José Padilha no Roda Viva

"O que aconteceria se no lugar dos soldados americanos (humanos) houvesse drones humanoides? Os EUA se retirariam do Afeganistão, Iraque ou naquela época do Vietnã?"

Ideias devem sair do papel

"Não se trata de ter ideias. Trata-se de fazer as ideias saírem do papel."

Scott Belsky. Empresário norte-americano.




Metrô sozinho não resolve nada

Se não houver um uso eficiente de todos os modais de transporte, integrando-os, cenas como essa serão comuns mesmo com a expansão de metrôs pelo Brasil.

Metrô São Paulo.

BRT sozinho não resolve

O que espera os belo-horizontinos: filas!

BRT Curitiba em crise. Clique sobre a imagem para melhor visualização.

Baterias: mitos e verdades

O que evolui mais: a capacidade de armazenamento de energia pelas baterias de dispositivos móveis ou a capacidade de menor gasto de energia por novos componentes eletrônicos?

É fato que houve uma grande evolução no quesito economia de energia por dispositivos com telas LED e OLED de smartphones, por exemplo. Evoluiu-se também nos componentes das baterias (uso do lítio) para melhorar a capacidade das mesmas. Mas por que baterias evoluem menos? Veja a reportagem.



Quanto mais eficientes forem as baterias de eletroeletrônicos, menor o consumo de energia pela sociedade. E menor o impacto ambiental, já que o descarte desses equipamentos quase sempre se dá de maneira incorreta.

Gana por energia e criatividade

Clique sobre a imagem para melhor visualização.

Explorar Xisto é espremer o bagaço do subsolo

A produção de gás e petróleo de xisto pelo fracking, ou fratura hidráulica, foi recebida nos Estados Unidos, na Argentina e em alguns países europeus e asiáticos como uma panaceia contra o esgotamento das reservas de petróleo, a dependência das importações de energia e até o efeito estufa. Para muitos ambientalistas, porém, é uma catástrofe ecológica, o encerramento mais desastroso que se poderia imaginar para a era dos combustíveis fósseis. Talvez seja também uma ilusão, uma bolha especulativa destinada a estourar.
Trata-se de uma técnica para aproveitar gás ou petróleo de camadas de xisto, rocha impermeável à produção convencional.

Perfura-se um poço que na parte final é horizontal e por ele se injeta um fluido que amplia as fraturas do substrato rochoso para abrir caminho aos hidrocarbonetos nele encerrados. Usa-se geralmente uma mistura de água, areia e produtos químicos, trazida por caminhões-cisternas. A função dos grãos de areia é manter as rachaduras abertas e a dos aditivos inclui aumentar a viscosidade do líquido para transportar esses grãos com mais eficiência, reduzir a fricção e prevenir a corrosão e a multiplicação de bactérias. É como espremer o bagaço de um planeta que já deu suco.

O problema da reurbanização do espaço

David Harvey, geógrafo britânico, dá uma entrevista em que fala sobre as desapropriações causadas por megaeventos como Jogos Olímpicos e Copas do Mundo. 

Por que pobres não conseguem se manter em áreas ricas ou bem dotadas de serviços públicos? Ele explica também o porquê de devermos pensar em um futuro anticapitalista: um sistema que visa o lucro incessante traz perigos geopolíticos e ambientais que ameaçam a própria vida humana.

As 10 mais lidas