Estimativa da população brasileira 2011

A população do país continua crescendo, segundo estimativas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Veja a tabela abaixo:


UFCenso 2010Estimativa 2011Variação
Acre733.559746.3751,7%
Alagoas3.120.4943.143.3380,7%
Amapá669.526684.3012,2%
Amazonas3.483.9853.538.3591,6%
Bahia14.016.90614.097.3330,6%
Ceará8.452.3818.530.0580,9%
Distrito Federal2.570.1602.609.9971,5%
Espírito Santo3.514.9523.547.0130,9%
Goiás6.003.7886.080.5881,3%
Maranhão6.574.7896.645.6651,1%
Mato Grosso3.035.1223.075.8621,3%
Mato Grosso do Sul2.449.0242.477.5041,2%
Minas Gerais19.597.33019.728.2520,7%
Pará7.581.0517.688.5311,4%
Paraíba3.766.5283.791.2000,7%
Paraná10.444.52610.512.1510,6%
Pernambuco8.796.4488.864.8030,8%
Piauí3.118.3603.140.2130,7%
Rio de Janeiro15.989.92916.112.6370,8%
Rio Grande do Norte3.168.0273.198.5721,0%
Rio Grande do Sul10.693.92910.732.7700,4%
Rondônia1.562.4091.576.4230,9%
Roraima450.479460.1572,1%
Santa Catarina6.248.4366.316.9061,1%
São Paulo41.262.19941.586.8920,8%
Sergipe2.068.0172.089.7831,1%
Tocantins1.383.4451.400.8131,3%
Brasil190.755.799192.376.4960,8%
Fonte: Portal Folha de São Paulo. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/968064-populacao-do-brasil-cresce-16-milhao-em-um-ano.shtml. Acesso em 31/08/2011.

Onde está o Pré-Sal?


O piso e o teto dos salários dos professores

A briga está feia. De um lado os professores, que querem o piso salarial nacional implementado, como vencimento básico, ou seja, sem contar as gratificações a que já têm direito.

De outro os governos, em especial o governo de Minas Gerais. O Estado não foi um dos que entraram com  ação na justiça contra a implementação da medida, mas está pegando carona no atraso da implementação da mesma. Tentando ludibriar os professores, implementou por lei estadual o subsídio, que se trata de pagamento em parcela única aos professores, incorporando as gratificações já percebidas pela maioria dos profissionais da educação.

Com o subsídio o governo Anastasia afirma: "Pagamos em média 57% a mais que o piso salarial nacional determina!". Mas o entendimento correto, inclusive ratificado pelo Supremo Tribunal Federal em 24/08/2011, é que o piso salarial se refere ao pagamento pelo vencimento básico, ou seja, excluindo gratificações já pagas. O governo rebate dizendo que não pode pagar dessa forma porque não cumpriria a Lei de Responsabilidade Fiscal, ou seja, extrapolaria a margem de gastos a que estão submetidos por lei.

Mas durante a decisão do STF, o relator Ministro Joaquim Barbosa, justificou por que apoia o piso e por que argumentos orçamentários dos Estados não são válidos:

“Não me comove, não me sensibiliza nem um pouco argumentos de ordens orçamentárias. O que me sensibiliza é a questão da desigualdade intrínseca que está envolvida. Duvido que não haja um grande número de categorias de servidores, que não esta, que tenha rendimentos de pelo menos 10, 12, até 15 vezes mais que esse piso”.

Sim, ainda existe gente séria no Brasil: Ministro do Supremo Joaquim Barbosa


E os professores da rede estadual de Minas Gerais continuam em greve, respaldados pela última decisão do Supremo. O Sindicato dos Professores afirma que o subsídio se constitui um teto, e não um piso. Isso por que o subsídio incorpora gratificações já estabelecidas e impede que novas gratificações sejam percebidas pelos professores no decorrer de suas carreiras, uma vez que o pagamento se dá em parcela única e proibindo acréscimos.

