Relógio de água

Já existe relógio que funciona sem pilhas e baterias. Veja o relógio movido a água.

Deflação

A economia japonesa vai, curiosamente, mal das pernas. Está patinando faz algum tempo. Uma das metas do Primeiro Ministro do Japão para o próximo ano é, para espanto de nós brasileiros, gerar inflação.


Enquanto no Brasil a inflação está, nos últimos anos, frequentemente acima da meta estipulada pelo Banco Central - 4,5% ao ano, no Japão o que existe é deflação. Explica-se que o citado fenômeno é uma inflação negativa. Em um primeiro momento pensa-se que é bom para os consumidores, afinal os preços estão com tendência de queda. Porém o fenômeno, quando atinge uma economia por muito tempo, gera prejuízos também para os consumidores.

Isso porque com uma tendência de deflação, a economia japonesa não cresce. Por que um consumidor compraria um produto hoje por 10 dinheiros, se amanhã ele será oferecido por 9, ou 8 e até 7? Por outro lado as empresas também freiam sua produção, afinal se um produto hoje der 4 dinheiros de lucro, amanhã poderá dar 3, 2, ou nada, ou em um futuro próximo poderá dar prejuízo!

Gerar inflação é uma das soluções almejadas pela economia do Japão. Eles desejam algo em torno de 2% ao ano, para estimular os consumidores a comprarem hoje, fazendo a economia girar. Como se pode ver, não há nada perfeito em economia.

Fonte: Rádio CBN. 106,1, Belo Horizonte. Matéria veiculada dia 25 dez 2012.

Sobre o xadrez

Histórico¹
O xadrez é um jogo de cálculo, ou seja, um exercício mental cuja disciplina tem se desenvolvido através dos tempos. Sua invenção tem sido atribuída aos antigos egípcios por alguns autores, e aos gregos na campanha de Tróia por outros. Sua prática tem sido dada como certa entre os antigos romanos, porém nada disso pôde ser provado. Segundo alguns historiadores que se dedicam ao assunto, seu berço teria sido na Índia do século V ou VI, derivado do antiguíssimo jogo hindu "Chaturanga" (que significa quatro lados). Daí teria passado à Pérsia, onde foi buscar o mundo islâmico, que por sua vez transmitiria à Europa pela invasão muçulmana na Península Ibérica ou no confronto oriente-ocidente das Primeiras Cruzadas.


É lógico que o tabuleiro não é assim!

Valores Fictícios das Peças²
Alguns enxadristas estipulam valores a cada peça a título de comparação em trocas durante o jogo (um captura a peça de um jogador que em contrapartida captura outra do adversário). Estes valores consideram a jogabilidade média de cada peça, e pode variar conforme o andamento do jogo (se está no meio para o final do jogo, algumas peça adquirem mais força que outras).Assim vejamos:
Rainha - 9 pontos
Torre - 5 pontos
Bispo - 3 pontos
Cavalo - 3 pontos
Peão - 1 ponto
Rei - 4 pontos (seu valor na verdade é inapreciável, pois se ele não pode ser capturado senão o jogo termina).

A Captura
É preciso fazer uma diferenciação do xadrez para a dama. No jogo de damas um adversáiro captura sua peça pulando-a. No xadrez a captura faz com que a peça do seu adversário ocupe a casa em que a peça capturada estava.

O Movimento de Cada Peça
Rainha: anda para qualquer lado do tabuleiro, quantas casas o jogador quiser.
Torres: andam para frente e para o lado, quantas casas o jogador quiser. Não andam na diagonal.
Bispos: andam nas diagonais para frente e para trás. Um bispo percorre somente as casas brancas e o outro percorre somente as casas escuras.
Cavalos: andam em formato de "L", ou seja, andam duas casas para frente e uma para qualquer lado; duas casas para trás e uma para qualquer lado; uma casa para frente e duas para qualquer lado; uma casa para trás e duas para qualquer lado. O importante é fazer um "L" com uma pequena perna em qualquer posição no tabuleiro, desde que o cavalo não fique em cima de uma peça de seu batalhão. Se ficar em cima de uma peça do batalhão adversário significa uma captura.
Peões: anda para frente, uma casa de cada vez. Captura o adversário que estiver em suas diagonais posteriores. Não se move para trás. Quando estão nas casas iniciais do jogo têm a prerrogativa de pular duas casas para frente.
Rei: anda para qualquer lado, só que uma casa de cada vez.

