Identificação de vegetações brasileiras

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Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra C )

Fonte: Concurso público prefeitura de Nilópolis - RJ. 2011.

Tipos de redes de drenagem no Brasil

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Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra D )

Fonte: Concurso público prefeitura Nilópolis - RJ. 2011.

Armamento pesado: burocracia

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Etnobiopirataria

Os Estados e as empresas, por exemplo, do complexo químico-farmacêutico, com sede no hemisfério hegemônico do planeta, buscam sistematicamente controlar os recursos energéticos, de água e energia, em contraposição a outro pólo de países, com amplas áreas cobertas por diversidade biológica e cultural, como na África, Ásia e América Latina. 

Nessa estratégia, salta aos olhos do Norte toda a região tropical, faixa intertropical, a mais rica em biodiversidade da Terra, enquanto as grandes corporações do ramo biotecnológico localizam-se nos EUA, Europa [...] e Japão. Situação geopolítica que abre, pois, perspectivas novas para as populações das regiões de grande diversidade biocultural, como os países da Amazônia Andina - Peru, Equador, Colômbia e Venezuela, além dos amazônicos Brasil e Suriname [...]. 

A Bacia Amazônica pode estar se tornado um ‘latifúndio genético’, nas palavras de Carlos Walter Porto-Gonçalves em seu livro “A Globalização da Natureza e a Natureza da Globalização”, [...] se considerarmos os diversos interesses que incorrem sobre os recursos estratégicos ali existentes: urânio, níquel, zinco, cobre, ouro e principalmente os recursos genéticos, além do cobiçado petróleo.


[...] Certamente, os EUA visam controlar a biodiversidade em escala mundial, com o programa estratégico designado ‘International Cooperative Biodiversity Group’ - ICBG, realizado por três delineamentos essenciais: Conservação da Natureza; Desenvolvimento Econômico; Descobrimento de Drogas Medicinais. Os procedimentos das pesquisas no ICBG, aliando universidades e empresas, envolvem a coleta de informações e a obtenção de extratos naturais junto às comunidades locais - camponesas, quilombolas, indígenas, pescadoras e ribeirinhas [destaca-se aqui que  comunidades locais não são sinônimas exclusivas de comunidades rurais, pois a etnopirataria ataca também comunidades urbanas, como por exemplo grupos afrorreligiosos]. Além disso, enviam essas informações colhidas para laboratórios nos EUA, até que se identifiquem os princípios ativos desses extratos. 



Por fim, busca-se obter as patentes e a proteção para comercialização. Percebe-se o caráter etnológico dessas pesquisas, nessa prática de etnobiopirataria em proveito [de empresas transnacionais], que se justifica na medida em que essas populações são desapropriadas do conhecimento habitual que possuem, por não terem o registro escrito de suas ‘fórmulas’ e receitas. [...] A captura do saber sobre a biodiversidade, por parte dos laboratórios [...], apodera-se de um conhecido coletivo, não individualizável, dificultando o reconhecimento dos direitos de propriedade aos nativos.

[...]

Novos princípios ativos são alvo de empresas transnacionais para lucros estratosféricos com patentes.


Fonte: Blog Geopolítica. Disponível em: http://telesmundo-brasil.blogspot.com.br/2009/08/bomba-ecologica-ii-diversidade.html. Acesso em 30 mar 2012. Adaptado.

Disque Sossego BH: 156

O Disque Sossego da Prefeitura pode ser acionado por meio da Central de Atendimento Telefônico, 156. O serviço funciona 24 horas, todos os dias da semana, para o registro de reclamações de estabelecimentos comerciais barulhentos. O cidadão deve informar o local em que ocorre a perturbação, o horário e o dia em que há o problema e, a partir desse registro, é providenciada a ação. O nome do reclamante é resguardado. 

