Sistemas de Produção Agrícolas

Tipos
-Itinerante
-Plantation
-Jardinagem
-Desenvolvida

OMC e a Rodada Doha

PIIGS

Acrônimo (pigs significa literalmente porcos) originalmente usado pela imprensa de língua inglesa para designar o conjunto de economias com má performance devido à última crise do capitalismo global. Esta crise atingiu especialmente estes países participantes da Zona do Euro.

São eles:

P - Portugal.
I - Irlanda.
I - Itália.
G - Grécia.
S - Espanha (Do termo inglês Spain).


Financiamento de campanhas


Políticos e suas cartas na manga

Com envolvimento na Máfia das Ambulâncias em 2003, o então deputado federal Cabo Júlio, condenado pela justiça e réu confesso, continuou a dar seus passos na política.

Em 2008 se elegeu vereador em Belo Horizonte, em uma demonstração estúpida da falta de memória dos eleitores. Porém, em 2012, um fio de esperança havia voltado: uma importante renovação aconteceu, e nomes tradicionais da política mineira não conseguiram a reeleição para a Câmara. Um deles, Cabo Júlio.

Mas político sempre tem uma carta na manga. Mesmo não tendo conseguido a reeleição, assumirá em 2013 o cargo de deputado estadual pelo PMDB. Isso porque ele era, também, o primeiro suplente do partido. O deputado estadual Antônio Júlio disputou as eleições para prefeito na cidade de Pará de Minas e venceu. Com isso abriu vaga para o suplente.

A estranha sensação de ser um idiota em frente à urna: acompanha-te também?

Clique na imagem para visualização.


Fontes: Portal Estado de Minas. Disponível em: http://www.uai.com.br/htmls/app/noticia173/2010/04/11/noticia_politica,i=155146/index.shtml. Acesso em 30 out 2012.

Transitando pelos perigosos caminhos da vidência


Eficiência governamental

Você já parou para pensar por que a saúde pública do seu município está sucateada? E a educação pública, por que ela não é de qualidade? Corrupção veio à sua cabeça! Pode ter sido a primeira lembrança, é a de muitos. Mas já parou para pensar na ineficiência dos gastos de verbas públicas, por exemplo, com cargos públicos dispensáveis?

As verbas públicas vêm dos impostos cobrados dos cidadãos. Todos eles sustentam o Estado para que ele forneça serviços públicos, os mais variados, à população: depois das áreas já citadas, pode-se lembrar ainda de segurança pública, previdência social, infraestrutura urbana, transporte público, funcionamento da justiça, entre tantos outros. E quem fica com a chave do cofre, ou seja, quem decide por você como gastar as verbas originadas dos impostos? É por isso que você vota para Prefeito, Governador e para Presidente.

São eles, membros do poder executivo eleitos pela população, quem decidem onde vão colocar nosso dinheiro. Até pouco tempo muitos governantes gastavam mais do que arrecadavam, contraíam empréstimos indiscriminadamente, e passavam a batata quente para o próximo eleito, especialmente se o próximo fosse de um partido rival. Isso ficou mais difícil com a aprovação, em 4 de Maio de 2000, da Lei Federal Complementar Nº 101, mais conhecida como Lei de Responsabilidade Fiscal.

Essa lei prevê crimes de responsabilidade àqueles que não observarem com prudência as contas públicas. É como na sua casa, você não deve gastar muito ou ficar muito endividado. Caso contrário o político, após o fim de seu mandato, pode ser acionado na justiça por desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal. Tudo muito lindo, exceto pelo que vem acontecendo ultimamente.

Alguns prefeitos de cidades vêm, para respeitar a legislação citada, praticamente paralisando a máquina pública em finais de mandatos, especialmente após as eleições, especialmente eleições em que os mesmos não foram reeleitos. A ideia é cortar gastos ao máximo em fins de mandato, o famoso aperto do cinto, para que as contas fechem no fim do ano. Gasta-se à vontade durante boa parte do ano, sem prudência, e depois, para consertar a situação, pisam no freio.

Mas o absurdo mesmo não é isso. O corte de gastos, frequentemente estampados em Diários Oficiais de municípios, ilustra bem uma situação incômoda, uma situação que responde a todas as perguntas feitas no início deste artigo. Cargos comissionados: eles são de livre nomeação (e de criação) pelo município, cargos de confiança com caráter de gerência. Deveriam ser poucos cargos então. Mas não é o que acontece.

