Lixo no lixo

Vídeo canadense fazendo campanha contra o hábito de se jogar lixo no chão, gravado em um shopping.

Um ator deixa uma garrafa pet no chão de propósito. O primeiro cliente que se dispusesse a pegar a garrafa e colocá-la na lata de lixo (que estava ao lado) iria ter uma surpresa muito interessante.

Como surgiu o SOS?


Quando o inventor do telégrafo, o americano Samuel Morse (1791-1872), idealizou um sistema de codificação de mensagens para o aparelho, em 1835, usou como base a combinação de pontos e traços que facilitassem sua memorização. [...] Mas somente 15 anos depois, quando uma comissão de países europeus fez algumas modificações no sistema, é que foi definido o chamado Código Morse Internacional. 
Entre as inovações, incluiu-se um sinal de pedido de socorro, fácil de ser lembrado em situações de emergência mesmo por pessoas com pouco ou nenhum conhecimento de telegrafia. Era uma simples combinação de duas letras, cada uma codificada por três sinais idênticos: três pontos (toques curtos) para o S e três traços (toques longos) para o O.
SOS, em morse: ...---...
Segundo esse critério, a escolha poderia ter sido igualmente OSO - no entanto, os traços são sinais elétricos mais longos, cuja transmissão exige mais energia, além de tornarem a mensagem mais demorada. Por isso, o código para chamar auxílio ficou sendo SOS, sem pontuação. 
Outras interpretações - como a expressão save our ship ("salvem o nosso navio", em inglês) - são apenas truques de memorização posteriores à adoção do código.

Induzindo-te ao consumo

A atualização refere-se à troca do Windows 7 pelo 8. A notícia da tirinha é verídica.

Telemarketing justo

Como deveria ser um atendimento por telemarketing? Hoje fui atendido por um telemarketing que me agradou. Não pela rapidez, mas pela transparência no atendimento. 

Liguei, ouvi a mensagem padrão dizendo para apertar determinado número para determinado serviço ou aguardar para conversar com um atendente. Meu desejo era falar com alguém, por isso comecei a esperar. O que me surpreendeu é que, durante a espera e em meio a mensagens de propaganda da empresa (muito chatas, a parte mala desse atendimento), uma outra mensagem repetia-se com frequência: meu lugar na fila de espera para ser atendido. 

No momento em que liguei, era o 8º da fila. À medida que o tempo passava a mensagem ia mudando. Era algo como: "Aguarde, você será o 7º a ser atendido." "Aguarde, você será o 6º a ser atendido." Até que cheguei a ser o primeiro da fila: "Você será o 1º a ser atendido. Aguarde, o atendimento será feito assim que algum de nossos atendentes estiver livre."

Acredito que esse recurso não demande alta tecnologia, nem grande aumento de custos para a empresa. Uma ideia simples, que acaba com o eterno "Aguarde, 'logo' você será atendido"  de alguns atendimentos telefônicos, que deixam os clientes em banho-maria por muito tempo.

Os clientes passam a ter uma ideia do tamanho da espera, igual ao atendimento presencial  em qualquer fila de supermercado ou banco. Por que todos os telemarketings não podem ser assim?

Remédios genéricos


Genéricos são cópias de drogas cujas patentes já expiraram. Eles passam por testes em humanos para garantir que substituem com eficácia o remédio de marca prescrito pelo médico. 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) garante que os medicamentos genéricos são tão bons quanto os de marca. A lei brasileira prevê que eles devem ser ao menos 35% mais baratos do que os de referência. O genérico é identificado no Brasil por uma tarja amarela e a letra G maiúscula impressas na embalagem, como acima. O programa brasileiro de medicamentos genéricos nasceu em 1999. Nos EUA, na década de 1960.

No Brasil, só 25% dos medicamentos vendidos são genéricos, apesar do preço mais barato. Existe um certo preconceito sobre a eficiência dos mesmos, quando comparados aos de marcas.  Porém, os remédios genéricos tem eficácia igual à do remédio de referência. 

O perigo está nos chamados remédios similares (sem a tarja amarela G), que não passam por estudos que os comparam com os de marca tradicional. Por isso cuidado com os similares.

Fonte: Revista Galileu. Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI331571-18537,00-REACAO+GENERICA.html. Acesso em: 08 Abr 2013. Adaptado.

Uso dos recursos naturais


Cuidemos das praias


Necessidade de menos televisão


Sobre a pobreza

“Pobres não são aqueles que têm pouco, mas aqueles que querem muito”.

JOSÉ MUJICA,  presidente do Uruguai.



Cesta de lixo

Reaproveitando carcaça de monitor de computador

Barreira do som

O som se propaga no ar em ondas concêntricas, como faz uma pedra ao cair em um lago. A barreira do som é o limite de velocidade em que um avião pode se deslocar no ar sem atropelar as ondas sonoras emitidas por ele mesmo. A velocidade do som no ar é de 340 metros por segundo (1 200 km/h), aproximadamente. À medida que o avião acelera, essas ondas vão se juntando e ficando como que empilhadas à sua frente, como uma série de barbantes entrelaçados. Quando o avião finalmente consegue superar a velocidade das ondas, rompe esse cordão imaginário. "No momento em que a velocidade do som é ultrapassada, ouve-se um estrondo. É a isso que chamamos romper a barreira do som", diz o físico Carlos Luengo, da Unicamp. Uma vez rompida a barreira, não há mais estrondos, pois, embora as frentes de ondas continuem a se propagar, elas vão ficando para trás e o vôo prossegue totalmente silencioso. O primeiro vôo supersônico foi realizado em 14 de outubro de 1947, pelo americano Chuck Yeager, pilotando um Bell X-1. De acordo com Luengo, os primeiros aviões a ultrapassar a barreira faziam isso em queda livre.


Onde é a lata de lixo?


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