A fiscalização ocorre em plantões noturnos para o pronto-atendimento, quinta-feira e domingo, das 19h à 1h, e sexta-feira e sábado, das 20h às 2h. Nesse período, a reclamação deve ser registrada pelo 156. No horário diurno, o trabalho se dá por ações programadas e, além do 156, a população pode entrar em contato com a Prefeitura diretamente no BH Resolve (avenida Santos Dumont, 363, Centro) ou pelo web chat disponível no portal www.pbh.gov.br.


A Lei nº 9.505 de 23 de janeiro de 2008 dispõe sobre o controle de ruídos, sons e vibrações em Belo Horizonte. Os limites de emissão de ruídos são:

Em período diurno (07h01 às 19h): .............................................................................70 decibéis.
Em período vespertino (19h01 às 22h):.......................................................................60 decibéis.
Em período noturno, entre 22h01 e 23h59:.................................................................50 decibéis.
Em período noturno, entre 0h e 7h:............................................................................45 decibéis.

Às sextas-feiras, aos sábados e nas vésperas de feriados, é admitido, até às 23h, o nível correspondente ao período vespertino, ou seja, 60 decibéisOs infratores estão sujeitos às seguintes penalidades, além da obrigação de cessar a transgressão: 
-advertência.
-multa.
-interdição parcial ou total da atividade, até a correção das irregularidades.
-cassação do Alvará de Localização e Funcionamento de Atividades ou de licença. 

Os valores das multas, de acordo com sua gravidade, variam de R$ 99,69 a R$ 12.460,59. Em caso de reincidência, a penalidade de multa poderá ser aplicada em dobro e, havendo nova reincidência, a multa poderá ser aplicada até o triplo do valor inicial.

Já para reclamações de residências barulhentas o atendimento é feito pelo 190, telefone da Polícia Militar.


Fonte: Diário Oficial do Município. Belo Horizonte. 30 mar 2012. Adaptado. Disponível em: http://portal6.pbh.gov.br/dom/iniciaEdicao.do?method=DetalheArtigo&pk=1077663

Pobres VS Ricos


Perdendo a humanidade...


Os três poderes da democracia...

...e o quarto poder nem tão oculto assim!


Primeira e Segunda Revoluções Verdes


''Salvemos as sementes e os cultivos tradicionais'', diz Vandana Shiva [...].
Foi-nos dito repetidamente que, sem o uso de substâncias químicas, não teria sido garantida a segurança alimentar; que, sem a engenharia genética, não poderíamos ter enfrentado o problema da fome. Mas nem a primeira revolução verde das substâncias químicas, nem a segunda, baseada na engenharia genética, asseguraram os alimentos. Ao contrário, asseguraram bens. Os bens não alimentam as pessoas, mas sim o lucro.




O que devemos fazer é restituir aos alimentos a sua essência de fonte de nutrientes. O nosso trabalho mostrou que as sementes originais, polinizadas por mecanismos naturais, e os cultivos biológicos e ecológicos podem produzir de duas a três vezes os alimentos produzidos com a importação de sementes e de substâncias químicas. Isso foi vital para nós na Índia, porque essas importações estão levando centenas de milhares de agricultores ao suicídio.
O sistema industrial, com a importação de substâncias químicas e sementes, usa dez vezes as calorias necessárias para produzir uma caloria de alimentos. Não podemos suportar esses desperdícios, porque estão se transformando em entropia, poluição, extinção das espécies, mudanças climáticas, esgotamento da água.

Paradoxos da agricultura moderna


[...] a Revolução verde, promovida para alimentar o Terceiro Mundo, incrementou consideravelmente as fontes alimentares e permitiu evitar de modo notável a escassez; entretanto, foi preciso rever esta ideia inicial, aparentemente racional, [...] de selecionar e multiplicar sobre vastas superfícies um único genoma vegetal - o mais produtivo quantitativamente. Percebeu-se que a ausência de variedade genética permitia ao agente patógeno (o qual este genoma podia resistir) destruir, na mesma estação, toda a colheita. Então, promoveu-se o restabelecimento de certa variedade genética com a finalidade de otimizar, e não mais maximizar, os rendimentos.

