Respeite a vaga de estacionamento

Muitas pessoas não respeitam as vagas para deficientes e estacionam seus carros em lugares reservados. A campanha abaixo mostra o contrário: e se estacionassem uma cadeira de rodas em uma vaga reservada para você? Poderia ser por um minutinho só? Veja:

Eleições e espaço urbano

Empresas legalizadas têm muitas restrições para utilizar propaganda no espaço urbano. Já políticos, em tempos de eleições, deitam e rolam! A lei deixa de existir ou a fiscalização de agir? Por quê?

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A força Jedi da motossera


Inocência dos muçulmanos

Debate.


Pressão na fronteira agrícola


O Brasil deve assumir a liderança na produção mundial de soja. Isso por que existe uma crise na produção da commoditie¹ nos EUA aliado à maior produção aqui no país. Mas e o meio ambiente?
Evidentemente existem empresários rurais que têm consciência e responsabilidade. O que não os tornam automaticamente livres das cadeias que cercam suas atividades. As duas pontas do negócio são controladas por oligopólios, do lado dos insumos e por oligopsônios², do lado da vendas.
Mesmo aqueles que primam pela melhor gestão responsável do negócio  estão submetidos às pressões destas duas pontas.
Ademais, a intensificação de tecnologia na lavoura promove uma corrida pela produtividade que estabelece os patamares mínimos da rentabilidade. Vale dizer, qualquer recurso que aumente a produtividade - lícito ou não, saudável ou não - será empregado por que, quem não o fizer, perderá sua rentabilidade, não pagará seus financiamentos e corre o risco de perder suas terras. 
Não é uma questão de simples escolha. Ou se joga o jogo ou fica de fora.  A lógica do capitalismo é implacável com quem relaxa em seu ramo. Todos se submetem a ela, independentemente de qualquer traço pessoal. A tendência geral é que os trapaceiros e desonestos, por burlarem as regras e as leis, saiam-se melhores que os demais.  Isto vale para todos os ramos [...].
O agronegócio é hoje um ramo da indústria. Com sazonalidade. Segue a lógica do capitalismo industrial controlado pelo capital financeiro.  E o que importa é o lucro. [...]. Apenas para indicar o tema, afirmo que lucro e sustentabilidade  são radicalmente incompatíveis.  
[...] É a percepção de como os negócios funcionam.

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¹Commoditie: No idioma inglês, commodities significa mercadoria,  sendo um termo de referência de produtos de base em estado bruto, considerado “matéria-prima”. Além do nível de matéria-prima, é aquele produto que apresenta grau mínimo de industrialização.
²Oligopsônio: Forma de mercado com poucos compradores, chamados de oligopsonistas, e inúmeros vendedores.
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Portal Infoescola. Disponível em: http://www.infoescola.com/economia/commodities/. Acesso em 25 set 2012.
Portal Wikipedia. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Oligops%C3%B4nio. Acesso em 25 set 2012.

Sobre resultados...

"Você nunca sabe que resultados virão de sua ação. Mas se você não fizer nada, não existirão resultados."

GANDHI. Pacifista indiano.


Rio+20: Discurso Presidente Uruguai

José Pepe Mujica fala, na Rio+20, sobre a importância da sociedade de consumo como responsável pelos danos ao meio ambiente global.




Evolução da Lua

Lembranças do terrorismo


A justiça é cega mas não é muda!


Aula Prática de Direito

Uma manhã, quando nosso novo professor de "Introdução ao Direito" entrou na sala, a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:
- Como te chamas?
- Chamo-me Juan, senhor.
- Saia de minha aula e não quero que voltes nunca mais! - gritou o desagradável professor.

Juan estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala. Todos estavam assustados e indignados, porém, ninguém falou nada.
- Agora sim! - e perguntou o professor - para que servem as leis?...

Seguíamos assustados, porém, pouco a pouco começamos a responder as suas perguntas:
- Para que haja uma ordem em nossa sociedade.
- Não! - respondia o professor.
- Para cumpri-las.
- Não!
- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
- Não!!
- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!
- Para que haja justiça - falou timidamente uma garota.
- Até que enfim! É isso... para que haja justiça. E agora, para que serve a justiça?

Todos começavam a ficar incomodados pela atitude tão grosseira. Porém, seguíamos respondendo:
- Para salvaguardar os direitos humanos...
- Bem, que mais? - perguntava o professor.
- Para diferençar o certo do errado...  Para premiar a quem faz o bem...
- Ok, não está mal, porém... respondam a esta pergunta: agi corretamente ao expulsar Juan da sala de aula?...

Todos ficaram calados, ninguém respondia.
- Quero uma resposta decidida e unânime!
- Não!! - respondemos todos a uma só voz.
- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?
- Sim!!!
- E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las?
- Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos. Não voltem a ficar calados, nunca mais!
- Vá buscar o Juan - disse.

Naquele dia recebi a lição mais prática no meu curso de Direito. Quando não defendemos nossos direitos perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia.

Fonte: Blog Vida sem Reservas. Disponível em: http://www.vidasemreservas.com/2012/08/aula-de-direito.html. Acesso em 11 set 2012.

