Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens

Serviceirização

Algumas empresas se deram conta de que podem cobrar por serviços secundários, e aumentar muito seus lucros. Por exemplo, as companhias aéreas, que além de vender passagens aéreas, tem como segunda maior receita a cobrança de multas pela remarcação de viagens dos passageiros. A terceira maior receita vem da cobrança de seguro da viagem.

Faculdades particulares vendem conhecimento, certo? Agora elas também cobram pelo estacionamento dos alunos. Shopping Centers também se valem desse recurso, criando receitas recorrentes em cima de seus produtos ou serviços oferecidos.

Ouça a reportagem.

Crise de crédito EUA

Em 2008, o mercado imobiliário dos EUA criou uma crise a partir de uma bolha, que arrastou o mundo para buracos, alguns mais fundos que outros.

Explica-se: com a diminuição da taxa de juros da economia norte-americana para 1% (decisão do governo), quem tinha muito dinheiro (banqueiros) parou de investir em títulos do governo (era como se fosse um empréstimo ao governo, que passaria a ser remunerado a meros 1% ao ano).

O sistema financeiro começou a procurar outras formas de ganhar mais dinheiro, e mais rapidamente. Decidiram pegar dinheiro emprestado com o governo (agora eles também pagariam 1% de juros ao ano ao governo) e investir o dinheiro em imóveis. Através de intermediários (corretores de imóveis e fundos imobiliários), os bancos privados encontravam clientes que queriam comprar casas através de empréstimos com pagamentos de juros...

Crianças preferem comprar a brincar

Documentário "Crianças: a alma do negócio".
-O papel da mídia na cabeça das crianças. 
-O consumo exagerado de alimentos industrializados por elas. 
-O consumismo sendo colocado nas cabeças das crianças. 
-O papel dos brinquedos: "Uma criança de antigamente brincava de boneca fazendo o papel de mãe do brinquedo. Hoje as bonecas são uma espécie de espelho, as crianças querem ser como a Barbie: bonitas, descoladas, maquiadas."

Pãozinho a R$0,50

Saudades do tempo que um pãozinho custava R$ 0,10. Pelo preço atual, se você comer dois pães por dia, um de manhã, outro à tarde, vai gastar R$ 30,00 por mês. Em uma família com 4 pessoas, com a mesma média, chega-se a R$ 120,00 por mês! 

E quem ganha salário mínimo?


Quem manda na economia?


Saúde ou Futebol?

Questões de prioridades do governo. Duas obras: a primeira, mais cara; a segunda, mais urgente. Adivinha qual ficou pronta primeiro em Belo Horizonte? O regime de obras foi praticamente o mesmo, utilizando-se de PPPs (Parcerias Público-Privadas). O valor da primeira é 3 (três) vezes maior, e ainda sim ficou pronta mais rápido.


Mineirão
-Início das obras: 25/01/2010.
-Obras prontas: 21/12/2012
-Tempo de obras: 2 anos, 10 meses, 26 dias.
-Custo: R$ 666 milhões.

Clique na imagem, para melhor visualização.

Hospital do Barreiro
-Início das obras: 24/06/2010.
-Obras prontas: Ainda não!
-Tempo de obras: Mais de 3 anos (em virtude do estágio atual).
-Custo: R$ 160 milhões (estimativa inicial, provavelmente será maior devido à demora da obra).

Clique na imagem, para melhor visualização.

Custo Brasil



[...]

[...] De 2008 para cá, só em São Paulo, os imóveis subiram 163%. R$ 1 milhão é o novo R$ 380 mil no Banco Imobiliário da vida real. O metro quadrado na capital paulista e no Rio já está entre os mais altos do mundo. Nos bairros ricos, então, [...]: um apartamento de 100 m² no Leblon custa a mesma coisa que um em Paris – R$ 2 milhões. E já começam a aparecer nos classificados coberturas de R$ 20, R$ 30 milhões.