E o governo mineiro parece decidido a esperar pela decisão final da justiça, que se arrasta desde 2008, quando da publicação da lei que instituía o piso. A decisão recente foi a favor dos professores, mas ainda cabe recurso - como a justiça nesse país é morosa. Os alunos são os mais prejudicados com esse comportamento.


O mais inacreditável, porém, é o governo dizer que não tem dinheiro para pagar o piso, mas dinheiro para propagandas de governo não falta nunca. Inclusive ultimamente tenho notado um aumento no número de publicidades de governo das três esferas de poder - federal, estaduais e municipais - principalmente em horário nobre na grandes redes de televisão.


Dizem que propaganda é a alma do negócio. A propaganda fascista tinha um lema: "Uma mentira dita cem vezes vira uma verdade!". E a publicidade governamental pinta um país de sonhos, onde estamos sempre avançando, nunca retrocedendo. Será que estamos realmente avançando? 


Para a verdade aparecer basta verificar se os políticos estão utilizando os serviços públicos que eles dizem estar a mil maravilhas: os filhos deles estudam em escolas públicas?

"Em vez de" ou "Ao invés de"?

Tanto "em vez de" quanto "ao invés de" podem ser usados para expressar ideias opostas. 

A frase "Em vez de acordar cedo, João dormiu até tarde" é tão correta quanto "Ao invés de acordar cedo, João dormiu até tarde". 

A diferença é que "ao invés de" carrega apenas o sentido de oposição, enquanto "em vez de" pode ser aplicado também quando o sentido é de substituição. 

Ou seja, na frase "Em vez de pagar com cartão de crédito, Maria preferiu cheque" está correta, mas "Ao invés de pagar com cartão de crédito, Maria preferiu cheque" está errada

Veja mais alguns casos:


Com ideias opostas, as duas locuções estão corretas:
Ao invés de descer, o elevador subiu. V
Em vez de descer, o elevador subiu. V


Quando a ideia é de substituição, apenas "em vez de" pode ser usado:
Em vez de viajar de trem, fui de avião. V
Ao invés de viajar de trem, fui de avião. X


O brasileiro, em vez de ir de trem-bala...


...vai de avião, por sinal de ótima qualidade!


Fonte: Portal Revista Escola. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-2/quando-usa-vez-ao-inves-636964.shtml . Acesso em: 25 ago 2011.

A evolução dos combustíveis alternativos

-Os carros híbridos...
-Os movidos a hidrogênio...
-E os totalmente elétricos...
-Existiria energia elétrica para todos usarem carros elétricos?


Sudão do Sul

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O Sudão dividiu-se em dois. Em referendo realizado em 2011, o sul , de maioria cristã, decidiu-se pela separação do norte, de maioria muçulmana. Ainda existem algumas divergências quanto ao estabelecimento das fronteiras entre os dois países, já que o que está em disputa são áreas petrolíferas, sempre elas!

Sudão continuou com sua capital em Cartum, e o Sudão do Sul tem agora sua capital na cidade de Juba.

Anamorfose

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Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra D )

Fonte: Concurso público Polícia Civil - MG. 2008.

Reportagem: a novela do metrô belo-horizontino


O metrô de Belo Horizonte vive hoje na dependência de investimentos do governo federal. E a verdade é que entra ano, sai ano, entra governo, sai governo, seja de qualquer partido, a realidade do metrô belo-horizontino não muda.

Os argumentos são de que a obra é cara. Mas caro mesmo é manter uma estrutura deficitária, com vagões antigos e dinheiro jogado fora em algumas desapropriações e obras já realizadas, principalmente para as linhas 2 e 3, que não saem do papel de jeito nenhum.

Veja reportagem do Jornal O Tempo, retratando bem a realidade do metrô da capital mineira:


O metrô de Belo Horizonte chega aos 25 anos de operação, em agosto, em seu pior momento. Enquanto as vizinhas Rio de Janeiro e São Paulo recebem investimentos bilionários do governo federal, a capital mineira continuará limitada a uma única linha pela falta de perspectivas de expansão até a Copa do Mundo de 2014. O desperdício de dinheiro público é outro dado vergonhoso desse sistema de transporte que se propõe "de massa" na capital mineira. Nos últimos dez anos, foram gastos R$ 84 milhões em obras inacabadas e em projetos fadados ao registro no papel.

