Evolução dos tempos...


Resumão Tipos Climáticos


Fatores como latitude, altitude, maritimidade, continentalidade, pressão atmosférica e influência das correntes marítimas também ajudam a definir os dez tipos principais de climas do mundo. Veja a seguir as peculiaridades de cada um:

Polares: é o clima com as menores temperaturas do planeta: no inverno, ela permanece em torno de -30ºC e, no verão, a média é de 4ºC. está presente no extremo norte do Canadá, da Rússia e do Alasca, em parte da península Escandinava e na Antártica. A umidade relativa do ar é alta entre 70% e 80%, mas a precipitação, bastante reduzida: cerca de 100 milímetros de neve acumulados ao ano. 

Temperados: Apresentam as quatro estações bem definidas. Há diferenças entre os locais próximos e os que estão longe do mar. E se dividem, basicamente, em:

 - Temperado Mediterrâneo: É o clima predominante no sul da Europa, golfo do México e sudeste da China, entre outras regiões. Os verões são quentes e secos – a temperatura chega a 30ºC – e os invernos, moderados e com um pouco de chuva. As mínimas de temperatura podem atingir 0ºC.
- Temperado Continental: Também de latitudes médias, o temperado continental está presente nas áreas interiores da América do Norte, da Europa e do leste da Ásia. O inverno é muito rigoroso e o verão quente - as médias de temperatura são -5ºC e 24ºC, respectivamente. As chuvas são escassas, sobretudo no inverno. É interessante notar que, apesar de estarem ambos nas mesmas latitudes, os climas temperados oceânico e continental são muito diferentes, por causa da distância em relação ao mar. No temperado continental, é a continentalidade que justifica a umidade relativa do ar mais baixa e a grande amplitude térmica anual.
- Temperado Oceânico: Presente nas regiões de litoral das latitudes médias, como o oeste e noroeste da Europa. As chuvas são abundantes durante o ano e as temperaturas não sofrem muita variação - os invernos são frios (média de -3ºC) e os verões, frescos (média de 15ºC). A proximidade com o mar (maritimidade) é um fator de influência nesse clima: a água, que demora mais para se aquecer e, depois, para se esfriar, mantém a amplitude térmica baixa no continente. As chuvas bem distribuídas no decorrer do ano também se devem à umidade da região litorânea, que recebe as massas de ar do oceano. 

Tropical: Fica nas áreas entre os trópicos de Câncer e de Capricórnio, cobrindo grande parte do território brasileiro e do continente africano, Índia, península da Indochina e norte da Austrália. O clima é quente, com média anual superior a 20ºC. As chuvas são intensas no verão e, no estante do ano, ocorrem mais nas regiões próximas ao mar. No Sudeste Asiático, destacam-se as chuvas de monções, tempestades torrenciais provocadas pelo vento úmido que sopra do oceano. Quando começa o verão, o continente se esquenta rapidamente, formando uma zona de baixa pressão, e as massas de ar do oceano trazem as chuvas; essa dinâmica, comum em outros pontos do planeta, tem maiores proporções nessa região em virtude da vastidão da terra (o continente asiático) e de mar (os oceanos Índico e Pacífico) envolvida no fenômeno.

Equatorial: Quente e úmido durante o ano todo, está presente na região da linha do Equador e nas áreas de baixa latitude, como a América Central, a Indonésia, a região central da África e o norte do Brasil. A umidade relativa do ar é elevada, com média anual de 90%, e a chuva é abundante durante o ano todo. A temperatura também é alta e estável, com média anual de 25ºC ; 

Subtropical: É o clima das regiões ao sul do trópico de Capricórnio: sul de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A quantidade de chuva não varia muito durante o ano, mas as temperaturas mudam bastante: o inverno é frio e o verão, quente. 

Tropical Árido:  Ocorre em regiões como o Saara, o centro da Austrália, norte do México e sul dos EUA. O índice pluviométrico é baixíssimo: a média anual de precipitação é inferior a 250 milímetros, o equivalente a cerca de um mês de chuva no clima equatorial. A umidade relativa do ar também é muito baixa, cerca de 40%. A amplitude térmica diária é elevada: de dia a temperatura ultrapassa os 40ºC e, à noite, chega a graus negativos.

