Melhorando as aulas de Geografia...


Para quem não entendeu, o mapa acima trata-se de uma montagem do mundo de Super Mário World, jogo do console Super Nintendo.

Fuso Horário: Problema



Para visualização do player em tela inteira, basta clicar em "Abrir em uma nova janela", o quadradinho do lado de "Slide".

Autor: Alan Martins.

Nevoeiro


Sobre o fenômeno atmosférico denominado nevoeiro, é INCORRETO afirmar que:

a - Também conhecido como neblina e cerração, constitui-se em uma nuvem muito baixa e/ou em contato com o solo, formada por gotículas d'água.
b - Ocorre em noites de céu limpo, quando, ao se resfriar por radiação, a umidade contida no ar se condensa, resultando em uma nuvem próxima ao solo.
c - Ocorre quando há a advecção de ar frio sobre superfícies líquidas, de modo que o vapor incorporado pelo ar frio o satura e, ao se condensar, gera nevoeiro.
d - Ocorre somente em vertentes de barlavento, onde o ar úmido é forçado a ascender e, por resfriamento adiabático, há a condensação do vapor.
e - Ocorre quando a água evaporada de uma superfície líquida quente se condensa ao entrar em contato com a camada de ar sobrejacente relativamente mais fria.

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra D )

Fonte: Concurso público Prefeitura Recreio - MG. 2011.

Qual o sentido do rio?

Analise a carta topográfica acima e identifique a direção do escoamento do rio representado.
a - SE
b - NO
c - SO
d - NE
e - S

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra C )

Fonte: Concurso público Prefeitura Recreito - MG. 2011.

Explicação: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Para começar, você deve saber que SE é Sudeste, NO é Noroeste, SO é Sudoeste, NE é Nordeste e que S representa o Sul. A seta com o N, ao lado da figura, indica para que lado é o Norte, no caso pra cima. O Sul fica pra baixo, então você já pode eliminar a alternativa E da questão. 

Para não errar é só lembrar que quando o Norte está na parte de cima do papel, o Oeste estará sempre na esquerda e o Leste sempre na direita. Para encontrar os pontos colaterais, é só juntar dois cardeais:
- N + O (Norte mais Oeste): Noroeste.
- N + E (Norte mais Leste): Nordeste.
- S + O (Sul mais Oeste): Sudoeste.
- S + E (Sul mais Leste): Sudeste.

O rio está desenhado do canto inferior esquerdo para o superior direito. O canto inferior esquerdo é a junção de S + O (Sudoeste) e o canto superior direito é a junção de N + E (Nordeste). Elimina-se assim as alternativas A e B da questão. 

Resta agora saber em que sentido o rio corre, ou seja de onde para onde. Aí você deverá verificar pelas altitudes demarcadas pelas curvas de nível. Lembre-se sempre, o rio corre do lugar mais alto para o mais baixo. Dê uma olhada na carta topográfica, você notará que as altitudes do NE são bem maiores que a do SO. Portanto justifica-se a letra C, o rio está correndo no sentido Sudoeste. )


A privatização do espaço público

Espreitando em esquinas escuras, das quais surgem para interferir no tráfego, transformar em estacionamento áreas públicas em reforma ou extorquir quem precisa de vagas, os flanelinhas privatizaram o trânsito noturno dos quarteirões da Savassi, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Os espaços da área nobre, um dos símbolos da capital mineira, são regidos por esses “agentes paralelos” de trânsito, e acabam dominados para atender o seu lucro. Apesar de sucessivas denúncias [...], tudo ocorre à revelia da fiscalização da Polícia Militar e da Guarda Municipal, lentas demais para coibir abusos em tantos locais. [...]. Quando a PM finalmente age e aborda os clandestinos, que sequer usam colete de “licenciados”, descobre que muitas vezes são criminosos procurados travestidos de guardadores.

