Aumento de tarifas e a democracia de fachada

É inacreditável a falta de transparência com que os reajustes do transporte público são decididos. Os índices são decididos em projeções de mercado, e não com base no real custo do transporte durante determinado ano.


A Prefeitura deveria manter aberta suas contas e informar ao cidadão: esse serviço custou X, a arrecadação das passagens foi de Y. O valor de Y é capaz de pagar o valor de X? Em caso afirmativo, sem reajuste na tarifa, com possibilidade inclusive de a tarifa baixar, por que não? Em caso negativo, reajuste na tarifa de Z%.

A transparência desses procedimentos deveria estar em 1º lugar. Toda prefeitura deveria manter na internet, acessível a todos os cidadãos, uma tabela de custos atualizadas mês a mês, dia a dia. Ao final de determinado período, qualquer cidadão deveria ter acesso resumido aos seguintes dados:

1 - Custos com mão de obra: R$ X,XX.
2 - Custos com manutenção: R$ X,XX.
3 - Custos com insumos: R$ X, XX.
4 - Custos com renovação de frota: R$ X,XX.
5 - Custos com tecnologia: R$ X, XX.
6 - Lucro das empresas: R$ X, XX.

7 - Arrecadação: R$ Y, YY.

8 - Diferença: Valor R$ Y,YY - Valores R$ X, XX = R$ Z,ZZ.

Os contratos atuais preveem lucros para as empresas. O lucro previsto gera em torno de 8%. Entendo que as empresas busquem o lucro. O problema é que não existe uma clareza se a taxa de lucro está sendo respeitada.

O governo deveria auditar frequentemente se o lucro está acima do previsto. Obviamente, as empresas já cuidam da vigília do lucro não estar abaixo do previsto. Seria necessário, adicionalmente, uma auditoria externa frequente, de outro órgão independente, de forma que em caso de divergência de dados da Prefeitura ou das empresas, uma outra entidade neutra atuaria como tira-dúvida - que tal um órgão da Justiça?

Tudo tem um custo: a ideia de tarifa zero é bacana, mas no frigir dos ovos alguém pagaria pelos serviços: o contribuinte, principalmente através da arrecadação indireta de impostos. Acredito que seria possível e até a melhor opção. Mas enquanto o ideal não chega, eu, como pagador de impostos, ficaria satisfeito com clareza do reajuste que eu terei de arcar.

E, estranhamente, parece não haver o menor interesse nisso por parte do poder público. Depois eles - os políticos - vêm pedir meu voto. Às vezes acredito estar vivendo em uma Democracia de fachada. Seria por que os políticos têm suas campanhas financiadas por empresas?

Cingapura

Hiberne seu notebook em vez de desligá-lo

http://www.techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/noticia/2014/04/tem-algum-problema-deixar-o-notebook-hibernando-em-vez-de-desligar.html
Leia a reportagem do Techtudo clicando na imagem.

Computador está lento para inicializar? Em vez de desligar o notebook, hiberne-o! O computador salva o estado atual nos discos rígidos e depois o desliga.

Ao religar, ele o deixa onde havia parado. Uma observação é que se você estiver com muitas janelas abertas, ele poderá demorar mais do que inicializar do zero. Feche todas as abas do navegador de internet e hiberne o computador.

Assim, quando for religá-lo, ele inicializa muito mais rápido, continuando o Windows. O melhor é que ele não gasta bateria para isso.

Indo em direção à Belém atual...

Se fosse nascer hoje, Jesus teria como obstáculo o muro de Israel!

Clique na imagem para ler a reportagem.

Carga tributária no Brasil não é alta!

www.cartacapital.com.br/blogs/outras-palavras/um-mito-e-algumas-verdades-sobre-os-tributos-no-brasil-5576.html
Clique na imagem para ler reportagem da Revista Carta Capital.

Acredite: a carga tributária brasileira não é a mais alta do mundo. Mas certamente ela é a mais injusta. Leia os malefícios da tributação indireta na reportagem indicada acima.

Das coisas inatingíveis...


"Se as coisas são inatingíveis...ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!"

Mário Quintana, poeta brasileiro.

Fonte: Portal Pensador Uol. Disponível em: http://pensador.uol.com.br/frase/NDE3/. Acesso em 18 Dez 2014.

Tarifa zero no ônibus é possível?