Continental árido: Clima seco, presente nas regiões temperadas: Ásia Central (Cazaquistão, no interior da China e Mongólia), Patagônia e planalto oeste das Montanhas Rochosas (EUA). A precipitação é tão escassa quanto a do clima tropical árido, abaixo dos 250 milímetros por ano, mas, diferentemente deste, a temperatura apresenta grande variação no decorrer do ano: no verão, a média é de 17ºC e, no inverno, de -20ºC.
Montanhoso: Ocorre nas cadeias de montanhas ao redor do globo: áreas elevadas dos Andes, Montanhas Rochosas, Alpes e Himalaia. É um clima frio, com temperatura que diminui 6ºC a cada mil metros de altitude. Acima dos 2 mil metros há neve constante. A umidade relativa do ar varia conforme o lado da cadeia: a média é de 90 do lado do vento (barlavento), caindo para até 30 do lado contrário (sotavento). A quantidade de precipitação também é variável, chegando a 2 mil milímetros por ano nas regiões tropicais.
Fonte: Portal Guia do Estudante. Disponível em: http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/geografia/resumo-geografia-tipos-climaticos-646812.shtml. Acesso em 25 nov 2011.

De saída...


Processos erosivos...

Analise a descrição de dois processos erosivos e marque a afirmativa correta.



I - São características erosivas relativamente permanentes nas encostas, possuindo paredes laterais íngremes e, em geral, fundo chato, ocorrendo fluxo de água no seu interior durante os eventos chuvosos. Algumas vezes se aprofundam tanto que chegam a atingir o lençol freático. O desmatamento, o uso agrícola da terra, o superpastoreio e as queimadas, quase sempre, são responsáveis pelo surgimento desse evento erosivo, associado com o tipo de chuva [...].

II - São formadas quando a velocidade do fluxo de água aumenta nas encostas, tornando o fluxo turbulento. O aumento do gradiente hidráulico pode ocorrer por uma série de motivos: aumento da intensidade da chuva, aumento do gradiente da encosta, ou ainda, por que a capacidade de armazenamento de água, na superfície, é excedida, e então a incisão começa a acontecer no topo do solo. São, quase sempre, iniciadas a uma distância crítica do topo da encosta, onde o escoamento superficial se torna canalizado. O desmatamento e o uso agrícola da terra podem acelerar tais processos.

a  - I é voçoroca e II é ravina.
b - I é ravina e II é voçoroca.
c - I e II são voçorocas.
d - I e II são ravinas.

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra A )

Fonte: Concurso público Prefeitura de João Monlevade. 2011. Adaptado.


Grupos terroristas


Qual grupo terrorista tem a sua atuação específica nessa região?
a - IRA.
b - ETA.
c - Taleban.
d - Al Qaeda.
e - As Farc.

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra B )

Fonte: Concurso público Prefeitura João Monlevade - MG. 2011.

O cubo mágico

Quebra-cabeça tridimensional, inventado pelo húngaro Ernő Rubik em 1974. Originalmente foi chamado de "Cubo Mágico" pelo seu inventor, mas o nome foi alterado pela Ideal Toys para Cubo de Rubik. 

Ele possui várias versões. A versão 3x3x3 é a mais comum, composta por 54 faces e 6 cores diferentes. Atualmente existem campeonatos de resolução do cubo. E existem pessoas que o resolvem próximo do tempo de 10 segundos! Veja o vídeo abaixo:

Movimentos

Início
Existem várias resoluções do cubo mágico. A de competição permite a resolução do cubo 3x3x3 em 10 segundos, ou menos. O inconveniente é que você terá que memorizar uma quantidade muito grande de fórmulas, o que não será abordado aqui. 

E como resolver o cubo memorizando 6 (seis) fórmulas? Essa é a proposta deste site: o aprendizado pelo Método de Camadas. As primeiras instruções estão abaixo.

Movimentos e nomenclatura
Se você está no estágio inicial, anote em uma folha de caderno a nomenclatura abaixo (em amarelo). Vai facilitar seu aprendizado.

D - direita horário: movimente o cubo em sua parte direita no sentido horário.
D' - direita anti-horário: movimente o cubo em sua parte direita no sentido anti-horário.