¹ e ² Retirados de um antigo livro que versa sobre o assunto, mas que não me recordo qual.

Desgaste ou ferrugem?

"Sejamos pessoas de ação. É preferível o desgaste do que a ferrugem, a inércia é altamente prejudicial." 

MÁRCIO KUHNE, palestrante motivacional.


Tutorial de Xadrez

Video explicativo de como se jogar xadrez, para iniciantes.

Riscos da vitória

"Vencer sem riscos é triunfar sem glória."

PIERRE CORNEILLE, dramaturgo francês, século XVII.


Terra vista à noite

Novas imagens da Nasa, de um satélite que orbita o planeta. Observe as regiões mais iluminadas da Terra, mais visíveis no hemisfério norte. Observe também a escuridão da África, e as regiões da América do Sul mais iluminadas, principalmente o eixo Rio-São Paulo, no Brasil.

O computador e o cérebro

"O maior perigo não é os computadores começarem a pensar como os homens, mas os homens começarem a pensar como computadores."

SYDNEY HARRIS, jornalista e escritor estadunidense.


Mineração

O que a mineração faz com o meio ambiente ilustrado em uma imagem. Os governos recebem muito menos de royalties quando comparados à extração de petróleo.


Fonte: Portal National Geographic. Disponível em: http://viajeaqui.abril.com.br/materias/sua-foto-novembro-de-2012#1. Acesso em: 05 dez 2012.

Toda privada tinha que ser assim...

Se existe um meio de economizar água na descarga, por que as empresas continuam a vender descargas diferentes, e por preços mais baixos? 

Deveria haver uma lei que obrigasse apenas as descargas do tipo econômica a ser vendidas. Ou uma lei isentando de impostos as descargas que fosse fabricadas pensando em economia de água, estimulando o consumidor a querer comprar somente as que economizam. 

Duas descargas em uma. Para cocô é só apertar no meio, mais água é utilizada.

Descarga para xixi: menos água é usada, em grande escala ajuda o meio ambiente.

Desrespeito em seis imagens

Endereço: Avenida do Contorno, esquina com Rua Grão-Mongol, Savassi, Belo Horizonte - MG. A preferência é para pedestre, mas poucos motoristas respeitam (veja a placa da imagem 1). Clique nas imagens para ampliação.

Repare no homem de camisa branca e na mulher de camisa azul ao fundo da imagem. Eles atravessarão a primeira faixa de pedestre e aguardarão na calçada para atravessar a faixa onde ninguém respeita...

Imagem 1: sinalização com preferência para pedestre.

Imagem 2:  Pedestres começam a esperar a preferência que é deles.

Imagem 3: A espera continua...

Imagem 4: Continua...

Imagem 5: Continua...

Imagem 6: Finalmente conseguem atravessar.

Bicicleta


Derivados do petróleo


Mídia


Na escola...


O infinito...

Clique na imagem para melhor visualização.