Aliás, os derrames maciços de fertilizantes degradam o solo, as irrigações não levam em consideração o terreno, provocando sua erosão, a acumulação de pesticidas destrói as regulações entre espécies, eliminando o útil ao mesmo tempo que o prejudicial, provocando até mesmo, às vezes, a multiplicação desenfreada de uma espécie prejudicial imune aos pesticidas; além disso, as substâncias tóxicas contidas nos pesticidas passam aos alimentos e alteram a saúde dos consumidores.

As obras-primas mais monumentais da racionalidade tecnoburocrática ocorreram na ex-União Soviética; ali, por exemplo, se desviou o curso de rios para irrigar, mesmo nas horas mais quentes, hectares de plantações de algodão sem árvores, provocando a salinização do solo com a subida do sal da terra, a volatilização das águas subterrâneas, o desaparecimento do mar de Aral.


As grandes monoculturas eliminaram as pequenas policulturas de subsistência, agravando a escassez e determinando o êxodo rural e a favelização urbana. Esse tipo de agricultura cria desertos no duplo sentido do termo - erosão do solo e êxodo rural. Daí decorre o paradoxo: o século XX produziu avanços gigantescos em todas as áreas do conhecimento científico, em todos os campos da técnica. Ao mesmo tempo, produziu cegueira para os problemas globais, fundamentais e complexos, gerando erros e ilusões.

Fonte: Os sete saberes para a educação do futuro. MORIN, Edgar. São Paulo: Cortez; Brasília, DF. Unesco. 2000. P.44.




Características de domínio morfoclimático 2


Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra C )

Fonte: Concurso público prefeitura Sorocaba - SP. 2012.

Uso do carvão mineral


Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra D )

Fonte: Concurso público prefeitura Sorocaba - SP. 2012.

Uso da cartografia


Respostas corretas: selecione os espaços entre parênteses abaixo.
Pergunta 1 - ( Letra A )
Pergunta 2 - ( Letra E )

Fonte: Concurso público prefeitura Sorocaba - SP. 2012.

Terrorismo

Analisando as redes terroristas, Haesbaert e Porto-Gonçalves (2006) afirmam que é fundamental distinguir o clássico terrorismo "paraestatal" do atual terrorismo globalizado do qual o exemplo mais significativo é:

a - Hammas.
b - ETA.
c - IRA.
d - FARC.
e - Al-Quaeda.

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra E )

Fonte: Concurso público prefeitura Sorocaba - SP. 2012.

Biodiversidade


Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra D )

Fonte: Concurso público prefeitura Sorocaba - SP. 2012.

Características de domínio morfoclimático


Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra C )

Fonte: Concurso público prefeitura de Sorocaba - SP. 2012.

Hidroeletricidade


Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra E )

Fonte: Concurso público prefeitura Sorocaba - SP. 2012.

Identificando domínio morfoclimático


A paisagem acima (foto) é encontrada em (mapa):
a - 1
b - 2
c - 3
d - 4
e - 5

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra D - Domínio dos Mares de Morro )

Fonte: Concurso público prefeitura Sorocaba - SP. 2012.

Inovação em energia solar

A silenciosa guerra da água


Quanto vale a vida? “Para começar, um bom copo de água”, responde com ironia Jerôme, um dos participantes do Fórum Mundial Alternativo de Água (FAME) que se reuniu na França, paralelamente ao muito oficial Fórum Mundial da Água (FME). Duas “cúpulas” e duas posturas radicalmente opostas que expõem até o absurdo o antagonismo entre as multinacionais privadas da água e aqueles que militam por um acesso gratuito e igual a este recurso natural cuja propriedade é objeto de uma áspera disputa nos países do Sul. Basta apontar a identidade dos organizadores do Fórum Mundial da Água para entender o que está em jogo: o Fórum oficial foi organizado pelo Conselho Mundial da Água. Este organismo foi fundado pelas multinacionais da água Suez e Veolia e pelo Fundo Monetário Internacional, incansáveis defensores da privatização da água nos países do Sul.