E - esquerda horário: movimente o cubo em sua parte esquerda no sentido horário.
E' - esquerda anti-horário: movimente o cubo em sua parte esquerda no sentido anti-horário.

T - topo horário: movimente o cubo na parte do topo no sentido horário.
T' - topo anti-horário: movimente o cubo na parte do topo no sentido anti-horário.

F - frente horário: movimente o cubo na parte da frente no sentido horário.
F' - frente anti-horário, movimente o cubo na parte da frente no sentido anti-horário.

B - base horário: movimente o cubo na parte de baixo no sentido horário.

B' - base anti-horário: movimente o cubo na parte de baixo no sentido anti-horário.

Ajuda
Veja o pequeno vídeo abaixo. Ele apresenta os movimentos da nomenclatura acima. Servirá para você se acostumar com as seis fórmulas que serão apresentadas nas próximas postagens. Se quer aprender a resolver o cubo, você deve vê-lo.

Objetivo 1

Introdução
Se você já está acostumado com os movimentos do Cubo, o seu primeiro objetivo é formar uma cruz no topo. Mas uma cruz no topo em que a cor coincida com as cores centrais de cada lado do cubo. Conforme abaixo:

Este é o  1º objetivo

Ajuda
Este objetivo é conseguido de maneira intuitiva, não existem fórmulas prontas de utilização. Veja o pequeno vídeo abaixo. Ela ajudará a saber como fazer. 

Enquanto o ônibus não passa...


Grande cidade: atrativo para os pobres

"Como a grande cidade já era um lugar atrativo para os pobres desde o período anterior à globalização, esta contribui para aumentar a atratividade."
(SANTOS, Milton; SILVEIRA, Maria Laura. Brasil: território e sociedade no início do século XXI)


Assinale a alternativa que apresenta uma das causas para a afirmativa acima:
a - Os terrenos para habitação têm preços mais acessíveis.
b - Serviços melhores do que os oferecidos nas cidades médias.
c - Maior possibilidade de acesso aos objetos técnicos modernos.
d - Maior mobilidade decorrente de um melhor sistema de transporte.
e - Acolhimento de muitas atividades do circuito inferior da economia.

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra E )

Fonte: Concurso público Oficiais do Exército Brasileiro. 2010.

Tecnopolos


Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra D )

Fonte: Concurso público Oficiais do Exército Brasileiro. 2010.

Biomas pelo mundo


Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra E )

Fonte: Concurso público Oficiais do Exército Brasileiro. 2010.

Zonas áridas pelo mundo

O mapa abaixo mostra a distribuição das áreas áridas e semi-áridas do planeta. Assinale a alternativa mais adequada à figura:



a - As áreas axureadas do mapa representam ecossistemas onde atual sistemas morfoclimáticos de subúmidos, portanto com forte predomínio da ação química.
b - A área A, representa o conjunto morfoclimático subúmido com intensa ação de movimentos de massa, como os fluxos de lama e terra.
c - As Florestas Equatoriais representam a maior faixa de biodiversidade do planeta, onde importantes rios atual processos de lixiviação e laterização.
d - A vegetação hidrófila e palustre do Atacama (área C) é consequência da lata pluviosidade anual e proporciona uma ótima barreira contra a erosão eólica.
e - A área B refere-se às áreas de ocorrência de sistemas morfoclimáticos onde predominam processos de erosão eólica e grades variações de temperatura.

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra E )

Fonte: Concurso público Oficiais do Exército Brasileiro. 2010.

Atração ao capital móvel

"Se os capitalistas se tornam cada vez mais sensíveis às qualidades espacialmente diferenciadas de que se compõe a geografia do mundo, é possível que as pessoas e forças que dominam esses espaços os alterem de um modo que os torne mais atraentes para o capital móvel."
(HARVEY, David. Condição Pós-moderna)


Assinale a alternativa que tem correspondência com o texto acima:
a - A competição dos lugares.
b - A urbanização modernista.
c - A involução metropolitana.
d - Homogeneizações territoriais.
e - As dinâmicas de regionalização.

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra A )

Fonte: Concurso público Oficiais do Exército Brasileiro. 2010.

Objetivo 2

Introdução
Na postagem anterior você viu que o primeiro objetivo do cubo é a formação de uma cruz no topo, uma cruz que coincida com os centros laterais. Cruz no topo feita, agora deve-se partir para o segundo objetivo. 