O que se repete muito pelo Brasil afora é a expressão que se ouve dentro de algumas repartições públicas: "Aqui existe mais cacique do que índio." Tradução: exitem mais cargos de gerência, ou seja, mais chefes, do que funcionários concursados. Gerentes com salários altíssimos que fazem serviços que funcionários concursados poderiam fazer ganhando muito menos. Por exemplo: você saberia me dizer o que um "Gerente de Apoio de Atividades no Gabinete" faz? Sim este cargo existe na Prefeitura de Belo Horizonte. No máximo ele faz serviços que um "Assistente Administrativo" poderia fazer, discorda? Isso quando cargos como esse têm alguma coisa real para fazer.

O fato é que no Brasil os cargos comissionados estão em número muito alto. E pressionam muito as contas dos governos. Aí você responde também à pergunta: para onde está indo o dinheiro dos impostos? Corrupção, sim, existe. Mas boa parte vai para estes cargos de indicação política, um cabide de empregos que serve para pendurar pessoas ligadas a outras com interesses escusos. 

Exemplo: após disputar a reeleição e perder, a prefeita da cidade de Betim-MG publicou em sua imprensa oficial uma lista de dispensas de cargos comissionados. Um lista para desafogar as contas públicas na tentativa de fazer com que as contas fechem no final de seu mandato para que ela não tenha problemas futuros com Lei de Responsabilidade Fiscal. Isso para não falar do corte de verbas, por exemplo, de cafezinhos nas repartições públicas, situação que vem ocorrendo, segundo funcionários públicos betinenses. Se os cargos abaixo podem ser dispensados no final do mandato, não poderiam ter sido dispensados no início? O dinheiro não poderia ter ido, por exemplo, para a saúde ou educação públicas? Segue abaixo o Diário Oficial da cidade, do dia 18 de Outubro de 2012. Clique na imagem abaixo para visualização.


Uma discussão para o término dessa farra do boi se faz necessária no Brasil. O país não pode ficar refém deste tipo de problema. Existem muitas pessoas na fila de postos de saúde, sem saneamento básico, sem emprego, na criminalidade, em escolas com professores mal pagos, ou no extremo, ainda vivendo na miséria e passando fome. Isso enquanto determinados "chefes" garantindo seu ganha-pão com salários batendo cinco mil, dez mil, vinte mil reais. Até quando isso continuará acontecendo?

Resposta: até quando a situação da charge abaixo se perpetuar.


Alan Martins.
Geógrafo formando pela UFMG.

Globalização

É incorreto afirmar que a globalização se caracteriza pela:

a - Aceleração das transações econômicas envolvendo mercadorias, capitais e aplicações financeiras que ultrapassam as fronteiras nacionais.
b - Ampliação das distâncias geográficas e temporais de forma pronunciada que se mostra cada vez mais nítida.
c - Crescente difusão de valores políticos e morais em escala universal.
d - Expansão dos fluxos de informações, que atingem todos os países, afetando empresas, indivíduos e movimentos sociais.

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo para visualização.
( Letra B )

Fonte: Concurso público Técnico Nível Superior SLU - Prefeitura BH. 2012.

LP Vs Pen Drive

Retrato do avanço tecnológico...


Telefonia

Após a década de 1990, a telefonia fixa e móvel no Brasil foi privatizada. Tudo seguiu a lógica de políticas neoliberais para tirar da mão do Estado empresas que seriam deficitárias.

São inegáveis os benefícios da privatização do setor telefônico: diminuição do preço do acesso a telefones, consequente aumento do acesso de pessoas que antes não tinham acesso, avanço tecnológico do setor, entre outros. No início da década de 2010 nota-se, porém, uma ampliação tão grande do setor que as operadoras de telefonia encontram-se em dificuldade para manter um padrão de qualidade aceitável face aos preços estratosféricos que atualmente são cobrados de seus clientes, especialmente as empresas de telefonia móvel.


O poder da mídia

Observe abaixo como uma novela é lucrativa...

Clique na imagem para melhor visualização.

Fonte: Portal Revista Exame. Disponível em: http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/como-avenida-brasil-injeta-dinheiro-na-globo. Acesso em 19 out 2012.

Como facilitar a decoreba?

Passar em um concurso público demanda muitas vezes estudo em excesso. E volta e meia aparece uma coisa para decorar, não tem jeito. Em Língua Portuguesa, por exemplo, para se classificar um tipo de predicado como Nominal, uma das peças-chave é a decoreba de 9 verbos da Língua Portuguesa. Infelizmente não tem jeito, às vezes os detalhes te separam de uma boa vaga no setor público.