Aqui embaixo, as leis não são diferentes. O Big Mac brasileiro é o quinto mais caro do mundo. Enquanto os moradores de Tóquio pagam R$ 7 por ele, nós gastamos R$ 11,25 – e olha que o Japão não é exatamente um país conhecido pelo baixo custo de vida. Em Paris, que também não está na lista das cidades mais baratas da Terra, você paga R$ 25 por uma coxa de pato. Isso no Chartier, um restaurante badalado do bairro mais fofo da cidade, Montmartre. Na nem tão fofa assim São Paulo, o mesmo pedaço de pato pode custar até R$ 70 – e não consta que o dono do restaurante pague ao pato para que ele venha voando de Montmartre até a Vila Madalena.

Com o frango é diferente: ele vai voando, sim. Boiando, na verdade – congelado dentro de um cargueiro, mas vai. Daqui até a Europa. O Brasil tem de frango quase o que a China tem de gente (1,26 bilhão, segundo o IBGE). É o maior exportador do mundo. Parte desse efetivo galináceo vai para a Alemanha após a morte. E alguns desses penados possivelmente acabam no Görlitzer Park, onde os berlinenses fazem fila para comprar pratinhos de halbHähnchen (meio frango). Custa R$ 9,50 lá, com batata frita. No Brasil é quase R$ 20. Sem batata frita.

Gasolina por 4 centavos o litro

Gasolina a R$0,04 o litro. Para encher o tanque de um carro comum você gastaria em torno de R$2,00. Onde? Veja o vídeo abaixo.

As empresas de Eike Batista



Início
[...]
Eike [...] foi tentar a sorte no garimpo. Pediu US$ 500 mil emprestados a dois amigos joalheiros para se estabelecer como comerciante de ouro no meio do mato. Comprava ouro na Amazônia e revendia no Sudeste. Em pouco tempo, os US$ 500 mil viraram US$ 6 milhões. É mais dinheiro do que parece. US$ 6 milhões do começo dos anos 80 equivalem a US$ 15 milhões de hoje. Trinta milhões de reais. [...].
Em vez de torrar esses milhões vivendo a melhor juventude que o dinheiro pudesse comprar, Eike fez o que parecia menos sensato: gastou tudo em máquinas que faziam extração mecânica de ouro. E os US$ 6 milhões viraram US$ 1 milhão. Por mês. Três milhões de reais em dinheiro de hoje. Por mês (repito aqui pra dar um tom dramático – merece).
Ele não parou nisso. Lógico. Comprou mais minas, mais máquinas, ficou sócio de empresas peso-pesado da mineração e, com 40 e poucos anos, chegou ao primeiro bilhão de dólares. [...]

Trocando Ouro por Minério de Ferro
[...] No começo dos anos 2000 resolveu trocar o ouro por minério de ferro. Perfeito: se ouro vale “mais do que dinheiro”, minério de ferro vale mais do que ouro. Por causa volume, lógico: todo o ouro minerado na história da humanidade dá mais ou menos 140 mil toneladas.  Isso é o que a Vale extrai de minério de ferro em seis horas.
Em 2005, então, ele fundou sua mineradora, a MMX. Um ano e meio depois ele vendeu uma fatia dela para outra mineradora, a Anglo-American. Pagaram US$ 5,5 bilhões. [...] Ou seja: o negócio com a Anglo-American foi mais do que suficiente para que Eike fosse dormir sabendo ser o homem mais rico do Brasil. [...].

Construindo uma Concorrente para a Petrobrás
[...] O mercado passou a enxergar Eike como uma mina de ouro. Ele deixava de ser só um nome na coleira da Luma de Oliveira para virar a grande esperança dos investidores. O cara sabia mesmo fazer dinheiro. E Eike aproveitou a maré: foi financiar seu projeto mais ambicioso, o de construir uma concorrente da Petrobras. Era a OGX, seu projeto de companhia de petróleo. Em 2008 Eike lançou ações dela na bolsa. Na prática, estava vendendo 40% da OGX antes de ela virar realidade. Levantou R$ 6 bilhões nessa  - era o maior IPO (venda inicial de ações) da história da Bovespa até então. 
Àquela altura Eike já tinha uma Vale e uma Petrobras para chamar de suas. Ainda que a MMX fosse bem menor que a Vale e a OGX ainda não tivesse saído do PowerPoint, já era algo que ninguém na história do país tinha conseguido. Mas isso era só um pedaço do que ele tinha em mente. Eike queria algo bem maior: montar um ecossitema de empresas, em que uma sustentasse a outra. 

