Pelo uso da faixa de pedestres

Essa foi a ideia da IBM na Holanda para incentivar de forma criativa o uso desse item de segurança pela população.


Fonte: Portal Comunicadores. Disponível em: http://comunicadores.info/2012/12/18/uma-faixa-de-pedestres-que-acende/. Acesso em 30 jan 2013.

O carregador "universal" de celulares do Brasil

Em 30 de janeiro de 2010 postei um artigo sobre os eventuais benefícios da implantação de um carregador universal de celulares. Um projeto de lei estava em discussão para a implantação da medida. Para ler o artigo, vide link: Clique Aqui.

Três anos se passaram e o cenário não mudou. Se fosse adotado somente um padrão de carregamento, todos os celulares poderiam ser carregados apenas com um tipo de carregador. Eliminar a grande variedade de tipos de carregadores faria bem ao meio ambiente e traria comodidade a todos os usuários. Celulares novos poderiam ser vendidos sem carregadores, diminuindo o preço do mesmo, quem sabe. 

O cenário atual é tipos de carregadores diferentes para cada marca de celular. E tipos diferentes de carregadores para modelos diferentes de uma mesma marca de celular. O projeto de lei federal foi aprovado em primeira instância, prometendo resolver esse problema. Porém parece ter ser perdido nos tortuosos trâmites burocráticos da Câmara Federal: análises por comissões internas da casa demoram muito, o que está atrasando a implantação da lei.

Como alternativa, um carregador "universal" já é vendido no mercado paralelo. Um retrato da falta de padronização que acomete o Brasil, também nessa área. Um cenário cômico.



10 tipos de conectores. Será que contemplou a todos os tipos?

A Globo tomando um direito de resposta

O ano era 1994. Brizola conseguiu na justiça direito de resposta à perseguição que a emissora, sempre tendenciosa, fazia sobre o político.

Muito bom ver a Globo fazendo uma coisa que não quer!

Ciclovia em Belo Horizonte...

Próximo à sede da Prefeitura de Belo Horizonte. Dinheiro do IPTU "bem investido". Como diria uma o slogan de uma propaganda da prefeitura: "É a gente que faz!!!"


Contradição no sistema elétrico brasileiro

Sobre o risco de racionamento pela falta de chuvas do final de 2012, Jean Remy Guimarães, biólogo e professor da UFRJ, comentou o problema da dependência da matriz energética brasileira de energia hidroelétrica e a solução adotada pelo governo: o uso de termoelétricas, que contribui para o aumento do efeito estufa:

"Que ironia, um fator climático como a seca, talvez sintoma de mudanças globais, causa queda na geração de uma energia relativamente limpa e aumento na geração de outra energia bem mais suja, contribuindo para mais mudanças globais."

A 2ª emenda na Constituição dos EUA

Armas de fogo resolvem ou não o problema da violência? No Brasil o porte de armas de fogo é restrito, pelo menos legalmente falando. Nos EUA o porte de armas é direito de todo cidadão norte-americano.

O que significa que qualquer civil pode entrar em uma loja de armas e comprar uma, inclusive as automáticas. Recentemente uma discussão tomou conta do país acerca dessa liberdade excessiva: os massacres em escolas e faculdades de lá. Com tal liberdade a violência vem aumentando, e os atentados em escolas vêm chocando a opinião pública. Então a solução seria a restrição da venda de armas correto?

Bem, nos EUA a direita, defensora da venda e uso de armas de fogo, defende a posição de que com a liberdade atual a sociedade norte-americana está mais segura. Será? O país é um dos que mais apresentam mortes por armas de fogo do mundo. E a mídia está começando a comprar a briga pelo fim da venda irrestrita deste tipo de armamento. 

Os defensores das armas, por outro lado, dizem que estão resguardados pela 2ª emenda à Constituição do país. O texto é o seguinte: "Sendo necessária à segurança de um Estado livre a existência de uma milícia bem organizada, o direito do povo de possuir e usar armas não poderá ser impedido." A emenda foi ratificada em 1791, quatro anos depois da promulgação da constituição.


O problema é que o texto é de livre interpretação. Os direitistas, a maioria financiada pela indústria bélica, acreditam que a população pode possuir armas para uma possível insurreição contra o próprio governo, se julgar necessário. Caso o governo se torne autoritário ou tenha ideias contra a população, ela estaria pronta para pegar em armas e retirar o governo à força. Mas existe posição divergente.

Olhando o texto da emenda e o contexto histórico em que foi redigido, o texto fala em existência de milícias necessárias à segurança do Estado. À época o país vivia instabilidades políticas pós-independência. Para se manter unido, e porque montar um exército grande e forte era dispendioso, e ainda algumas das cabeças pensantes tinham grandes quantidades de terra e temiam a perda de seu poderio econômico, entre os quais o próprio George Washington, a ideia foi a de autorizar a constituição de milícias de civis para serem utilizadas em revoltas que desestabilizavam os EUA no final século XVIII. E esses civis, por conseguinte, deveriam ser autorizados a portar armas. Explica-se a ideia da 2ª emenda constitucional.