Colher de plástico


O problema das minas terrestres


A humanidade não consegue ser mais criativa do que quando inventa formas de destruir seus semelhantes [...], [porém] nada é tão cruel quanto a mina terrestre.
É uma arma barata, [...] a simples ameaça é suficiente para atrasar o inimigo. Infelizmente não ficam só na ameaça, e os exércitos que tão alegremente espalham milhões delas quando começam suas guerras, não as recolhem quando acabam.
Remoção de minas é um trabalho especializado e caro. Alguns estimam que o custo é de mais de US$1000 por mina. Stalin tinha métodos bem mais rápidos e baratos, mas hoje em dia logo apareceria algum chato reclamando da técnica de mandar prisioneiros de guerra caminhar por campos minados.
Agora um cidadão de nome Massoud Hassani, nascido e criado em Cabul [Afeganistão] teve uma ideia genial: Baseado em brinquedos de papel que criava quando era criança, criou um equipamento autônomo, movido pelo vento, capaz de detonar minas terrestres.
O Mine Kafon é feito com bambu, plástico e materiais locais, custa US$40,00 e resiste a 3 ou 4 minas. Agora estão em fase de captação de parceiros, para produzir em massa o negócio. Com 10 milhões de minas oficialmente no Afeganistão, muitas datando do tempo dos russos, cada uma que for detonada propositalmente conta, pois diminui a chance de ser pisada por uma garotinha indo pra escola, atividade por si só extremamente perigosa naquele país.
Fonte: Portal Meio Bit. Disponível em: http://meiobit.com/111459/mcgyver-afego-resolvendo-o-problema-das-minas/. Acesso em 23 nov 2012.

Mudança e exemplos

"Seja você a mudança que tanto procura nos outros. As pessoas não mudam com cobranças, mudam com exemplos."

Autor desconhecido.


Felicidade x Inteligência

Interpretação: o gráfico Happiness (Felicidade) x Intelligence (Inteligência) indica que quanto maior é sua felicidade menor é sua inteligência; e que quanto maior é a inteligência menor é a felicidade.

Será verdade?

Gráfico de Lisa Simpson.

Fonte: Portal The Lisa Simpson Book Club. Disponível em: http://lisasimpsonbookclub.tumblr.com/. Acesso em 20 nov 2012.


Cartografia Atual


Introdução
-No século XXI o uso da cartografia se faz principalmente por mapas digitais.
-Google Maps, GPS em automóveis e em Smarthphones estão amplamente disseminados.
-A “gratuidade” e a facilidade de uso destes recursos ajudam a disseminar o gosto pelo uso de mapas no cotidiano.
-A disseminação por plataformas móveis, como os smartphones, traz uma demanda enorme pelo serviço.
-A Microsoft, criadora do Windows, também entrou no mercado com seu Bing Maps, mais popular nos EUA.
-Criar e manter esses serviços estão a cada dia mais complexos e caros.
-Alternativas baratas não são viáveis, principalmente pela falta de confiabilidade.
-Começar um novo serviço como esse do zero traz muitas dificuldades.
-A exemplo da Apple, que recentemente tentou implementar um serviço próprio de mapas e se viu criticada pela baixa qualidade do serviço.

Bing Maps, da Microsoft.


Nível de Dificuldade do Serviço
-Não basta reunir conteúdo de diferentes fontes e jogá-los sobre coordenadas definidas.
-Desníveis de terreno e erros em diferentes bancos de dados tornam o serviço complexo e sujeito a muitos erros.
-Necessidade de atualizações frequentes.
-Necessidade de correção de erros de maneira rápida.
-Necessidade de manter equipes de campo especializadas em várias localidades, de diferentes países.
-Popularização a cada dia maior destes serviços.
-Oferecer informações de localização de endereços, restaurantes ou rotas tornou-se uma oportunidade de lucrar no futuro.
-Diante desse cenário de lucro, outras empresas decidiram entrar neste mercado como protagonista, como a Apple, independentemente das consequências e desafios que essa estratégia implica.
-Ao contrário de outros setores, a tecnologia não conseguiu substituir a mão de obra humana na produção de mapas.
-Para que dados sejam confiáveis, é necessário que pessoas percorram muitos quilômetros para definir rotas, fazer atualizações e corrigir erros.
-As equipes de campo têm que ser grandes.
-Não basta passar no local uma só vez. É preciso voltar sempre.
-As cidades crescem, surgem bairros, ruas mudam de nome e de sentido. Prédios são demolidos, outros erguidos, lojas abrem e fecham. Confirmar tudo é impossível para um sistema de máquinas.
-O trabalho de campo é difícil, porém obrigatório para as empresas.
-As empresas chegam a criar 4 versões de mapas por ano.