As corporações até circulam pela região [...] [onde] os quarteirões fechados e em revitalização da Praça Diogo de Vasconcelos vinham sendo depredados e transformados em estacionamento clandestino. Mas quem passa pela região à noite constata que a ocupação ilegal da praça é apenas o ponto alto de uma situação sem controle. “A ausência do poder público é que possibilita esses constrangimentos à população e a apropriação do espaço público. As forças de segurança e de trânsito sabem e têm mapeadas essas ações, mas só agem pontualmente, permitindo que esses clandestinos atuem quando os fiscais vão embora”, avalia o especialista em segurança pública Robson Sávio Reis Souza, da organização não governamental Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

[...]. A situação é mais absurda no movimentado quarteirão da Rua Sergipe, entre as ruas Tomé de Souza e Antônio de Albuquerque. Ali, no lado esquerdo do sentido do fluxo, a placa de trânsito é clara: depois das 20h o estacionamento deixa de ser paralelo e passa a funcionar em 45°. Medida para atender quem precisa parar o carro na área – onde há seis bares em apenas um quarteirão – sem prejudicar o tráfego na via de três faixas. Contudo, já às 18h30 os guardadores começam a organizar o estacionamento em 45°. Sem fiscalização, sentem-se à vontade para garantir um lucro maior enfileirando o máximo de veículos possível, ainda antes do fim do happy hour de sábado, geralmente às 20h.

O “dono” do quarteirão ali é um rapaz alto, com touca, bigodes e fisionomia ameaçadora. Assim que um carro sai da vaga, ele orienta o próximo a manobrar e estacionar em 45°. No momento da parada, ele se aproxima dos motoristas, a maioria jovens, casais de namorados e grupos de amigos. Quando são homens, pede um “trocado” para vigiar. Com mulheres e jovens mais franzinos, o tom da abordagem engrossa e o valor começa a ser estipulado. “Deixa ‘dezinho’ (R$ 10) aí agora, que depois fica tranquilo quando você voltar”, insinua.



Ao estacionar os carros daquela forma, o guardador consegue alinhar 40 veículos. Quase o dobro das 22 vagas de estacionamento paralelo que são permitidas até as 20h. Do outro lado, onde o estacionamento é ao lado do meio fio, cabem 19 automóveis de passeio. O movimento intenso e os públicos distintos permitem fazer um cálculo aproximado de quanto esses agentes ilegais podem faturar em pouco mais de seis horas, entre o início da noite e o começo da madrugada: quase R$ 900.

O movimento engrossa no fim da tarde, com o happy hour, seguido da chegada dos frequentadores de bares, a partir das 20h, e então, das 23h em diante, a movimentação de quem procura as boates da Tomé de Souza e da Antônio de Albuquerque. Para fazer uma estimativa do ganho desses agentes clandestinos, se cada vaga, durante a noite e a madrugada, for usada por três carros, e cada um pagar o mínimo, que gira em torno de R$ 5, o lucro dos donos daquela rua chegaria a R$ 885, com o manejo de 177 veículos.

[...]

[...]. A “garantia”, segundo eles, é a sua própria presença, desde que satisfatoriamente remunerados. Se a BHTrans não aparece, a sensação do cliente é a de que o serviço do guardador é bom. Ele recebe, se já não tiver sido pago anteriormente, e as pessoas se veem estimuladas a prosseguir usando o serviço. [...] porém, quem pagou adiantado ao guardador de carros para estacionar em vagas de deficientes, na Rua Antônio de Albuquerque, perdeu o dinheiro e não encontrou o carro na volta. O guincho da BHTrans passou pelos flanelinhas, lacrou as portas dos carros e os rebocou para o pátio, deixando para trás apenas um adesivo avisando sobre a remoção. Uma fiscalização pontual, insuficiente para resolver o problema.

[...]. A Polícia Militar e a Guarda Municipal responderam nos dias seguintes, ocupando parte dos quarteirões e anotando infrações por toda região. Das 13h às 17h de quinta-feira, apenas o Batalhão de Polícia de Trânsito aplicou 246 multas (média de uma por minuto), principalmente por estacionamento irregular. Mas, no fim de semana, a fiscalização relaxou, os donos da rua se sentiram à vontade para agir e o desrespeito voltou a ocupar seu espaço.