E qual é? Veja abaixo:

Este é o 2º objetivo: resolver a 1ª camada

Fórmula
Esta etapa precisará do uso da primeira fórmula. Então pegue uma caneta e um pedaço de papel para anotar:

D' - B' - D - B : Direita anti-horário, base anti-horário, direita horário, base horário.

O objetivo é o acerto dos quatro cantos superiores do cubo, terminando a primeira camada.

Ajuda
O vídeo abaixo aborda novamente o Objetivo 1, a montagem da cruz no topo. E aborda o Objetivo 2, com a utilização da fórmula passada acima. Veja-o, pois você visualizará a posição do cubo em que deverá ser aplicada a fórmula.

Sobre a vitória...

"Nenhum vencedor acredita no acaso".

NIETZSCHE. Filósofo Alemão.


Ricos e Pobres


Objetivo 3

Introdução
Após a resolução da primeira camada, parte-se para o terceiro objetivo de resolução do cubo mágico: a solução da segunda camada.

Este é o 3º objetivo

A segunda camada é resolvida apenas colocando-se os cantos nos respectivos lugares. Isso porque os centros são fixos. E para este objetivo serão passadas duas fórmulas diferentes.

Utilizando as fórmulas
Quando você estava resolvendo a primeira camada, ela foi resolvida no topo. Você deve inverter o cubo, deixando o topo resolvido agora na base. Ao virar o cubo, busque por peças que não tenham as cores do topo. Assim coloque as faces batendo com os respectivos centros (ver imagem abaixo), para então utilizar as fórmulas.

Caso a cor que esteja no topo necessite ir para a esquerda (1ª imagem abaixo), utilize a primeira fórmula. Caso contrário utilize a outra. São duas fórmulas básicas que exigem memorização. Então anote aí:


Para a esquerda, utilize: T', E', T, E, T, F, T', F'


Para a direita, utilize: T, D, T', D', T', F', T, F

Ajuda
Veja o vídeo abaixo, ele lhe ajudará a superar essa fase. O autor do vídeo trata T (topo horário) como C (cima horário), o mesmo valendo para os movimentos anti-horários. Não interfere na resolução do cubo.

Objetivo 4

Introdução
Se você chegou até aqui, significa que já consegue resolver a primeira e a segunda camadas. Sendo assim, vamos para a terceira camada. Ela é a mais complicada de todas, e o 4º objetivo se refere a apenas construir uma cruz no topo da  terceira camada, da cor de seu centro.

Este é o 4º objetivo
A fórmula
Anote aí:

F - D - T - D' - T' - F' : Frente horário, Direita horário, Topo horário, Direita anti-horário, Topo anti-horário, Frente anti-horário.

Situações de uso da fórmula
Essa fórmula será utilizada para três tipos de situação, abaixo descritas:

1 - Você encontra somente um ponto no topo do cubo (imagem abaixo): ponto que se refere à cor do centro do topo. Se você se deparar com essa situação, é só aplicar a fórmula acima, visando à formação de um pequeno "L". Vale fazer a fórmula em qualquer posição do cubo.

1ª situação que você pode encontrar ao começar a resolver a terceira camada.

2 - Você pode encontrar de cara um pequeno "L" , ou seja, o centro, por exemplo, da cor azul, e mais duas peças da mesma cor, formando um L. Deixe-o com o "L" invertido, com sua perna virada pra esquerda e sua parte alta virada para o fundo (como na imagem abaixo). Aplique novamente a fórmula acima, visando à formação de uma linha.

Colocando o "L" da forma acima, busca-se a formação de uma linha,

3 - Se você já se deparar com uma linha, deixe-a deitada (conforme imagem abaixo) e aplique a mesma fórmula, visando a formação da cruz no topo.

Depois da aplicação da fórmula nessa situação, chega-se ao 4º objetivo.

Observação
É importante salientar que você pode se deparar, após a resolução da primeira e segunda camadas, com qualquer uma das três situações acima, ou mesmo já com a cruz no topo já formada. Assim terá mais trabalho se deparar com apenas o ponto no centro do topo.