O mercado que enxergam diante de si é colossal: um bilhão de seres humanos não tem acesso à água potável e cerca de três bilhões de seres humanos carecem de banheiro. O tema da água é estratégico e tem repercussões humanas muito profundas. [...] Cerca de 2.500 pessoas morrem por dia por não dispor de um acesso adequado à água potável. A metade delas é de crianças. Comparativamente, 100% da população de Nova York recebe água potável em suas casas. A porcentagem cai para 44% nos países em via de desenvolvimento e despenca para 16% na África Subsaariana.

As águas turvas dos negócios e as reivindicações límpidas da sociedade civil, que defende o princípio segundo qual a água é um assunto público e não privado e uma gestão racional dos recursos, chocam-se entre si sem conciliação possível.  Um exemplo dos estragos causados pela privatização desse recurso natural é o das represas Santo Antonio e Jirau, no rio Madeira, a oeste do Amazonas, no Brasil. As duas represas têm um custo de 20 bilhões de dólares e, na sua construção, estão envolvidas a multinacional GDF-Suez e o banco espanhol Santander. A construção dessas imensas represas provocou o que Ronack Monabay, da ONG Amigos da Terra, chama de “um desarranjo global”. As obras desencadearam um êxodo interior dos índios que viviam na região. Eles foram se refugiar em outra área ocupada por garimpeiros em busca de ouro e terminaram enfrentando-se com eles.

“Deslocamento de populações, inundação de terras agrícolas e de matas e esgotamento de espécies aquáticas são algumas das consequências nefastas dessas megaestruturas”, denuncia Ronack Monabay. As represas se Santo Antônio e Jirau ameaçam também várias populações indígenas ao longo do rio Madeira [...].  Nenhuma destas populações indígenas foi consultada sobre a viabilidade dos projetos. Eles foram impostos a elas, juntamente com todos os males que os acompanham.

O exemplo do Brasil é extensivo a outros projetos similares em Uganda ou Laos, onde as multinacionais da água semeiam a destruição. O direito à água para todos foi reconhecido pelas Nações Unidas em 2010. No entanto, esse reconhecimento está longe de ter se materializado em fatos. Emmanuel Poilane, diretor da Fundação France Libertés, criada por Danielle Miterrand, falecida esposa do também falecido presidente socialista François Miterrand, lembra de um dado revelador: “dos 193 países que integram a ONU, só 30 deles inscreveram esse direito na Constituição. Mas esses 30 países são todos do Sul”. O Norte quer água privada para encher os caixas de seus bancos e pouco importa o custo humano que a escassez de água pode causar às populações destes países.

[...]

As ONGs não perdem as esperanças e apostam na mobilização social para contrapor a influência das megacorporações. Neste contexto preciso, todos lembram o exemplo da Bolívia. Jacques Cambon, organizador do Fórum Alternativo Mundial da Água e membro da ONG Aquattac, recorda o protesto que ocorreu na cidade de Cochabamba: “dezenas de milhares de pessoas manifestaram-se na rua em protesto contra o aumento da tarifa da água potável imposto pela multinacional norteamericana Bechtel”.

A guerra da água é silenciosa, mas existe: conflito em Barcelona causado pelo aumento das tarifas, quase guerra na Patagônia chilena por causa da construção de enormes represas e da privatização de sistemas fluviais inteiros, antagonismos em Barcelona e em muitos países africanos pelas tarifas abusivas aplicadas pelas multinacionais. A pérola fica por conta da Coca Cola e de suas tentativas de garantir o controle em Chiapas, México, das reservas de água mais importantes do país. Jacques Cambon está convencido de que “o problema do acesso à água é um problema de democracia. Enquanto não se garantir o acesso e a gestão da água sob supervisão de uma participação cidadã haverá guerras da água em todo o mundo”.

[...]