Três séculos adiante os americanos se veem com problemas recorrentes: o apego às tradições e o medo da modernização. Isso é visto no processo eleitoral daquele país, com praticamente as mesmas regras de séculos passados. E é visto também na discussão da posse ou não de armas de fogo por civis. Os norte-americanos não reformam a constituição e suas emendas aos tempos modernos. Os direitistas se aproveitam disso e distorcem os fatos e as necessidades atuais.

Não perceberam o óbvio: o direito de possuir armas de fogo era para aquele momento histórico. Para os civis ajudarem a manter o país unido naquela época. Agora esse direito ameaça o próprio país, ironicamente, dividindo-o.

Caixas eletrônicos

Ah, os estabelecimentos bancários... Estamos sendo proibidos de fazer pagamentos na boca do caixa.

Já perceberam como estão nos empurrando para pagar contas e impostos nos caixas eletrônicos? Minha maior alegria é trabalhar para os bancos e ainda pagar taxas por isso, além de diminuir os custos deles com diminuição da necessidade de funcionários.

Em Belo Horizonte, tente pagar o IPTU nos caixas tradicionais! E os idosos, será que não notaram que eles têm dificuldade com tecnologia?


Belo Horizonte: necessidade de chuva ou não?


Por que não tomar banho entre 18 e 21 horas?

Existe risco de racionamento de energia como em 2001?

-Não. Atualmente o governo federal tem à disposição termoelétricas ociosas que podem ser acionadas em caso de risco de oferta de energia pelo nosso sistema elétrico.

Existe risco de apagão de energia no Brasil?
-Sim, um evento climático ou a falta de manutenção e ampliação das linhas de transmissão no Brasil fazem o país vulnerável a esse problema. Isso é um problema do governo.

A tarifa de energia pode aumentar em vez de diminuir, como o governo anunciou?
-Sim. A falta de chuvas de 2012 faz a maioria das hidroelétricas trabalhar no limite. A possibilidade de acionar mais termoelétricas para suprir a demanda de energia é real. Queimar carvão ou petróleo para produzir energia é mais caro que movimentar turbinas nas barragens para o mesmo fim.


O que nós podemos fazer?
-Economizar energia agora, diminuindo a pressão sobre o setor elétrico, em especial nos horários de pico. Evite tomar banho entre 18 e 21 horas. É nesse horário que o sistema fica mais pressionado. As termoelétricas são ligadas e o custo da energia fica mais alto. O repasse do custo é feito na nossa conta da Cemig!

Lembre-se:
-Sem chuva, sem água nos reservatórios, por conseguinte sem energia disponível. Pagamos mais caro por isso. Portanto não desperdice energia. E colabore usando-a fora dos horários de pico.

Fonte: Jornal Estado de Minas.

O que há no centro da Lua?


O mais provável é que seja ferro, como no centro da Terra - mas com uma diferença: o núcleo lunar é proporcionalmente bem menor, correspondendo a apenas 2% da massa do satélite. (Para ter uma idéia, o do nosso planeta equivale a 30%.) Claro que nenhuma sonda perfurou a Lua para nos trazer essa informação lá do fundo. "São os dados sobre o seu campo gravitacional que nos dão 90% de certeza de que seu núcleo é formado por um metal denso. No caso, ferro puro ou misturado com enxofre", diz o geofísico Lon Hood, da Universidade do Arizona, Estados Unidos, responsável por algumas das mais recentes investigações sobre o assunto para a Nasa. Mas para que serviria vasculhar o centro da Lua? Simplesmente para solucionar um mistério astronômico bem maior: a própria origem do nosso satélite.

Se ele tivesse nascido junto com a Terra - da mesma nuvem de matéria, como reza uma das teorias sobre o assunto -, seus núcleos deveriam ter a mesma proporção de ferro. Mas já descobrimos que isso não acontece. Assim, fica reforçada outra tese: a de que a Lua surgiu de estilhaços da Terra. Nosso planeta teria sido atingido em cheio por um objeto maior do que Marte (!), há cerca de quatro bilhões de anos. A gigantesca nuvem de poeira levantada pelo desastre teria se aglutinado, formando o satélite. Como o grosso desse pó seria das partes mais superficiais da Terra, que contêm pouco ferro, ficaria esclarecida a razão de a Lua ser tão pobre nesse metal.
Fonte: Portal Mundo Estranho. Disponível em: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/o-que-ha-no-centro-da-lua?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_guiadoestudante. Acesso em 06 jan 2013.

As 10 mais lidas