Período chuvoso

Todo final de ano é a mesma coisa: tragédias se repetem por muitas cidades brasileiras por causa das chuvas. Muitos dirão que é culpa das pessoas que constroem casas em áreas de risco. Mas a verdade é que se pudessem escolher essas pessoas estariam morando em condomínios fechados.

O fato é que a natureza não perdoa: as cidades avançaram suas construções em leitos de rios e encostas, e ela não tem nada com isso. Os fenômenos de escorregamento e de inundação continuarão ocorrendo, talvez com uma "mãozinha" das ações humanas, que está deixando o tempo a cada dia mais doido. É o fenômeno do aquecimento global.

Para os mortais que não tiveram escolha, e que por ventura estejam lendo esse artigo, vai uma dicas sobre como proceder em dias de chuva:

Fonte: Diário Oficial de Betim - MG. 20 out 2011.

Biomas brasileiros


Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra A )

Fonte: Geografia: Mundo em Transição. J.W. Vesentini. Editora Ática.

Climogramas



Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra A )

Fonte: Geografia: Mundo em Transição. J.W. Vesentini. Ática.

Condições confortáveis para o ser humano

O gráfico abaixo mostra a que temperatura e umidade relativa o ser humano consegue viver sem desconfortos, levando em conta também as variáveis ventos para temperaturas mais altas e o sol, para temperaturas mais baixas:


Fonte: Geografia: Mundo em Transição. J.W. Vesentini. Editora Ática.

Problemas ambientais brasileiros


Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra A )

Fonte: Geografia: Mundo em Transição. J.W. Vesentini. Editora Ática.

Comemorando o dia do mestre...

Fonte: Portal Humor Político.

Questão sobre ventos

"Ventos é o ar atmosférico em movimento. Seu mecanismo está expresso na primeira Lei da Circulação Atmosférica, do holandês Buys Ballot, que diz: 'Os ventos sempre sopram das áreas de alta pressão (anticiclonais) para as áreas de baixa pressão (ciclonais)'".
COELHO, Marcos de Amorim. Geografia Geral. São Paulo: Moderna, 1992.

Sobre os movimentos do ar atmosférico, é correto afirmar:

a - As zonas anticiclonais são portadoras de ar aquecido e as zonas ciclonais possuem ar resfriado.
b - Furacões são manifestações comuns durante o inverno no hemisfério norte.
c - Os ventos alísios sopram das proximidades das linhas tropicais (Câncer e Capricórnio) em direção às regiões polares.
d - As brisas são ventos constantes que sopram dos oceanos da direção dos continentes.
e - No sudeste asiático os ventos das monções alternam sua direção de acordo com a estação do ano. Durante o verão sopram na direção do continente ocasionando grandes índices pluviométricos.

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra E )


Ventos

Temas mais conhecidos do fenômeno
-Furacões, Tufões, Tornados.

Temas também trabalhados
-Ventos Alísios, Brisas, Monções.

Como funciona o mecanismo dos ventos?
-Os ventos surgem a partir das diferenças de temperaturas entre regiões do planeta.
-Estas diferenças fazem surgir diferenças de pressão atmosféricas.
-As regiões mais quentes são de baixa pressão. Isso porque o ar quente tende a subir, fato que explica também porque um balão de ar quente voa.
-As regiões mais frias são de alta pressão. O ar mais frio é mais denso, por isso a pressão é maior em regiões mais frias.
-Assim, pela diferença de pressão entre regiões frias e quentes, o ar tende a movimentar-se da região mais fria (de alta pressão) para a região mais quente (de baixa pressão).

Resumindo

Fonte: Estadão.edu
-Segredo para resolução de questões de vestibulares: as regiões de baixa pressão atmosférica configuram-se como regiões de ciclone.
-Assim cidades que se localizam nos trópicos, regiões mais quentes, são regiões de baixa pressão e que formam ciclones.
-Quanto mais alta é a temperatura, mais baixa é a pressão, e é a melhor condição para aquela localidade receber ventos mais violentos. Gera-se então tempestades mais expressivas.