A margem de manobra é estreita. Nada indica que os tomadores de decisão estão dispostos a modificar o rumo de suas ações. A mudança climática colocou uma agenda que as multinacionais, os bancos e o sistema financeiro resistem a aceitar. Seguem destruindo, em benefício próprio e contra a humanidade. Ante a cegueira das multinacionais, a solidariedade internacional e o lançamento daquilo que se chamou na França de “um efeito mariposa” em torno da problemática da água são duas respostas possíveis para frear a seca mundial. 

Fonte: Portal Carta Maior. Disponível em: http://cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19782. Acesso em 19/03/2012.

Megacidades ou cidades globais?

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Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra D )

Fonte: Concurso público professor Minas Gerais. 2012.

Megacidade ou Cidade Global? Critério de definição


Uma das características mais significativas do espaço mundial contemporâneo é a intensa articulação existente entre um amplo conjunto de cidades, o que levou muitos autores a afirmar a existência de uma rede urbana global. Esse sistema é reconhecidamente hierárquico e comandado por certo número de metrópoles, as quais ocupam níveis diferentes de relevância e inserção na rede. Dentre essas metrópoles, destacam-se as megacidades e as cidades globais, conceitualizações distintas, mas não mutuamente excludentes, de núcleos urbanos de importância significativa para as diversas economias nacionais e para a economia mundial.

Os critérios para identificar uma megacidade e para reconhecer uma cidade como global, respectivamente, são:

A) demográfico – funcional.
B) populacional – político.
C) territorial – tecnológico.
D) econômico – industrial.
E) financeiro – histórico.

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra A )

Fonte: Concurso público Prefeitura Palmas - TO. 2010.

Várzea, Igapó ou Terra Firme?


A Floresta Amazônica se destaca como o mais extenso e conhecido domínio morfoclimático brasileiro. Contudo, pode-se afirmar que existem, na verdade, “várias florestas” na Amazônia.

1-Ocorrem em solo permanentemente alagado, em terrenos baixos, próximos aos rios. As árvores atingem até 20 metros de altura, com ramificação baixa e densa. Aparecem muitos arbustos e cipós.

2-Localizam-se sobre terrenos periodicamente alagados e sua composição florística varia de acordo com a duração do período em que ela é alagada. Várias de suas plantas são utilizadas para a produção da borracha.

3-As árvores são muito altas, atingindo de 60 a 65 metros de altura. As florestas são compactas, perenifólias e higrófilas. No alto, as copas das árvores formam um dossel contínuo que retém 95% dos raios solares, tornando o interior da floresta muito escuro e úmido.

Os três segmentos da Floresta Amazônica descritos acima são, respectivamente, conhecidos como Matas de:

A) Terra Firme – Várzea – Igapó.
B) Várzea – Igapó – Terra Firme.
C) Igapó – Terra Firme – Várzea.
D) Várzea – Terra Firme – Igapó.
E) Igapó – Várzea – Terra Firme.

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra E )

Fonte: Concurso público Prefeitura Palmas - TO. 2010.

Rodovia Transamazônica


Em meados de 1972, o então presidente General Emílio Médici inaugurou a rodovia Transamazônica, uma das obras mais simbólicas e polêmicas do regime militar. O principal propósito de caráter espacial anunciado à época pelo governo, para a construção dessa rodovia, foi o de:

A) escoar a produção de borracha para o exterior.
B) conectar os núcleos da rede urbana amazônica.
C) integrar a Amazônia ao espaço econômico nacional.
D) articular a Zona Franca de Manaus ao mercado nordestino.
E) assegurar a preservação ambiental da fronteira norte do país.

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra C )

Fonte: Concurso público Prefeitura Palmas - TO. 2010.