Se você já se depara com a cruz no topo formada, o quarto objetivo já está alcançado, devendo apenas passar para o 5º objetivo do cubo mágico, tema da próxima postagem.

Ajuda
Veja o vídeo abaixo, ele poderá te ajudar muito. O autor do vídeo trata o movimento T (topo) como C (Cima). Isso não altera em nada a resolução do cubo.


Objetivo 5

Resumo dos passos anteriores
Você conseguiu resolver a primeira e segunda camadas. Na terceira camada, já consegue fazer uma cruz no topo, mas essa cruz ainda não coincide com os respectivos centros.

Fórmula: acertando os cantos da cruz do topo
Você deverá procurar qual canto da cruz já está batendo com o respectivo centro.Caso seja um canto: gire somente a parte de cima do cubo, até encontrar dois cantos batendo com os centros.
-Primeiro caso: os cantos que batem são opostos.
-Segundo caso: os cantos que batem com os centros estão um do lado do outro.

A fórmula para resolver ambos os casos:

D T D' T D T² D' : Direita horário, Topo horário, Direita anti-horário, Topo horário, Direita horário, Topo horário duas vezes, Direita anti-horário.

Ao utilizar essa fórmula no primeiro caso, você chegará ao segundo caso. Utilizando essa fórmula no segundo caso, você chegará ao quinto objetivo do cubo mágico.

Este é o 5º objetivo

Observações
Você poderá resolver o quarto objetivo, criar um cruz qualquer no topo, e cair em qualquer um dos casos descritos acima. Se você já cair no segundo caso aplicará a fórmula somente uma vez, o que economizará tempo. Se cair no primeiro caso, deverá aplicá-la duas vezes.

A fórmula do quinto objetivo pode ser utilizada ou não.Isso porque pode acontecer de você resolver a primeira e a segunda camadas e, por sorte, você já encontrar a cruz do topo formada com os respectivos centros corretos.

Sendo assim não seria necessário a utilização da fórmula que foi passada, mas isso acontece muito pouco. Por isso você deverá memorizar a fórmula, já que na maioria das vezes você se confrontará com um dos dois casos expostos acima.


Ajuda
O vídeo abaixo cita T (topo) como C (cima). Isso não interfere em nada no poder de resolução da fórmula citada. 

O vídeo revela as posições corretas do cubo para utilização da fórmula, mostrando no primeiro 1 minuto e 40 segundos como resolver o 5º objetivo. E começa a dizer como chegar no 6º objetivo, tema da próxima postagem. Para conseguir esse objetivo você não precisa assistir ao vídeo inteiro.


Objetivo 6

Resumo dos passos anteriores
Você conseguiu resolver a primeira e segunda camadas. Na terceira camada, já consegue fazer uma cruz no topo. E a cruz do topo já coincide como os respectivos centros.

Passo 1
O objetivo agora é acertar a posição dos cantos na terceira camada. Colocá-los em seus lugares, independente se estarão certos ou invertidos. Você deverá observar se um dos cantos já estão na posição correta, mesmo se invertido. Caso nenhum esteja certo, você deverá aplicar a fórmula deste objetivo, descrita abaixo:

T E T' D' T E' T' D : Topo horário, Esquerda horário, Topo anti-horário, Direita anti-horário, Topo horário, Esquerda anti-horário, Topo anti-horário, Direita horário.

Em caso de você já encontrar um canto correto, você deverá passar direto para o segundo passo.

Passo 2
Após realizar estes movimentos, você notará que um dos cantos ficará no lugar certo, mesmo que invertido. Se já encontrou um dos cantos no lugar correto, ao solucionar o 5º objetivo, deve partir daqui. 

Depois de notar que um dos cantos está no lugar certo, você deverá colocá-lo à sua esquerda,  ao fundo (ele deverá ser posicionado na parte traseira do cubo). Em seguida você deverá repetir a fórmula acima, até que todos os cantos estejam nos lugares corretos, mesmo que invertidos.

Ajuda
O autor do vídeo cita T (topo) como C (cima). Isso não interfere em nada no poder de resolução da fórmula citada. 

O vídeo revela as posições corretas do cubo para utilização da fórmula. Veja-o para não ter dificuldades.




Observações
O vídeo trata o sexto objetivo como 2 casos, mas penso que isso é desnecessário para quem está começando a aprender. O autor ensina, em outro vídeo, que existe um segundo caso, com outra fórmula para decorar. 