Nomes especiais para tempestades ciclônicas
-De acordo com a localização no globo, essas tempestades recebem nomes diferentes.
-Furacões: tempestades formadas no Oceano Atlântico. Você vê nos noticiários os furacões nos EUA, principalmente no lado leste, banhado pelo Atlântico.
-Tufões: tempestades formadas no Oceano Pacífico. É comum no noticiário a ocorrência de Tufões no Japão, banhado pelo Pacífico.
-Tornados: formados em regiões continentais. Muito comuns nos EUA.
-Baguio: formados no Oceano Índico. Menos divulgado pela mídia, e pouco conhecido, mas se constitui também um ciclone.
-Willy Willy: formados próximo à Austrália, também pouco divulgados.

Então...
-Ciclone é um nome genérico.
-No Brasil, há alguns anos, o Estado de Santa Catarina foi atingido por um Ciclone Extra-Tropical.
-Escala Fujita: classificação de ciclones, aquela muito divulgada na mídia para furacões: nível 1, 2, 3.

Classificação dos Ventos
-Constantes ou Planetários
-Continentais
-Locais

Alísios
-Tipo mais importantes de ventos Constantes ou Planetários.
-Partem de regiões próximas aos trópicos de Câncer e Capricórnio, carregando grande quantidade de umidade, deixando essas áreas muito secas, favorecendo a ocorrência de zonas desérticas.
-Exemplos dessas áreas desérticas: Deserto da Califórnia e do Saara (próximo ao Trópico de Câncer) e  Deserto do Atacama, da Namíbia e Australiano (próximo ao Trópico de Capricórnio).
-Essa umidade é carregada para as regiões equatoriais, mais quentes e com menor pressão. Essas regões são chamadas de Zonas de Convergência Intertropical, muito divulgadas em previsões do tempo de telejornais.
-Os Ventos Alísios interferem inclusive em rotas da aviação, podendo colaborar em acidentes, caso do avião da Air France que iria do Brasil para a França, que caiu no Atlântico matando centenas de passageiros. Um dos fatores que contribuiu para o acidente foi o mal tempo.

Fonte: Portal Google.

Monções
-Exemplo significativo de ventos Continentais.
-Ocorrem no sul da Ásia.
-Quando no verão, os ventos monçônicos sopram para o continente.
-Quando no inverno, os ventos monçônicos sopram para o Oceano Índico.
-Isso porque no verão, a temperatura é mais quente. O continente esquenta mais rápido do que a água, fazendo surgir um centro de baixa pressão, para onde os ventos se dirigem, causando chuvas intensas na Índica e em Bangladesh. 
-No inverno é o contário: com pouco calor, o continente esquenta pouco e esfria mais rapidamente que o oceano. A água esquenta mais lentamente e esfria mais lentamente, fazendo o centro de baixa pressão estar localizado sobre o Oceano Índico.

Fonte: Portal Cola da Web.

Brisas Litorâneas
-Tipo de ventos Locais.
-Durante o dia a brisa sopra para o continente. 
-Semelhante ao mecanismo que explica as Monções, mas em escala local, o continente se aquece mais rapidamente do que a água do mar. Assim forma-se um centro de baixa pressão sobre o continente, fazendo os ventos soprarem em direção dele.
-Durante a noite é o oposto: o continente esfria mais depressa, e a água do mar esfria mais lentamente, fazendo o centro de baixa pressão se deslocar para o oceano, fazendo a brisa ter direção marítima.
-Essa dinâmica interfere no regime de chuvas das regiões litorâneas.

Imagem da imprudência

Foto: Jornal Hoje em Dia. 14/10/2011.


Há alguns meses uma carreta passou por cima de vários carros neste trecho perigoso do Anel Rodoviário de Belo Horizonte. O trecho é de descida e os caminhoneiros insistem em trafegar pela pista da esquerda. Soma-se à imprudência as deficiências de infraestrutura do Anel. Após essa descida é comum haver retenção de veículos por diminuição de três para duas faixas de rolamento. 

O motivo dessa diminuição é a presença de viadutos e términos das pistas laterais. O Anel foi construído em uma época em que o trânsito não era tão intenso, e faltou planejamento para o aumento do fluxo de veículos. De rodovia virou praticamente uma grande avenida, em que passam motos e transporte coletivo urbano, somados a caminhões e carretas que vêm de fora do estado de Minas e que muitas vezes desconhecem os riscos de retenção a que o Anel está exposto agora.