Localização de empresas de alta tecnologia


“O advento da indústria de alta tecnologia introduziu uma nova lógica de localização industrial. Esse novo espaço industrial caracteriza-se pela capacidade organizacional e tecnológica de separar o processo produtivo em diferentes localizações, ao mesmo tempo em que reintegra a sua unidade por meio de conexões de telecomunicações e da flexibilidade e precisão resultante da microeletrônica na fabricação de componentes”.
(Adaptado de CASTELLS, Manuel. A Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999. P. 412)

A citação acima faz referência à configuração das modernas redes produtivas, as quais articulam complexos fluxos de mercadorias e são a espinha dorsal do espaço industrial contemporâneo. Dois atributos espaciais prioritários para a localização das empresas de alta tecnologia nessas redes produtivas estão indicados em:

A) proximidade do mercado consumidor – abundância de mão de obra barata.
B) nível de organização sindical – grau de preservação do meio ambiente.
C) excelência das redes técnicas – oferta de mão de obra qualificada.
D) existência de fontes de energia – extensão da rede ferroviária.
E) presença de matéria-prima – proximidade de portos fluviais.

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra C )

Fonte: Concurso público Prefeitura Palmas - TO. 2010.

Modelo pós-fordista


“De modo mais geral, o período de 1965 a 1973 tornou cada vez mais evidente a incapacidade do fordismo e do keynesianismo de conter as contradições inerentes ao capitalismo, Na superfície, essas dificuldades podem ser mais bem apreendidas por uma palavra: rigidez.”
(HARVEY, David. Condição Pós-Moderna. São Paulo: Loyola, 1992.P. 135.)

O momento histórico assinalado pelo autor destaca o início da crise do modelo de desenvolvimento fordista e a subsequente transição para o modelo pós-fordista ou sistêmico-flexível, que se imporia na reorganização do modo de produção capitalista na globalização. Duas características marcantes desse atual modelo de desenvolvimento são:

A) terceirização de atividades – personalização do produto.
B) padronização da produção – crescimento dos estoques.
C) produção em massa – ampliação da durabilidade do produto.
D) homogeneização do consumo – regimes de trabalho informais.
E) redução da concentração financeira – desvalorização da força de trabalho.

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra A )

Fonte: Concurso público Prefeitura Palmas - TO. 2010.


Uso da água


A água doce representa 2,5% do volume total de água no planeta. Contudo, se considerarmos esse quantitativo, apenas 0,4% dele está disponível sob a forma de água superficial e na atmosfera, sendo o restante basicamente água subterrânea e gelo. Desta forma, apesar de ser abundante, a água doce é limitada, o que resulta na necessidade de a humanidade promover uma gestão cuidadosa desse recurso. 

A atividade humana responsável por cerca de 2/3 do consumo mundial de água e o componente do ciclo hidrológico que devolve à atmosfera até 70% da água precipitada são:

A) comércio – subdução.
B) industrial – infiltração.
C) urbana – meteorização.
D) serviços – interceptação.
E) agropecuária – evapotranspiração.

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra E )

Fonte: Concurso público prefeitura Palmas - TO. 2010.

Elemento natural mais importante para hidrelétricas


Apesar das diversas vantagens envolvidas na geração de energia hidrelétrica, existem impactos ambientais relevantes associados a essa fonte de energia. Um dos mais importantes é o alagamento de extensas áreas pelo lago da barragem da usina. Uma forma de medir esse impacto é a relação matemática entre a energia gerada (em watts) e a área alagada (em m2). A relação ideal, segundo os engenheiros, deve ficar acima de 10 W/m2. A Usina de Xingó (SE/AL) tem índice de 58,8 W/m2 e a de Balbina (AM) 0,11 W/m2. Considerando a relação expressa acima, o elemento natural mais importante para que seja verificado o menor comprometimento ambiental possível quando da construção de uma usina hidrelétrica, é:

A) geologia cristalina da área da usina.
B) topografia acidentada do vale fluvial.
C) impermeabilidade do solo circundante.
D) índice pluviométrico elevado da região.
E) vegetação de floresta pluvial nas encostas.

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra B )

Fonte: Concurso público Prefeitura Palmas - TO. 2010.

Objetivo principal da OMC


A mundialização ou globalização do capitalismo intensificou os fluxos econômicos internacionais e amplificou a necessidade de regulação das trocas internacionais. No caso do comércio de mercadorias, existe uma instituição com o propósito de exercer essa função, que é a OMC - Organização Mundial de Comércio -, criada em 1994.