Esses verbos funcionam juntamente com o Predicativo do Sujeito, formando o Predicado Nominal. Segue abaixo a lista:
-Permanecer, Ser, Virar, Estar, Ficar, Tornar-se, Andar, Parecer, Continuar.

Quando um deles não aparecem, dependendo da frase, o Predicado pode ser classificado como Verbo-Nominal, um prato cheio para organizadoras de concursos. Elas criam questões que derrubam os candidatos em armadilhas, mais frequentemente usadas que a exigência de um conhecimento profundo da língua.


Para facilitar o lembrete desses verbos, uma técnica de memorização chamada Palácio da Memória é de muita ajuda. Esta técnica consiste em você criar uma situação para associar o que você deseja lembrar a determinadas coisas, como móveis da sua casa, por exemplo.

Como para cada pessoa o cérebro funciona diferente, e como gosto muito de xadrez, resolvi associar os verbos às peças do xadrez. O problema é que o xadrez tem 6 peças diferentes. Por isso associei os verbos também a 3 jogadas importantes do jogo, para contemplar os 9 verbos que preciso decorar.

Você pode criar, portanto, o seu próprio Palácio de Memória. Para exemplificar, veja como o meu ficou:

-Rei:  deve permanecer em segurança.
-Rainha: é a melhor peça do jogo. (verbo Ser).
-Roque: vira uma Torre de lugar.
-Torres: devem estar em contato.
-Bispos: devem ficar junto aos Peões.
-Peões: tornam-se qualquer peça no jogo.
-Cavalos: andam em L.
-Cheque: parece dar a vitória.
-Cheque-Mate: adversário não continua no jogo.

Para lembrar essas frases criei um artifício também. Rei e Rainha estão uma após a outra porque elas são as peças mais importantes do jogo. O Roque menciona a Torre em sua frase, facilitando a lembrança das duas frases, assim como acontece com os Bispos e Peões. O Cavalo anda em L, todo mundo lembra disso. E Cheque e Cheque-Mate são as últimas coisas que acontecem em uma partida de xadrez.

Facilita se você visualizar mentalmente a situação. É importante também praticar o Palácio de Memória que você criou. Forçar a lembrança pelo menos uma vez ao dia. Na hora da prova, em uma eventual questão, você terá mais chances de acertá-la. Decoreba, portanto, não precisa ser um martírio.

Sobre a perspectiva...


Sobre mudança...

"Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade*."

EDSON MARQUES, escritor e poeta brasileiro**.


¹Fonte: Portal Pensador Uol. Disponível em: http://pensador.uol.com.br/autor/edson_marques/. Acesso em 18 out 2012.
**Fonte: Portal Wikipedia. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Edson_Marques. Acesso em 18 out 2012.

A urna eletrônica brasileira é segura?

Engenheiro da Politécnica da USP, Amílcar Brunazo, discorda.

Ele apresenta informações e críticas importantes sobre o assunto: a concentração de poderes na Justiça Eleitoral, a falta de fiscalização do software da urna, como são as eleições com urnas de 2ª geração em outros países, a rejeição da urna brasileira em outros países, o silêncio dos meios de comunicação tradicionais, entre outros problemas e curiosidades.



Israel VS Palestina


Localização
-A Palestina - significado Terra Prometida - é a região acima retratada localizada no Oriente Médio, na divisa com a África do Norte.

Pequeno Histórico
-5.000 a.C.: hebreus habitam a região, dando origem à Tribo de Judá, que originaram os judeus.
-Durante séculos os judeus resistiram a tentativas de invasão da região, especialmente por árabes.
-Século I d.C.: expansão do Império Romano por vastos territórios, chegando à região e expulsando os judeus da Palestina.
- Diáspora Judaica: os judeus se dispersam pelo mundo, fixando-se principalmente na Europa.
-Século V: em 476 acontece a queda do Império Romano, fazendo seus soldados saírem da Palestina.
-476 até 1918: a região passa a ser ocupada por vários povos, a maioria árabes islâmicos e turcos-otomanos.
-1918: fim da 1ª Guerra Mundial. 
-Derrotado, o Império Otomano sofre como punição de indenização a cessão das terras da Palestina à Inglaterra.
-1918-1948: Palestina fica como protetorado inglês.
-1939-1945: 2ª Guerra Mundial faz a Alemanha, arrasada pela 1ª Guerra, perseguir os judeus, que estavam quase sempre à frente dos negócios bancários e financeiros.
-1947: após o fim da 2ª Guerra, há um crescimento do movimento sionista (volta ao Monte Sinai, desejo de retorno dos judeus à região).
-Após o fim da 2ª Guerra Mundial, a Inglaterra, arrasada pelas batalhas, passa a responsabilidade da região para a ONU, sob influência dos EUA e dos judeus americanos.