Explicação para o Triângulo das Bermudas

Mais de 100 navios e aviões desapareceram, desde o final da Segunda Guerra, entre o arquipélago das Bermudas, o estado da Flórida, nos Estados Unidos, e a cidade de San Juan, em Porto Rico. Os limites dessa região formam um triângulo imaginário sobre as águas do mar do Caribe que há séculos desperta temores. Ainda assim, a fama do Triângulo das Bermudas como cenário de fenômenos inexplicáveis cresceu mesmo a partir de dezembro de 1945, quando cinco aviões da Marinha americana sumiram sem deixar vestígios.


As especulações sobre o incidente e a lembrança de casos semelhantes deixaram muita gente curiosa e logo a mídia passou a explorar o assunto em livros, filmes e programas de TV. Publicado em 1974, o livro O Triângulo das Bermudas, do escritor americano Charles Berlitz, vendeu 20 milhões de exemplares levantando hipóteses como a de que naves alienígenas teriam seqüestrado as embarcações desaparecidas no local.

Como o interesse popular crescia, os cientistas começaram a levar o assunto a sério, buscando uma resposta plausível. Uma das teorias que hoje tem certo crédito no meio científico culpa o gás metano, presente no subsolo oceânico do Triângulo, pelos mistérios. "A liberação do metano reduz a capacidade de flutuação de um navio e pode afundá-lo", diz o físico Bruce Denardo, da Escola de Pós-Graduação Naval de Monterey, nos Estados Unidos. Além do risco de naufrágio, o gás também provocaria explosões ao atingir a atmosfera. "Por ser uma forma bruta do gás de cozinha, o metano pode entrar em combustão com a faísca de um motor de barco ou avião", afirma o geólogo Carlos José Archanjo, da Universidade de São Paulo (USP).

Essa teoria, porém, está longe de ser uma unanimidade. Para vários especialistas há muito exagero em torno do assunto. Fenômenos bem mais comuns, como tempestades, explicariam boa parte dos naufrágios e muitos podem ter ocorrido longe da área. [...].

Viagem para a praia

Em 1947 uma empresa de ônibus de viagem anunciava o transporte da capital paulista para a baixada santista em 1h e 40 min. Note o modelo do ônibus no anúncio abaixo: a tecnologia ainda não era das melhores.


65 anos depois o mesmo trajeto é feito, em véspera de feriado, de automóvel, em angustiantes 4 horas, por causa dos gigantes engarrafamentos. Véspera de fim do mundo?

Em cidades com ciclovias


Falta de espaço...para bikes!

A Holanda é o lugar mais seguro do planeta para pedalar. O país tem praticamente uma bicicleta para cada um dos 16,7 milhões de habitantes, dos quais 10 milhões estão habilitados a dirigir uma frota de “apenas” 7 milhões de automóveis. Em cada duas pessoas que deixam suas casas em direção às escolas ou universidades, uma segue de bicicleta. Mais: um em cada quatro holandeses vai para o trabalho pedalando. São 29 mil quilômetros de ciclovias ou ciclofaixas, de acordo com a União Nacional dos Ciclistas. Como comparação, a cidade de São Paulo, com 11,2 milhões de habitantes, tem 182,6 quilômetros de faixas exclusivas, 0,62% da capacidade holandesa.


Mas o domínio das bicicletas, iniciado em 1973 por causa da crise do petróleo, começa a dar sinais de esgotamento. Em muitas cidades, a quantidade de bicicletas supera o número de habitantes. Em Amsterdã, elas estão estacionadas em todos os cantos, e um exemplo da saturação é o fato de os dois megaestacionamentos construídos nas proximidades da estação central de trem – um com capacidade para abrigar 1,2 mil bikes e outro, de três andares flutuantes, com 2,5 mil vagas – já não darem mais conta da demanda. Até mesmo um barco na mesma região foi adaptado para socorrer os ciclistas. Ele abriga 400 bicicletas no seu interior e não tem mais espaço. Alguns estacionamentos, como o do mercado de ações Beurs van Berlage, com 1,1 mil vagas, são construídos debaixo da terra.

A falta de espaço leva muitos ciclistas a deixarem suas bicicletas em locais privados, mediante o pagamento de uma mensalidade. Outros colocam as bicicletas em espécies de caixotes disponibilizados pelo governo, que cobra uma taxa anual. Cada “caixa” abriga até cinco bicicletas.

Ainda assim, a competição é tão dura que os ciclistas, numa espécie de “jeitinho holandês”, muitas vezes optam por estacionar em lugares proibidos, o que levou as autoridades a recolherem 800 bicicletas de infratores nos três primeiros meses do ano.

Segundo estudos locais, Amsterdã tem hoje um déficit de 100 mil vagas para bicicletas. Em tempos de crise econômica, a busca por espaço tem ficado cada vez mais cara. Só o projeto no subterrâneo da estação de trem da capital está avaliado em 700 mil euros. [...].

[...]

Apesar das dificuldades, [...] criar opções à bicicleta não é a melhor solução. O próprio histórico sobre rodas da Holanda ensina: desde que as primeiras ciclovias foram construídas, o número anual de mortes de crianças no trânsito caiu de 400, em 1971, para 14, em 2010. Não é por menos: além dos espaços adequados, os jovens têm desde cedo aulas teóricas e práticas de trânsito.

[...].

Fonte: Revista Carta Capital. Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/nao-ha-vagas/. Acesso em: 06 set 2012.




Benefícios de uma árvore


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