Mas não existe a necessidade de memorizar outra fórmula para resolver o cubo. Isso porque se você aplicar a fórmula passada nesta postagem onde ele considera o segundo caso, você conseguirá chegar onde ele considera o primeiro caso. Aí é só repetir novamente a mesma fórmula, quando você conseguirá chegar ao sexto objetivo.

Resumão Domínios Morfoclimáticos do Brasil

Clique na imagem para ampliá-la.

Objetivo 7

Resumão
Este é o último objetivo do cubo mágico. Você já conseguiu fazer a primeira camada. Você já conseguiu fazer a segunda camada. Na terceira camada, você já fez a cruz do topo. Esta cruz do topo coincide com os respectivos centros. Os cantos da terceira camada já estão nos seus lugares, independente se estão invertidos.

O sétimo objetivo: acertar os cantos da terceira camada de forma definitiva, mantendo as outras camadas de forma correta, finalizando o cubo.

Este é o objetivo final!

Fórmula
Boa notícia: a fórmula é a mesma utilizada para acertar os cantos da primeira camada. Relembrando:

D' B' D B : direita anti-horário, baixo anti-horário, direita horário, baixo horário.

Ajuda
Segue abaixo o vídeo para ajuda. Você verá a posição correta de aplicação da fórmula para não errar a resolução e bagunçá-lo.

Velocidade de modernização


A modernidade globalizadora ocorre de forma diferenciada na cidade e no campo. Assinale a alternativa que comprova tal afirmativa:

a - O campo é mais receptivo à modernização atual.
b - A cidade se adapta melhor aos fluxos modernizantes.
c - A cultura da cidade é mais permissiva à modernização.
d - As rugosidades do campo o torna mais lento do que a cidade.
e - A urbanização gera uma maior velocidade de absorção da cidade.

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra A )

Fonte: Concurso público Oficiais do Exército Brasileiro.2010.

Localização de indústrias de alta tecnologia



São fatores de localização da indústria de alta tecnologia:
a - proximidade do mercado e de universidades.
b - grande oferta de mão-de-obra e matéria prima.
c - institutos de pesquisa e os serviços da localidade.
d - distância dos mercados e salários dos trabalhadores.
e - pre-existência de mão de obra qualificada e consumidores.

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra C )

Fonte: Concurso público Oficiais do Exército Brasileiro. 2010.

Localização de cidades


Dica: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Para resolver a questão corretamente, você deverá associar a época do ano com a estação climática. Exemplo: em janeiro, é verão no hemisfério norte ou sul? E em julho? Se você souber essa resposta conseguirá resolver a questão. )

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra A )

Fonte: Concurso público Oficiais do Exército Brasileiro. 2010.

Coordenadas geográficas


Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra B )

Fonte: Concurso público Oficiais do Exército Brasileiro. 2010.

Resumo Fórmulas Cubo Mágico

Movimentos
-D: direita horário.
-D*: direita anti-horário.
-E: esquerda horário.
-E*: esquerda anti-horário.
-B: base horário.
-B*: base anti-horário.
-F: frente horário.
-F*: frente anti-horário.
-T: topo horário.
-T*: topo anti-horário.

Primeira Camada: 
-Acerto dos cantos: D* - B* - D - B 

Segunda Camada:
-Movimento para a direita: T - D - T* - D* - T* - F* - T - F
-Movimento para a esquerda: T* - E* - T - E - T - F - T* - F*

Terceira Camada:
-Formação da cruz do topo: F - D - T - D* - T* - F*
-Acerto da cruz do topo com os centros laterais: D - T - D* - T - D - T - T - D*
-Posicionamento correto dos cantos superiores: T - E - T* - D* - T - E* - T* - D
-Acerto dos cantos e finalização: D* - B* - D - B


Dicas
-Para visualização das situações em que as fórmulas são utilizadas verifique as outras postagens da seção Cubo Mágico.
-Você vai precisar visualizar essas situações porque as fórmulas somente são úteis quando você sabe a posição correta de utilização das mesmas.

Metrô: Brasil VS Mundo

É ou não é uma vergonha o quanto estamos atrasados? O Brasil perde até mesmo para outras cidades na América do Sul.