Partilha da Palestina pela ONU
-Anos 1947-1948.
-Criação de Israel patrocinada pelos EUA, com ocupação de 55% do território palestino.
-Expulsão dos árabes islâmicos, que moravam há séculos na região, para a região da Cisjordânia (uma parte menor da Palestina).
-Década de 1960: Liga Árabe une-se aos palestinos e promovem guerras contra a existência de Israel.
-Desde então não há consenso entre a permanência dos israelenses na região e a constituição de um Estado para os árabes islâmicos que vivem na região da Cisjordânia e na Faixa de Gaza.

Conflitos Internos entre os Palestinos
-Ramificações islâmicas criam partidos.
-Sunitas criam o Fatah, partido moderado que aceita diálogo com os israelenses e com a ONU.
-Xiitas criam o Hamas, partido radical que prega a destruição de Israel e a expulsão dos judeus da região.
-Presidente da autoridade palestina é eleito: um sunita.
-O parlamento elege como 1º ministro um xiita, gerando um racha no governo. 
-O Fatah atua na região da Cisjordânia. O Hamas controla a região de Gaza.
-2011: relativa paz é acordada entre os partidos.

Conflito Longe do Fim
-Os árabes reivindicam a construção de um Estado Palestino.
-Porém a ONU, em especial sob influência de Israel e dos EUA, não aceitam a criação sem a delimitação dos territórios.
-A delimitação dos territórios é controversa, uma vez que os palestinos acusam Israel de, além de estarem em seu território, de continuarem com políticas de instalação de moradias do lado palestino.
-Israel, por outro lado, reivindica a região por motivos históricos e religiosos.

Crise no mercado de garrafas térmicas


A tradicional fabricante de garrafas térmicas Sobral Invicta, com fábrica em Pouso Alegre (MG), foi comprada pela americana Jarden Corporation. A transação envolveu 100% das ações da empresa de capital aberto, cujo controle estava nas mãos da família Sobral, que fundou a companhia em 1952. O valor do negócio, fechado no fim de agosto, não foi divulgado.

A Jarden - uma holding -  é dona de mais de 100 marcas de bens de consumo duráveis, como as cafeteiras Mr. Coffee, os eletrodomésticos Oster e os equipamentos para camping Coleman. A empresa foi criada quando empresário Martin Franklin comprou, em 2001, a deficitária Alltrista – uma fabricante americana de peças plásticas e metálicas. [...].

Em 2011, a Invicta vendeu 115 milhões de reais e lucrou 9 milhões de reais. A empresa, porém, estava estagnada, segundo uma fonte do mercado. “Eles mantinham produtos com o mesmo design da década de 60. A rival fluminense Aladdin está em recuperação judicial.

Fonte: Portal Veja. Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/jarden-corporation-compra-fabricante-de-garrafas-invicta?utm_source=redesabril_veja&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_veja&utm_content=feed&. Acesso em: 08 out 2012.

Pós-eleições


Tempo passando


Copiadora que não usa eletricidade

Essa máquina é antiga. Quando era aluno no ensino fundamental, no início da década de 1990, a escola utilizava o mimeógrafo, precursor das máquinas xerox atuais.

Ela teve seu protótipo patenteado nos Estados Unidos em 1887 por Thomas Edison, o mesmo inventor da lâmpada elétrica incandescente e fundador da General Elétrica - GE, atualmente grande empresa transnacional.

O custo de cada cópia era muito barato, funcionava girando-se manualmente a manivela e utilizando álcool caseiro líquido para reproduzir o que estava escrito em uma matriz. Alguns alunos reclamavam do cheiro forte de álcool das folhas quando as provas ou exercícios chegavam as suas mesas.


Atualmente em desuso, poucas escolas pelo interior do Brasil ainda a utilizam. As máquinas de xerox disseminaram-se, com grandes vantagens sobre o mimeógrafo, é verdade. Porém o progresso também tem suas desvantagens, como no tema abordado aqui há algum tempo ( CLIQUE AQUI se tiver curiosidade).