As promessas de criação das linhas 2 (Barreiro-Santa Tereza) e 3 (Savassi-Pampulha) se repetem há dez anos, quando a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) liberou R$ 24 milhões para estudos de viabilidade dos dois ramais. A obra rumo ao Barreiro chegou a ser iniciada, com serviços de terraplenagem, desapropriações nas áreas de domínio da linha - que teria 17,5 km e 11 estações - e construção daquela que seria a Estação Amazonas.


Mas, em 2004, por falta de repasses de verbas pela União, a linha 2 parou. O que já havia sido gasto - cerca de R$ 60 milhões - nunca mais será recuperado. Para piorar, terrenos voltaram a ser invadidos, materiais foram saqueados e estruturas foram depredadas nesses últimos sete anos. Além disso, o projeto sofreu alterações. Agora, a linha não mais chegará ao Calafate, mas, em um túnel sob a avenida Amazonas, seguirá até a região hospitalar.

Promessas não cumpridas. Sazonalmente, autoridades vieram a público garantir que, "dessa vez", o metrô finalmente deixaria o acanhamento da linha 1 (Eldorado/Vilarinho). Em maio de 2008, o então governador Aécio Neves anunciou que a implantação das linhas 2 e 3 já tinha o "aval do (agora ex) presidente Lula e que, em breve, ele assinaria um convênio com o governo do Estado".


Participaria também desse convênio a iniciativa privada. A expectativa era que empresas investissem 38% dos R$ 3,5 bilhões necessários (R$ 1,33 bilhão) para a criação das linhas 2 e 3. Na época, informou Neves, os termos do convênio foram entregues à então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que daria o sinal verde para a oficialização da parceria.


Até o prefeito Marcio Lacerda, na época secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, disse que a abertura da concorrência pública "nos próximos meses" permitiria o início das obras "ainda no ano que vem", ou seja, em 2009. Porém, a própria CBTU alertou que a operação deficitária do metrô seria um empecilho aos investidores. Em 2008, a União aplicou um socorro de R$ 38 milhões para manter o metrô de BH. Acredita-se que esse valor seja de R$ 50 milhões anuais atualmente.


O governo mineiro não vê outro caminho para a expansão do metrô senão a estadualização. O secretário de Transportes e Obras Públicas, Carlos Melles, garante que se forem liberados R$ 1,1 bilhão pela União, o Estado disponibiliza R$ 400 milhões. "O restante (R$ 2 bilhões) sairia da iniciativa privada", disse. No Rio e em São Paulo, o metrô é gerenciado pelo Estado e a iniciativa privada. Neste ano, o sistema dessas cidades têm previsão de aportes de R$ 1,1 bilhão e R$ 4,8 bilhões, respectivamente.

Se for considerar o progresso do metrô, a capital mineira ainda está parada no tempo, na década de 80, época da inauguração do sistema. É o que avaliou o diretor da Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Metrô (Aeamesp), Gerson Toller, ao defender a subordinação do trem metropolitano ao Estado e município. "As coisas se tornam mais fáceis pelo fato de os gestores estarem mais próximos do problema. A obra é cara, mas é a solução em transporte nas metrópoles. Belo Horizonte está, no mínimo, 30 anos atrasada", disse.


O engenheiro Nilson Nunes, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), compartilha da ideia de se ratear os custos do metrô entre Estado, municípios, União e iniciativa privada. Cada quilômetro construído consome, em média, R$ 96 milhões. "O metrô é deficitário e precisa ser subsidiado. Por ser uma obra longa, o político que liberou o recurso pode não ser o mesmo que vai inaugurar a obra, e isso pode atrapalhar", disse.


