Opções necessárias de mobilidade urbana


Os maiores problemas das cidades brasileiras em cada modal:
1 - Ônibus: frequentemente lotados, tarifa cara, falta de integração com outros modais e mesmo dentro do seu próprio sistema, necessidade de construção de corredores exclusivos de ônibus.
2 - Metrô: pequenos trechos em operação, poucos trens em funcionamento, tendência à superlotação pela paralisia no trânsito por causa dos automóveis, necessidade de estadualização do sistema.
3 - Automóveis: incentivos fiscais demasiados para sua compra, trânsito e poluição a cada dia maior, necessidade de implantação de pedágio urbano no hipercentro, necessidade de integração com outros modais de transporte (construção de estacionamentos em estações de ônibus e metrôs para que o usuário usasse menos o automóvel até o centro das cidades).
4 - Bicicletas: necessidade de expansão das ciclovias, de integração com outros sistemas de transportes, de mudança na cultura das empresas (por que não construir vestiários para os funcionários que fossem trabalhar tenham onde se banhar?), de construir bicicletários em estações de metrô e de ônibus (para você deixar sua bicicleta na estação e ir de transporte público ao centro).
5 - A pé: calçadas sem padronização, degraus e buracos oferecem riscos aos pedestres. A cidade deve ser pensada para aqueles que transitam a pé, o meio de locomoção com menor impacto para as cidades (algumas cidades no mundo oferecem incentivo para aqueles que andam a pé, como a possibilidade de se conseguir créditos gratuitos para o transporte público).

Modernidade


Localização no mundo moderno


Cadê as áreas verdes?


Serra do Curral?


Pesca capitalista


Guerra e progresso


Especulação imobiliária


Atingidos por barragens


Propriedade da Monsanto


Escolhas da vida

"O diabo desta vida é que entre cem caminhos, temos que escolher apenas um, e viver com a nostalgia dos outros novena e nove."

Fernando Sabino, escritor brasileiro.



Fonte: Portal Pensador Uol. Disponível em: http://pensador.uol.com.br/autor/fernando_sabino/2/. Acesso em 19 jun 2013.

Por que baixar a tarifa de ônibus deveria ser prioridade?

O modelo de cobrança do transporte público ou, melhor ainda, a repartição dos ônus e bônus da empreitada comunitária de garantir adequadas condições de livre trânsito para todos os habitantes de uma cidade.
Trabalhamos com um modelo tarifário para o transporte público, ou seja, custeia o transporte público principalmente quem se utiliza dele. A alternativa é pensar no transporte público como algo a ser majoritariamente custeado por todos os habitantes de uma cidade, via tributos, e não apenas, ou não principalmente, pelos que o usam diretamente.

É justo que seja assim. Pensemos na população de uma cidade como dividia em quatro grupos:

Car's Troia


Antena corta-pipa: R$10,00 por uma vida...

Todas as motocicletas deveriam vir, de fábrica, com as antenas que cortam as linhas de papagaios. 

Um projeto de lei, de âmbito nacional, deveria ser apresentado para discussão e votação na Câmara dos Deputados, obrigando as  montadoras a vender as motos novas com esse acessório. E obrigando a todos os donos de veículos já em circulação a instalarem.


Uma medida simples, que não oneraria muito as montadoras, os preços finais de seus produtos, e muito menos o consumidor - o preço de uma dessas está em torno de R$10,00. Afinal, proibir o uso do cerol  parece conto de fadas.

Além de evitar acidentes e situações de mortes, que trazem traumas para muitas famílias brasileiras, aliviaria os cofres públicos, uma vez que quando o motociclista não morre, quase sempre sofrerá uma lesão grave que demanda custos para tratamento na rede pública de saúde.

Uma medida pela vida e por economia de nossos recursos. Porém, nossos deputados estão mais preocupados com assuntos mais "urgentes"...

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