilidade da última ser dividida em dois filmes, segundo se fala para não haver um resumo muito grande da história do livro, mas para quem tem senso crítico, um estratagema para maiores lucros para a produtora dos filmes e de tabela para Howling, já testado na trilogia Matrix com sucesso.

Assim como Neo rendeu milhões em sua batalha contra o Agente Smith e a Matrix, o cinema é para onde Harry Potter aponta sua varinha neste momento, mesmo após milhões de pessoas já saberem o desfecho de sua história, mas que fará o feitiço de transformação de um desfecho já conhecido em uma renda extra para a autora da saga.

Ir ou não ir ao cinema conferir? Todos enfeitiçados?

Diferença entre Resumo e Resenha


Na escola é frequente o uso de textos para que os alunos tomem conhecimento sobre determinado assunto. E uma das ferramentas mais utilizadas para avaliação ou pontuação é a de passar como exercício a tarefa de resumir tais textos.

Então é importante definir o que é resumo: produção de texto pautado nos principais trechos de uma reportagem, de um artigo, enfim, de outro texto qualquer lido pelo autor do resumo. Serve para retirar as idéias principais do texto original, para melhor compreensão dos assuntos mais importantes tratados pelo autor do texto lido.

É importante diferenciar o resumo da resenha. A resenha na verdade se trata de um resumo crítico, ou seja, cuja produção pode conter opiniões do autor da resenha sobre o texto original resumido. Pode-se recorrer inclusive a citações de outros autores.

O Taylorismo, o Fordismo e o Toyotismo

-Taylor fundamentou os princípios de direção científica da empresa. Ele defendeu que a forma mais eficiente de organizar a produção seria a simplificação do trabalho complexo, reduzindo-o a tarefas simples e repetitivas.

-O fordismo tem como uma de suas características principais a linha de montagem. Nessa, os trabalhadores são enfileirados e executam uma tarefa dentro da cadeia produtiva. Foi a colocação em prática dos princípios defendidos por Taylor. Os bens são padronizados e produzidos em massa, estocando-se os bens para venda posterior.

-O modelo de produção flexível, também conhecido como toyotismo, tem como características: produção de bens na medida certa, acompanhamento dos estoques em tempo real, uso de tecnologia de ponta na produção, uso de matérias-primas de várias localidades pelo mundo.

-A seguinte sentença de Marx tem se concretizado nas últimas décadas: "O capitalismo tem como tendência o aprimoramento do maquinário e o excesso de mercadorias, produzindo desemprego estrutural".


Carros VS Motos!

Comédia sobre o conflito de usuários de automóveis e motoboys! Muito legal!

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