Fonte: 
Portal Revista Encontro. Disponível em: http://www.revistaencontro.com.br/revista/edicao/125/cidade/metro-nao-tem-outra-solucao.html. Acesso em 08 nov 2011.


Periurbanização


Definição
"Processo de expansão periférica da mancha urbana através de subúrbios separados da mancha urbana contínua".


Texto
“O espaço das metrópoles sempre foi dividido em numerosos subespaços, diferenciados tanto pela idade das construções e o conteúdo humano quanto pelas atividades que nele se localizam. A imbricação (1) desses fatores fraciona a grande cidade em unidades complexas, cujas articulações se traduzem por relações e deslocamentos intensos (...).

O esquema clássico opõe o centro da cidade, mais ou menos dividido em centro de negócios, centro de vida etc., aos bairros residenciais ou industriais. A evolução recente permite imaginar um futuro nitidamente distinto, ao menos para as grandes cidades que se tornarão as metrópoles de amanhã. O rápido desenvolvimento de suas funções de comando acompanha-se de localizações mais diversas dessas atividades e do [setor] terciário que as acompanha: vêm-se nascer multipolaridades, núcleos de atividades nos lugares atrativos das periferias.[...]

As encruzilhadas da circulação internacional, estações ferroviárias e aeroportos são com freqüência os suportes dessas novas localizações. Suas cercanias tornam-se os espaços de acolhida de todos esses fluxos de pessoas e mercadorias. [...].

O mito da residência no campo, [...] um ‘estilo de vida’, vai se perpetuar, ou mesmo se amplificar na mente dos citadinos irritados pelo barulho e pela poluição da cidade grande? Do meu ponto de vista, a resposta não é unívoca (2). Cumpre, antes de tudo, levar em conta a distância-tempo entre a casa e o local de trabalho. Com a multipolaridade progressiva da metrópole, os transportes em comum, organizados em função da predominância do centro da cidade, atendem mal às necessidades, o carro individual se choca com os engarrafamentos e os custos. [...] Outro fator pode pesar sobre o futuro desse modo de habitar: a insegurança crescente ligada à pequena e média delinqüência. Vê-se isso mais claramente nas grandes cidades da América do Sul [...].

Em São Paulo, as pessoas abastadas, até uma época recente, sempre optaram pela residência individual nos bairros mais afastados do centro [...] A insegurança, mais que a distância, provoca uma mudança: não podendo voltar para casa sem arriscar-se a sofrer uma agressão num cruzamento [...] muitos ricos preferem hoje o imóvel residencial na cidade, com um único grande apartamento por andar e forte proteção na entrada: grade, guarda etc. Assim se transformou, por exemplo, o tradicional bairro de Higienópolis, perto do centro da cidade, onde as antigas casas foram substituídas por imóveis de luxo de quinze a vinte andares. Essa nova demanda pesa sobre a transformação do velho tecido urbano e tende a devolver à periferia seu papel de zona residencial para os pobres: estes foram expulsos das zonas degradadas da cidade pelo impulso da renovação destinada aos ricos [...]".



Comentário
Nota-se uma das consequências da periurbanização: a urbanização periférica tranforma áreas antes tranquilas para instalação de condomínios fechados, caso de Alphaville Lagoa dos Ingleses em Minas Gerais - ainda tranquilo, em áreas inseguras e intranquilas, caso de Alphaville em São Paulo. Formam-se subúrbios separados da mancha urbana contínua, trazendo novas dificuldades de moradia e vivência para os "alphavillenses". Os prédios-condomínios de luxo, no centro das cidades, começam a ganhar espaço. Os economicamente desfavorecidos são empurrados a morar em periferias, mais uma vez.


Fontes
Concurso público Prefeitura de Valparaíso de Goiás. IBEG. 2010.
Portal Geomundo. Disponível em: http://www.geomundo.com.br/geografia-30193.htm. Acesso em 04 nov 2011. Adaptado.
Michel Rochefort. Redes e sistemas. São Paulo, Hucitec. 1998. p. 162-165

Notas
1 - Imbricação - dispor coisas uma sobre as outras, de modo que umas se sobreponham, em parte, às outras.
2 - Unívoca - com mesmo sentido em empregos diferentes.

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