O principal objetivo dessa organização é:

A) promover a assinatura de acordos de livre-comércio e de união aduaneira.
B) padronizar as normas técnicas e sanitárias para produção de bens.
C) restringir ações unilaterais contrárias à liberalização comercial.
D) eliminar formas de controle tarifário para as mercadorias.
E) impedir a formação de cartéis e monopólios globais.

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra C )

Fonte: Concurso público Prefeitura Palmas - TO. 2010.

Planaltos, Planícies ou Depressões?


Classificar as formas de relevo sempre foi um desafio, diante da diversidade de formas do modelado terrestre. No caso brasileiro, isso pode ser verificado pelas diferentes propostas de divisão do relevo em grandes unidades morfológicas. O professor Jurandyr Ross, da Universidade de São Paulo, apresentou, no ano de 1989, uma proposta de definição e classificação do relevo brasileiro que vem sendo utilizada em grande número de publicações.

As definições abaixo foram elaboradas pelo referido autor.

1-Apresentam uma característica genética muito marcante que é o fato de terem sido geradas por processos erosivos com grande atuação nas bordas das bacias sedimentares.

2-Correspondem às áreas essencialmente planas geradas por deposição de sedimentos recentes de origem marinha, lacustre ou fluvial.

3-São áreas onde predominam os processos de erosão, circundados por extensas áreas de menor altitude, o que, por conseguinte, põe em evidência os relevos mais altos que ofereceram maior dificuldade ao desgaste erosivo.

(Adaptado de ROSS, J.L.S. (org.). Geografia do Brasil. São Paulo: EDUSP. )

As formas de relevo que correspondem às descrições apresentadas são, respectivamente:
A) planaltos – planícies – depressões.
B) planícies – planaltos – depressões.
C) depressões – planaltos – planícies.
D) planaltos – depressões – planícies.
E) depressões – planícies – planaltos.

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo:
( Letra E )

Fonte: Concurso público Prefeitura Palmas - TO. 2010.

O lado escuro da Lua e seus buracos


Buracos
Ao contrário da Terra, ela não possui uma atmosfera para frear ou desintegrar os meteoros que se dirigem à sua superfície. Resultado: esses corpos celestes acabam atingindo o solo lunar com força total, causando buracos que variam conforme a dimensão e a forma de cada um. 
A maioria das grandes crateras da Lua foi formada por uma tremenda chuva de meteoros ocorrida há cerca de quatro bilhões de anos, que atingiu todo o Sistema Solar. [...] A maior parte das crateras da Lua fica em sua face oculta, pois a Terra atraiu os meteoros que iriam atingir a face visível. Nosso planeta também foi golpeado, mas a atmosfera brecou ou destruiu por atrito muitos dos fragmentos - daí o nosso número reduzido de crateras. Na Terra, temos ainda a chuva e o vento para jogar terra dentro dos buracos até tapá-los.
Na Lua não há nenhum desses fenômenos e eles permanecem intactos. Por isso, até as micropartículas cósmicas que atingem sua superfície acabam formando orifícios com menos de 1 mm de diâmetro, obviamente invisíveis para o olho humano.
O Lado Escuro
A rotação da Lua sobre seu próprio eixo e sua translação ao redor da Terra têm a mesma duração. O efeito dessa sincronia, para um observador terrestre, é como se a Lua estivesse parada - por isso, enxergamos sempre a mesma face lunar.

Movimentos e Fases da Lua

Fonte: Revista Mundo Estranho. Disponível em: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/por-que-a-lua-tem-tantas-crateras. Acesso em 13 mar 2012.

O agronegócio brasileiro

Algumas comparações com o agronegócio do exterior, exposição sucinta dos problemas por que passam o campo e sua relação difícil com o meio ambiente.

Baseado em análise de Regina Araújo, doutora em Geografia pela USP, e Paula Watson, também formada em Geografia pela USP.




Muro de plantas com garrrafas pet

Grandes ideias merecem destaque.


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