Como os Mapas são Feitos
-Primeiro as empresas buscam imagens de satélites da região, fazendo-se um primeiro traçado da região.
-Problema: imperfeições do terreno, comuns em Minas Gerais, cujo terreno é repleto de morros.
-Equipes percorrem as áreas para validar e verificar a localização e adicionar dados, como direção e velocidade máxima permitidas.
-Carros seguem tirando fotografias panorâmicas dos locais, como o Street View.
-Adotam-se, também, informações de usuários dos serviços, de maneira voluntária, por pessoas que reportam erros às empresas; outra de forma involuntária, quando o software reportar erro no uso dos mapas às empresas.
-GPS em automóveis que sugerem rotas aos motoristas, e essas são descumpridas sistematicamente, a empresa percebe um erro, mandando alguém ao local ou verificando a rota.
-Mesmo assim não existe um mapa perfeito. É um trabalho que não tem fim.

As Empresas Líderes
-Estes serviços estão basicamente nas mãos de três empresas:
-Google: gigante de buscas norte-americana.
-Nokia: empresa finlandesa de celulares.
-Tomtom: fabricante holandesa de GPS portáteis.
-Tomtom e Nokia não desenvolveram seus sistemas do zero.
-Compraram, bem caro, empresas menores que já faziam este serviço.
-Nokia comprou a Navteq por 8,1 bilhões de dólares em 2007.
-Tomtom comprou a Tele Atlas por 4,5 bilhões de dólares em 2008.
-Atualmente quem quiser  oferecer este serviço tem 3 opções:
-1: pagar licença de uso à Tomtom ou à Nókia.
-2: fazer um serviço mesclado.
-3: fazer tudo sozinho.
-O Google escolheu, em 2005, começar a fazer tudo do zero. Ela licenciava mapas da Tele Atlas.
-A Apple escolheu, em 2012, o mesmo caminho. Um atraso que não perdoa.
-O alto preço dos royalties foi um dos motivos que levaram o Google a iniciar produção própria neste mercado.
-Empresas como o site Apontador chegaram a contratar equipes de campo para produzir seus próprios conteúdos, mas viram os custos e desistiram, partindo para o licenciamento de empresas como a Tele Atlas.
-O líder do mercado, Google Maps, é “gratuito”: você paga pelo serviço com sua audiência, através de anúncios, como a TV aberta.
-O serviço se sustenta com anúncios apresentados e cliques dos usuários sobre esses anúncios.

Oligopolização do Mercado x Iniciativa Aberta
-Oligopólios trazem riscos, como o aumento do custo aos consumidores.
-O Google já cogita tarifar diretamente o usuário, através da extrapolação de um limite de usos.
-Algumas empresas, na contramão, já oferecem este serviço com a colaboração dos usuários, uma espécie de Wikipedia dos Mapas – o Open Street Map.
-Qualquer um pode entrar e adicionar uma informação.
-Mudanças são monitoradas e revisadas por outros usuários, ajudando a evitar vandalismo e garantia de qualidade dos dados.
-O serviço é mantido por doações.
-A qualidade do serviço ainda está condicionada ao local pesquisado.
-Empresas como Tomtom criticam a iniciativa aberta, afirmando que estes serviços são pouco confiáveis.
-Uma reação parecida quando a Enciclopédia Britânica criticava a Wikipedia.
-Voluntários conhecem mais as áreas do que funcionários contratados?

Fonte: Revista Info. O Mapa é o Tesouro. Edição 322. Novembro 2012. P.81-85. São Paulo: Editora Abril.

Troco em bala


O caminho do sucesso

Muhammad Ali, um dos maiores boxeadores de todos os tempos, quando questionado sobre seu sucesso e perguntado sobre quantos abdominais ele fazia respondeu assim:

"Eu não conto quantas repetições abdominais eu faço, só começo a contar quando começa a doer."




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