Veja a reportagem do programa "Cidades e Soluções", da Globonews:



Quais as cidades mais lentas do Brasil e do Mundo?


http://veja.abril.com.br/blog/cidades-sem-fronteiras/2014/12/12/tempo-transito/?utm_source=redesabril_veja&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_veja
Clique na imagem para conhecer.

De onde vêm os alimentos "frescos"?

Importância e limites de ouvidorias governamentais

O cidadão não está mais tão desamparado. Com a ampliação do acesso à internet e com a melhoria do sistema democrático brasileiro, o exercício da cidadania está deixando de ser, a cada dia, o mero comparecimento às urnas eletrônicas para escolha de candidatos.

Tinha uma demanda que me deixava curioso, para não dizer furioso também. Utilizo o transporte público na cidade de Belo Horizonte. Ficava consternado com a falta de integração entre as bilhetagens eletrônicas de dois sistemas de ônibus: o municipal e o estadual. O fato é que não entendia o porquê de ser obrigado a esperar pelo ônibus gerenciado pela Prefeitura de Belo Horizonte, se o ônibus gerenciado pelo Governo do Estado de Minas poderia me atender, em alguns casos de maneira até mais satisfatória - mesmo sendo mais cara a passagem.

A criação de apenas um cartão com as duas bilhetagens é possível? Para funcionários públicos, a resposta é sim!

A importância da prática


"Saber não é o bastante; precisamos aplicar. Querer não é o bastante, precisamos fazer".

BRUCE LEE, lutador de artes marciais.

Fonte: Portal Uol Pensador. Disponível em: http://pensador.uol.com.br/frase/NTI1Mjcx/. Acesso em: 11 Nov 2014.

O lento fim dos oceanos verdes


É fato que o aumento da área desmatada, especialmente na Amazônia, tem relação direta com a diminuição de chuvas no restante do Brasil.

E, por incrível que pareça, o aumento do consumo de carne bovina pela população contribui de sobremaneira para que esse processo continue avançando. O desmatamento da Amazônia não cessa principalmente porque existe o interesse em retirar a vegetação original para dar lugar a pastagens para criação de gado.

E o governo brasileiro, com sua frouxa e corrupta fiscalização, não consegue conter de maneira eficaz a venda de madeira e de carne não-certificadas.

Está aí um resumo do desastre.

Lave as mãos com frequência

No mundo, 4 em cada 5 pessoas não lavam as mãos após irem ao banheiro! Por que deveríamos mudar este mau hábito? Veja o vídeo.

Privatizar ou não o setor carcerário?

O sistema prisional brasileiro está falido. Este fato é ouvido em várias fontes da mídia. A salvação deste cenário é o uso de PPPs (Parcerias Público-Privadas), uma forma de privatização de um serviço que o Estado deveria oferecer.

Salvação? Veja o minidocumentário abaixo, que explica os problemas de uma amostra do sistema: um presídio em Ribeirão das Neves-MG em que o sistema já está implantado.

Destaca-se uma contradição fundamental: a lógica de que quanto mais presos estiverem na cadeia, melhor para o sistema, porque ali deverá haver lucro!

Outro problema fundamental em minha visão: o Estado está usando dinheiro público para remunerar as empresas. E em quantidade maior do que se estive prestando o serviço diretamente.

Será que privatizar o setor é a solução? Veja o vídeo e tire suas conclusões:

Demanda de recursos hídricos


Os governos vivem dizendo que a população urbana deve economizar água. E deve mesmo. 

Porém, o problema real da utilização deste recurso, como se vê no gráfico acima, é outro. O maior gasto de recursos hídricos está no campo, especialmente no setor de irrigação da agricultura.

Coisa difícil de ver a imprensa noticiar.

Importância da competição na política


Por que votar na oposição?

Imagine uma região onde exista somente uma padaria. E que você é acostumado a sempre comprar o pão dela. Imagine agora que uma nova padaria abra, em frente à antiga.

Começa assim uma competição para ver quem fisga mais clientes. E os preços dos pães começam a cair, beneficiando os clientes. Chega-se a um ponto em que os pães oferecidos pelas duas empresas são praticamente do mesmo preço.

Os serviços oferecidos começam a melhorar também. Os empresários começam a pensar nos clientes, em atendê-los da maneira mais eficiente possível. E você começa a optar sempre por uma das padarias, por achar que ela te atende melhor.

Com o passar do tempo a competição se mantém. E você começa a notar que o serviço ou o produto oferecido por sua padaria predileta não é mais o mesmo. O que você deve fazer?

Talvez experimentar a concorrência, para ver se ela vai oferecer o mesmo produto de maneira mais satisfatória.