Conglomerado de Empresas
Assim: uma mineradora sempre precisa pagar para que algum porto escoe a produção dela – de preferência para a China, o maior consumidor de minério do mundo. Então porque não ser dono da mineradora e do porto também? Então criou a LLX, uma empresa de logística dedicada à construção de portos. 
Mais: mineradoras e portos precisam de energia. E pagam caro por isso. Então valia a pena ser dono da companhia de energia também. Eike já tinha uma empresa de termelétricas desde 2001, a MPX. Agora, então, a MPX faria as usinas que alimentariam as minas da MMX, os portos da LLX e as instalações da OGX. 
A própria MPX seria também alimentada por outra empresa de Eike: a CCX, uma companhia de mineração de carvão dedicada a fornecer combustível para suas termelétricas.
Ah: a OGX precisava de um fornecedor de equipamentos de perfuração e de plataformas marítimas. Quem fabricaria tudo isso para Eike? Eike mesmo, ué. Então ele fundou a OSX, um estaleiro sob medida para alimentar as necessidades da OGX. E onde instalar a OSX? No porto da LLX. Porto que, de quebra, também pode estocar petróleo da OGX…
Para administrar todas as empresas, uma holding:  o grupo EBX (Eike Batista X).
No papel, a ideia é irresistíel: uma companhia ajudando a outra, num círculo virtuoso sem fim. O mercado gostou. E cada uma dessas empresas teve seu IPO bilionário, o que levaria Eike aos seus US$ 34 bilhões e à sétima posição na lista da Forbes em 2012.

O Problema e a Queda
Só tem um problema: os mesmos elementos que moldam um círculo virtuoso também podem trazer um círculo vicioso. Foi o que aconteceu. A OGX saiu do papel produzindo só 25% do que a própria empresa esperava.  Nisso, a OSX enfraqueceu também: a petroleira de Eike tem encomendas no valor de US$ 800 milhões com o estaleiro de Eike; se a OGX vende pouco petróleo, pode não ter como pagar a OSX. Sem essas duas funcionando a contento, a viabilidade da LLX fica em dúvida, já que o estaleiro e a petroleira são clientes do porto. Se a LLX não deslancha, complica para a MPX, que vende energia para ela. E aí quem pode ficar sem cliente é a CCX…
Nisso, o mercado passou a ver a interconexão das empresas X mais como vício do que como virtude. E o valor de mercado delas despencou,  levando junto uma fatia da fortuna de Eike, já que o grosso de seu patrimônio são as ações que ele tem das próprias companhias. O preço somado de todas as ações da OGX, por exemplo, já foi de R$ 75 bilhões. Hoje é de R$ 10 bilhões. [...]
[...]
Nada disso significa que o castelo de Eike era de areia. O mercado de ações é instável por natureza – as subidas que as empresas X experimentaram lá atrás foram até mais intensas que essas quedas de agora. E tem a crise global. Eike esboçou seu império antes da crise de 2008, quando o barril de petróleo estava a quase US$ 200 e o apetite da China por minério de ferro parecia infinito. De lá pra cá o preço do petróleo e o do minério caíram pela metade. Aí complica, já que esses são os dois grandes pilares da coisa toda. Mesmo assim, ainda é cedo para concluir que ele deu mesmo um passo maior que a perna. As pernas de Eike são longas. E nada indica que ele vá parar por aqui.
Fonte: Portal Revista Superinteressante. Disponível em: http://super.abril.com.br/blogs/crash/como-eike-ficou-pobre/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_super. Acesso em 01 mar 2013. Adaptado.

O mito do crescimento infinito


“A economia do crescimento consiste em estimular o consumo de coisas de que não precisamos para impressionar pessoas com quem não nos importamos.” 

A provocação é de Tim Jackson, um economista americano que propõe uma economia na qual países e empresas não tenham a obrigação de crescer infinitamente.


O Beetle é oficialmente o Fusca

E a Volkswagen renomeia o Beetle para Fusca. Com o amadurecimento do mercado brasileiro e a crise econômica europeia, finalmente as montadoras de automóveis estão dando mais atenção aos brasileiros.