A sinalização foi reforçada, novos radares foram colocados, a velocidade máxima permitida diminuiu, a fiscalização melhorou, mas tudo não suficiente para acabar com a imprudência dos motoristas de carretas e caminhões que expõem os outros motoristas a risco de morte. A reforma do Anel é urgente, mas o modelo de licitação atual é lento e muito burocrático. Está emperrada por irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas da União.

Enquanto isso as pessoas se expõem, graças à imprudência do próximo. Para isso, infelizmente, não inventaram nenhuma licitação que resolva. Só fiscalização.

Alan Martins.
Geógrafo.

A fila e a síndrome de Hancock

O assunto aqui não é fila de pessoas, mas de veículos automotores. Todo brasileiro sabe que os fura-filas existem, e aos montes. Mas furar fila de restaurante popular, por exemplo, acontece pouquíssimo perto do que acontece com os carros.

O brasileiro já se acostumou tanto com dar um jeitinho no trânsito que motorista de ônibus respeitando a fila para convergir à direita é xingado sistematicamente pelos passageiros. Não respeitamos o direito do próximo, e quando estamos dentro dessa caixa de metal, é praticamente como se vestíssemos uma roupa de super-herói e começássemos a passar por cima de tudo e de todos.

Will Smith é Hancock. Disponível em  locadoras.

Seria isso uma nova doença, a síndrome de Hancock? Para quem não sabe Will Smith protagonizou no cinema o personagem que tinha super-poderes e que não tinha o menor respeito pelo próximo. É o que acontece quando a maioria das pessoas vestem suas "armaduras" e chegam a pensar que estão invulneráveis. Daí a emergência das brigas de trânsito que acabam em mortes. As pessoas dentro de veículos se sentem mais seguras e fazem coisas que normalmente não fariam em uma fila de banco por exemplo.

Melhorar o trânsito e a educação das pessoas são caminhos para a solução do problema. Fiquei pensando: qual é a atitude mais difícil de adotar? Estamos em um caminho difícil...

Alan Martins
Geógrafo.


Organização do espaço do Piauí

Fundação Teresina
-16 de agosto de 1852
-Até então Oeiras era a capital do Estado.

Formação Territorial
-O povoamento do Estado aconteceu com a disseminação da criação de gado para subsistência.
-O motivo era a importância que a atividade canavieira tinha conseguido no litoral nordestino, empurrado a criação de gado para o interior do país.
-Localização das fazendas: ao lado de rios, para abastecer o gado e as pessoas com água.
-A bacia do Rio Parnaíba é que motivou o povoamento do Estado do Piauí.
-Núcleos de povoamento foram se instalando à beira do rio, que corta todo o Estado.

Oeiros
-A primeira capital do Estado era uma cidade distante da principal via comercial da época: o rio Paranaíba. A cidade ficava em uma região muito isolada, no centro do Estado.
-Transferiu-se a capital do Estado para a cidade de Teresina, às margens do referido rio.

A importância do comércio
-Pode-se dizer que o comércio, através do rio Parnaíba, foi o principal responsável pela fundação de Tresina e do próprio Estado do Piauí.
-Era feito o transporte de pessoas, mercadorias e informações, ligando o Estado ao resoto do país.
-A indústria também teve seu papel na formação territorial, mas a venda de seus produtos, o comércio, era fundamental, e o rio foi a principal via escoamento até as primeiras décadas do século XX.
-Na década de 1920 o rio Parnaíba perde sua importância no comércio, devido ao advendo ta ferrovai e posteriormente das rodovias.
-Vê-se que o comércio foi o principal fator de formação territorial do Piauí.


Os problemas atuais
-O comércio teresinense sofre com problemas de informalidade, presente nas principais metrópoles brasileiras.
-Até pouco tempo os camelôs ocupavam as ruas da cidade, mas como em outras cidades brasileiras, a legislação proibiu o comércio ambulante nos logradouros públicos, obrigando-os a se concentrar em shoppings populares na cidade.

Vídeo base

Ilusão

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