Penso que isso vale também para a política. Experimentei 12 anos de PT, o produto estava bom, mas por alguns motivos não estou mais satisfeito com o produto oferecido por eles: sua administração pública.

Por isso vou experimentar a outra padaria, o PSDB na presidência. Se eles me oferecerem um produto melhor do que minha padaria antiga, continuo com eles. Caso contrário, daqui a quatro anos, volto a comprar na empresa antiga.

Os eleitores devem estimular os partidos políticos a competirem entre si, para ver quem oferecerá os melhores serviços públicos. E eles devem saber de antemão que, caso não trabalhem direito, serão engolidos pela competição!

Morando bem em BH

Apartamentos de luxo em Belo Horizonte são um mercado com demanda maior do que a oferta. Entre as causas está a escassez de terrenos adaptáveis a esses empreendimentos, muito em função da falta de espaço e da presença de imóveis tombados em áreas nobres da cidade.

Apartamentos avaliados entre R$10 milhões e R$30 milhões têm, como peculiaridade, a não opção de compra por financiamento. Ou seja, este mercado é disputado por quem tem, disponível de maneira líquida e imediata, o valor do imóvel para investir.

Outra curiosidade é a opção de apartamentos com 10, isso mesmo, 10 vagas na garagem, com opção de vagas disponíveis dentro dos apartamentos. Para essa e outras curiosidades, leia a reportagem da Revista Encontro:

Clique sobre a imagem para leitura.

O verde e a desigualdade

Estudos dizem que existe relação direta entre desigualdade social e a falta de árvores plantadas em determinadas regiões. Veja as fotos abaixo (clique sobre as imagens para melhor visualização):

Belo Horizonte. Bairro de Lourdes. Alto padrão de renda. O verde é abundante.

Belo Horizonte. Bairro Carlos Prates. Padrão de renda menor, comparado à Lourdes. Menor quantidade de árvores.

E essa lógica parece atacar todos os centros urbanos. O que fazer para melhorar a qualidade do ar de quem vive nas periferias? Ainda sem falar no conforto térmico que uma maior presença de árvores proporciona.

Fonte: Portal Catraca Livre. Disponível em: https://catracalivre.com.br/sp/muito-mais-sao-paulo/indicacao/presenca-de-arvores-reflete-desigualdade-social-e-economica-entre-bairros/#. Acesso em: 07 Out 2014. Adaptado.

Gaza

Desenho de uma criança palestina. Clique sobre a imagem para melhor visualização.

Roubando sua bagagem com uma caneta

Vai viajar? De ônibus ou avião? Então cuidado com o que você coloca de valor em suas malas. Cadeados no zíper? Não resolvem!

Veja o vídeo. Está em inglês, mas é autoexplicativo:

Sujeira no mar

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Evite ter uma forma definida

-Mantenha-se maleável e em movimento, para que o inimigo não possa te agarrar.

-Aceite o fato de que nada é certo e nenhuma lei é fixa.

-A melhor maneira de se proteger é ser tão fluido como a água.

-Não aposte na estabilidade ou na ordem permanente.

-Tudo muda.

Fonte: Fonte: GREENER, Robert. As 48 Leis do Poder. Editora Roco. Adaptado.


MOVE vale a pena?

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Acabar com os ônibus indo direto para o centro. Instalar estações de baldeação. Isso mostra como o transporte coletivo na Região Metropolitana de Belo Horizonte está atendendo bem (aos empresários do setor).

As prefeituras de Sarzedo, Mário Campos e Brumadinho, recebendo uma enxurrada de reclamações, decidiram fechar provisoriamente a estação de baldeação. A mágica de menos ônibus transportando pessoas é passada para a população como um benefício, dizendo que o trânsito vai melhorar. Mas enlatar as pessoas em ônibus ditos mais confortáveis é o conto de fadas se transformando em um filme tosco, tipo Sexta-Feira 13.

TVs grandes

E os televisores não param de crescer.

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Não ultrapasse uma meta estabelecida

-Na vitória, aprenda a parar.

-No calor da vitória, a arrogância pode fazer você avançar além da sua meta.

-Ao ir longe demais, você conquista mais inimigos do que derrota.

-Fixe a meta, e ao alcançá-la, pare.



Fonte: GREENER, Robert. As 48 Leis do Poder. Editora Roco. Adaptado.

Em vez de médicos, painéis informativos...

A novidade da Prefeitura de Belo Horizonte é a instalação de painéis que avisam a média de espera por atendimento nas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento).