Máquina de lavar que não usa eletricidade

Projetada com apenas 40 dólares (cerca de 80 reais), a engenhoca é uma máquina de lavar que dispensa energia elétrica e ainda poupa água. Semelhante a um cesto de roupas, ela é acionada por um pedal, e necessita apenas de um terço da água usada por aparelhos convencionais.

O funcionamento é bem simples: basta colocar as roupas sujas no interior, sentar sobre o aparelho que tem um tampa acolchoada, e bombear com o pé o pedal localizada na base. Quanto mais se pedala, maior a velocidade de giro e melhor o resultado final da limpeza.



Setor elétrico brasileiro

Debate.

Por que as tarifas são tão altas se temos uma matriz energética composta predominantemente por hidrelétricas, um dos meios de se produzir energia mais barata no mundo?

Veja por que entregar energia elétrica no meio rural é mais caro que no meio urbano. A dificuldade de atualmente ter que se produzir mais energia com a necessidade de se ter reservatórios hidrelétricos menores.  E ainda outras discussões importantes sobre o setor.

Lâmpadas de garrafas PET

Economiza energia durante o dia. Usa energia solar. Recicla garrafas que iriam para o lixo.

Invenção de mineiro. Tinha que ser!


Veja como fazer...

Iglu em risco de extinção


Não requer prática nem habilidade. Para construir essa residência rústica, minimalista e ecológica, basta encontrar 5 m³ de neve compacta e convencer alguém a entrar nessa fria com você.
Para que a casa não desabe na sua cabeça, a neve precisa ser quase sólida, daquele tipo no qual você não deixa pegadas, afirma o americano Bert Yankielun, autor do livro How to Build an Igloo (“Como Construir um Iglu”, sem edição brasileira).Não requer prática nem habilidade. Para construir essa residência rústica, minimalista e ecológica, basta encontrar 5 metros cúbicos de neve compacta e convencer alguém a entrar nessa fria com você.
A princípio, parece contradição erguer uma casa de gelo para se proteger do frio. Mas, como explica o professor de física da USP Cláudio Furukawa, “o gelo é excelente isolante térmico, 100 vezes melhor que o alumínio”. É a lógica da garrafa térmica: o gelo atenua a perda do calor gerado por uma fogueira ou pelos moradores.

Infelizmente, os iglus correm risco de extinção. Um dos motivos é o famoso progresso: os nativos do Alasca, do Canadá e da Groenlândia estão sendo incorporados à civilização ocidental e aproveitando as benesses da sociedade de consumo, como imóveis não perecíveis. Outro é o aquecimento global, que torna escasso o gelo nas redondezas do círculo polar ártico. Quem mantém viva a tradição dos abrigos de gelo são caçadores esquimós, que se abrigam neles durante a temporada de caça, além de aventureiros com espírito empreendedor e muito tempo livre.

Mais segurança no trânsito

Para aumentar a segurança de quem anda de bicicleta, o aparelho é muito interessante. Poderia ser usado por motocicletas também não? O equipamento usa duas pilhas palito. Relativamente barato:  aproximadamente R$80,00.

O problema é que durante o dia vejo dificuldade em visualização.

Carro Vs Bikes


Síntese dos problemas do IDEB

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica é uma tentativa, válida, do governo tentar medir a evolução da educação no Brasil. A medição é feita através da compilação de resultados de provas aplicadas aos alunos mesclada com taxas de aprovação.

Porém a imprensa tem noticiado boas críticas ao IDEB. A primeira, com bons argumentos, é a oposição ao objetivo traçado pelo governo de alcançar nota 6 em 10 apenas no ano de 2022. Primeiro porque esse valor a maioria dos países desenvolvidos possui hoje. Em 2022 os outros países estarão bem à frente do Brasil, pois eles não ficarão estáticos em seus resultados. E o valor 6, hoje, representa algo apenas básico em avaliações internacionais como o Pisa.

A segunda boa crítica é como se dá a aplicação das provas nas escolas para posterior aferição do IDEB. Teoricamente todos os alunos de determinado ano são obrigados a fazer a prova. Porém a prática se revela diferente: não há controle sobre as faltas de alunos em dias de aplicação de provas, e já acontece estímulo àqueles alunos que estão em dificuldade na escola a faltarem deliberadamente nos dias de prova. O resultado é uma sobrevalorização dos resultados, uma vez que boa parte dos alunos ruins não fazem as provas, não compondo os resultados e não puxando os índices para baixo.

Os problemas não tiram os méritos do IDEB. Mas não se pode ignorá-los. Afinal são críticas construtivas.

Fonte: Reportagem Rádio CBN. 01 Out 2012.

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