Já que todo mundo sabia que o New Beetle era o Novo Fusca. Só que não era oficial. Até 2013. O mais hilário é a propaganda dizer que "O carro voltou". Que "novidade"!!!!




OBS: eu sempre ficava intrigado sobre o que significaria " Wolkswagen é DAS AUTO". Pesquisei e descobri que significa "Wolkswagen é O CARRO".

Marketing nas coxas

Eis que agora a mídia, o marketing e as propagandas avançam sobre um privilegiado espaço: as coxas das mulheres.

Empresas japonesas estão alugando o espaço para divulgar suas propagandas. Elas desfilam pela cidade com adesivos de propagandas colados nas pernas de fora. Elas têm que ficar oito horas por dia com as pernas expostas pela cidade, com saias ou vestidos.

Se a moda pegar no Brasil, as empresas terão espaços enormes a utilizarem. Já que o tamanho dos shorts é inversamente proporcional às coxas de fora em um país tropical.


Fonte: Portal Hoje em Dia. Disponível em: http://www.hojeemdia.com.br/noticias/bizarro/publicidade-feita-nas-coxas-e-a-nova-moda-das-meninas-no-jap-o-1.93684. Acesso em: 22 fev 2013.

Por que não tomar banho entre 18 e 21 horas?

Existe risco de racionamento de energia como em 2001?

-Não. Atualmente o governo federal tem à disposição termoelétricas ociosas que podem ser acionadas em caso de risco de oferta de energia pelo nosso sistema elétrico.

Existe risco de apagão de energia no Brasil?
-Sim, um evento climático ou a falta de manutenção e ampliação das linhas de transmissão no Brasil fazem o país vulnerável a esse problema. Isso é um problema do governo.

A tarifa de energia pode aumentar em vez de diminuir, como o governo anunciou?
-Sim. A falta de chuvas de 2012 faz a maioria das hidroelétricas trabalhar no limite. A possibilidade de acionar mais termoelétricas para suprir a demanda de energia é real. Queimar carvão ou petróleo para produzir energia é mais caro que movimentar turbinas nas barragens para o mesmo fim.


O que nós podemos fazer?
-Economizar energia agora, diminuindo a pressão sobre o setor elétrico, em especial nos horários de pico. Evite tomar banho entre 18 e 21 horas. É nesse horário que o sistema fica mais pressionado. As termoelétricas são ligadas e o custo da energia fica mais alto. O repasse do custo é feito na nossa conta da Cemig!

Lembre-se:
-Sem chuva, sem água nos reservatórios, por conseguinte sem energia disponível. Pagamos mais caro por isso. Portanto não desperdice energia. E colabore usando-a fora dos horários de pico.

Fonte: Jornal Estado de Minas.

Deflação

A economia japonesa vai, curiosamente, mal das pernas. Está patinando faz algum tempo. Uma das metas do Primeiro Ministro do Japão para o próximo ano é, para espanto de nós brasileiros, gerar inflação.


Enquanto no Brasil a inflação está, nos últimos anos, frequentemente acima da meta estipulada pelo Banco Central - 4,5% ao ano, no Japão o que existe é deflação. Explica-se que o citado fenômeno é uma inflação negativa. Em um primeiro momento pensa-se que é bom para os consumidores, afinal os preços estão com tendência de queda. Porém o fenômeno, quando atinge uma economia por muito tempo, gera prejuízos também para os consumidores.

Isso porque com uma tendência de deflação, a economia japonesa não cresce. Por que um consumidor compraria um produto hoje por 10 dinheiros, se amanhã ele será oferecido por 9, ou 8 e até 7? Por outro lado as empresas também freiam sua produção, afinal se um produto hoje der 4 dinheiros de lucro, amanhã poderá dar 3, 2, ou nada, ou em um futuro próximo poderá dar prejuízo!

Gerar inflação é uma das soluções almejadas pela economia do Japão. Eles desejam algo em torno de 2% ao ano, para estimular os consumidores a comprarem hoje, fazendo a economia girar. Como se pode ver, não há nada perfeito em economia.

Fonte: Rádio CBN. 106,1, Belo Horizonte. Matéria veiculada dia 25 dez 2012.

As 10 mais lidas