A ideia é boa, sim. Porém, o problema da saúde pública se resolve é com médicos mesmo. Informar à população quantos médicos estão atendendo, quais são os profissionais e a expectativa de espera não faz mal.

Mas podia ser também painéis eletrônicos, para não precisar de pincel atômico! Sabe como é né? Pincéis faltam, somem, estragam, aí o painel pode ficar sem informação também!

Documentário Muito Além do Peso

"Um tubo de biscoito recheado equivale a você comer 8 pães franceses!". Você que quer perder peso, vale a pena ver esse documentário.

Mini-hidrelétrica na caixa d'água

Ideia interessante.


A força da internet

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Economizar energia no Brasil é inútil?

Olhando as antigas contas de energia elétrica lá de casa, veio a constatação: somos aproximadamente 20% mais econômicos atualmente que há dois anos.

E a conta, hoje, é aproximadamente 40% mais cara. Por quê?

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Filtros-Bolha

Duas pessoas diferentes que digitem no Google, para pesquisa, a palavra Israel, encontrarão resultados diferentes. Por quê? E quais as implicações que isso causa? Veja o vídeo de 9 minutos sobre o assunto.

Serviceirização

Algumas empresas se deram conta de que podem cobrar por serviços secundários, e aumentar muito seus lucros. Por exemplo, as companhias aéreas, que além de vender passagens aéreas, tem como segunda maior receita a cobrança de multas pela remarcação de viagens dos passageiros. A terceira maior receita vem da cobrança de seguro da viagem.

Faculdades particulares vendem conhecimento, certo? Agora elas também cobram pelo estacionamento dos alunos. Shopping Centers também se valem desse recurso, criando receitas recorrentes em cima de seus produtos ou serviços oferecidos.

Ouça a reportagem.

Estações de baldeação atendem a quem?

A substituição das linhas de ônibus que circulavam direto do bairro para o centro de Belo Horizonte atendeu, prioritariamente, aos empresários de ônibus.

A alardeada vantagem das estações de baldeação - mais opções para você viajar por toda a cidade - poderia ser substituída pela integração dos ônibus através do sistema de bilhetagem eletrônica. Você poderia usar um ônibus e seu cartão poderia lhe dar o direito de usar outro de forma gratuita. Isso já é feito em algumas linhas, mas de forma restrita - quando você sai de uma linha troncal e usa uma linha alimentadora.

Estações de integração estão avançando pela cidade, agora com a implantação do sistema BRT-Move, que se utilizam do mesmo artifício, apenas com a diferença de possuírem, em sua maioria, pistas exclusivas que também propagandeiam que vão deixar o transporte público mais rápido. Mas será que ninguém contou com as enormes filas que o sistema produz, fazendo a vantagem de ganho de tempo com pistas segregadas dos automóveis virar, na verdade, atraso na viagem?

Duvida? Vá para uma estação de integração do Move em um horário de pico qualquer. Sistema de transporte bom é sistema de transporte que político usa. Por que eles não se utilizam do transporte público, aliás, por que querem estar no comando da cidade se nem mesmo se utilizam dos serviços públicos que eles mesmos administram? Algo precisa mudar.


Irmão mais novo da linha 1120, a linha 326 faz a população sofrer com espera e precariedade.


Guerra injusta e infinita

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Tarifa Zero Belo Horizonte

É possível um transporte público que não cobre nada? Quem vai pagar a conta? Já existe exemplos em outras cidades pelo mundo? Veja a discussão sobre a necessidade de se começar a pensar em democratizar o uso dos equipamentos urbanos pela cidade de Belo Horizonte...

Leitura contra as guerras

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Decoreba nunca mais

Ao nos deparar com um conteúdo novo, ele é manipulado pela memória de curto prazo: durante a leitura (ou em uma aula), estamos pensando a respeito do conceito, como ele faz sentido, como ele se aplica. Se quisermos lembrar dele depois de uma hora, no outro dia ou na hora da prova, é necessário transferi-lo para um armazenamento permanente.
Há várias técnicas para fazer isso e qualquer uma delas vai envolver um ou mais dos seguintes cinco elementos: chunking, repetição, imagens, mnemônicos e codificação.

Brasil 01 x 70 Alemanha


O porto de Santos é a cafeteira do mundoum terço do café tomado na Terra passa por ali, numa jornada que começa nas fazendas do Brasil e termina nas xícaras de Madrid, Milão, Moscou, Kiev… Não só nas xícaras. O maior comprador do nosso estimulante preto, ao lado dos EUA, é a Alemanha. Mas eles não tomam tudo. Revendem uma parte razoável, porque é um negocião: os alemães pagam mais ou menos R$ 400 em cada saca de 60 quilos e reexportam para o resto da Europa por R$ 800. Sem industrializar nada, só revendendo café “cru” mesmo, do jeito que ele sai das roças daqui.
Não é malandragem, é logística: eles podem fazer isso graças à sua malha ferroviária cheia de tentáculos, veias e artérias. Reexportar dali para o resto da Europa é fácil. Num ano típico, os caras importam 18 milhões de sacas e revendem 12 milhões. Isso faz da Alemanha o terceiro maior exportador de café do mundo, atrás apenas do Brasil e do Vietnã. Tudo sem nunca ter plantado um pé de café. 
Tem mais. Das 6 milhões de sacas que ficam dentro da Alemanha, uma parte vai para Schwerin, uma cidadezinha de conto de fadas perto da fronteira com a Dinamarca. Por lá, os grãos brasileiros reencarnam na forma de cápsulas de Nespresso. E ganham preços que até outro dia só eram praticados no mercado de outro estimulante – branco. Um quilo dessas cápsulas acaba saindo por R$ 400 no varejo, quase setenta vezes o quilo do café cru. 70 X 1 para a Alemanha.

Fonte: Portal Revista Superinteressante. Disponível em: http://super.abril.com.br/blogs/crash/70-x-1-para-a-alemanha/. Acesso em 22 Jul 2014.

Furo ou não o sinal?

Você está parado em um semáforo com registro de avanço, os populares pardais. Aí vem uma viatura (polícia, bombeiros ou ambulância). Você arranca e avança o semáforo ou não?

A reposta é sim! Pode avançar o semáforo sim! Leia abaixo a explicação da BHTrans, órgão regulador de trânsito da Prefeitura de Belo Horizonte:

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Fonte: Portal BHTrans. Disponível em: http://www.bhtrans.pbh.gov.br/portal/page/portal/portalpublico/Temas/Automovel/detectores-avanco-semaforo-2013. Acesso em 17 Jul 2014.

Contra o abuso sexual

Pesquisas revelam que 46% das crianças violentadas são vítimas de membros da família. 

É como na célebre frase do Dr. House, personagem fictício: "As pessoas perigosas não invadem sua casa, elas moram nela".


Fonte: Portal Catraca Livre. Campanha contra abuso sexual. Disponível em: https://catracalivre.com.br/geral/design-urbanidade/indicacao/princesas-da-disney-protagonizam-campanha-contra-abuso-sexual/#. Acesso em 16 Jul 2014. Adaptado.

Documentário WikiRebels

Os bastidores do WikiLeaks. Pode um país invadir outro e decidir, aleatoriamente, se pode atirar de um helicóptero contra civis com armas que perfuram blindados? E ainda querer manter sigilo sobre isso?

Até onde vão os limites da transparência? Toda informação deve ser divulgada? Coloca-se mais de um lado em perigo? Veja o documentário e reflita.

Qual a distância ideal entre latas de lixo?

É o intervalo regular de 8 em 8 metros. Os designers do Walt Disney World descobriram que esta é a distância que uma pessoa média carregaria lixo antes de jogá-lo no chão.

Em Belo Horizonte, essa distância certamente é maior. Será que alguma cidade brasileira respeita essa norma?


Fonte: Michael D. Eisner. O jeito Disney de encantar os clientes. Saraiva. p.26.



Ônibus do Move

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Em Belo Horizonte, a falta de padronização do transporte coletivo tem sua presença marcante. Nos recém-implantados ônibus do Move não podia ser diferente. A imagem acima, retirada da capa da página da BHTRANS no Twitter, estampa o problema: duas linhas diferentes do BRT da capital mineira se apresentam da seguinte maneira:

-Linha 50: aparece no letreiro que a linha é DIRETA.
-Linha 83D: aqui o D é colocado na frente do número 83 para indicar que a linha não faz paradas no caminho, uma boa ideia. Mas à frente do D vem a explicação que a linha é DIRETO. Bom, o mais sensato aqui é pensar que o ônibus é DIRETO, para acertar gramaticalmente.

Este problema ataca quase todos os ônibus de Belo Horizonte: cada empresa concessionária faz do seu jeito. E os usuários ficam todos perdidos. Parabéns ao poder público!

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