Deputados mineiros e prefeituras interessadas na ampliação do metrô se reúnem, na semana que vem, com o ministro das Cidades, Mário Negromonte, para propor um consórcio. Durante uma semana, a CBTU foi procurada pela reportagem, mas a assessoria de imprensa informou que o presidente da entidade não poderia se manifestar sobre o metrô. (TT)

Se a linha 2 (Barreiro/Santa Tereza) estivesse em operação, o passageiro de ônibus que faz o mesmo trajeto em duas horas, nos horários de pico – e pegando duas conduções –, poderia reduzir o tempo da viagem em quatro vezes, fazendo o percurso em 30 minutos. Em situação parecida, o trecho Pampulha/Savassi, referente à linha 3, poderia ser percorrida por trilhos em 20 minutos.


A demanda reprimida por transporte eficiente é tamanha que, caso a ampliação do sistema atingisse hoje as regiões do Barreiro, Centro-Sul, Savassi e Pampulha, o número de usuários/dia saltaria dos atuais 144 mil para 800 mil, mais que o Rio de Janeiro (640 mil/dia). As informações são do Sindicato dos Metroviários (Sindimetro).


O publicitário Felipe Augusto dos Santos, 29, leva, em média, uma hora e 40 minutos entre sua casa, no bairro São Luís, na região da Pampulha, e a Savassi, na região Centro-Sul. "É muito tempo perdido. O metrô facilitaria muito o deslocamento", lamenta Santos, que cresceu escutando as promessas de ampliação do metrô.


A redução no tempo de viagem não seria o único benefício com a ampliação do sistema. Especialistas em trânsito são taxativos ao afirmar que o sistema é o único que poderia dar um fôlego no trânsito caótico. Para o engenheiro Ronaldo Gouvêa, a evolução nos últimos 25 anos foi nula.


"A linha 1 só foi concluída há nove anos. Isso significa que demoramos 16 anos para se construir 28 km de metrô. Não há nada o que festejar. Atualmente, já éramos para ter duas ou três linhas. O metrô só será viabilizado com o envolvimento dos governos federal, estadual, da União e da iniciativa privada", disse Gouvêa.


O especialista em trânsito e logística da Fundação Dom Cabral, Paulo Tarso Resende, avalia que a falta de investimentos no metrô condena o cidadão a um trânsito cada dia mais congestionado. "O sistema sempre passou pelo mal de ser trocado por obras de emergência ou outras alternativas, como o BRT (Bus Rapid Transit). O argumento é sempre o mesmo, de que a obra é cara e demorada. No entanto, como ela nunca se inicia, nunca vamos ver a ampliação do metrô", disse.


O BRT é a aposta da prefeitura para o transporte coletivo. Os ônibus que trafegam em pistas exclusivas e carregam até 200 pessoas devem começar a operar no ano que vem em dois corredores viários.


No limite. Enquanto isso, os passageiros que utilizam o metrô convivem com a má qualidade do serviço, saturado nos horários de pico. Falta espaço até nas plataformas de embarque. Agora, a dona de casa Ana Cláudia dos Santos, 32, aguarda não só a ampliação do sistema. "Muitas vezes, está tão cheio que tenho que esperar um novo vagão". 

Efeito Estufa: o que você pode fazer?

O que você pode fazer por um mundo melhor? Ações simples podem ser tomadas para diminuir os efeitos do aumento do aquecimento global. Se a maioria dos 7 bilhões de habitantes do planeta as fizessem, especialmente a população dos países desenvolvidos e em desenvolvimento, o planeta de amanhã está garantido para a próxima geração (para melhorar a visualização, clique nas imagens abaixo).

Legenda

Energia, o que você pode fazer?

Transporte, o que você pode fazer?

Consumo: o que você pode fazer?

Fonte: Perguntas e respostas sobre o aquecimento global. Érika de Paula Pedro Pinto e outros. Belém, Pará. 2009. Adaptado.


Xeque-mate

Para quem não conhece este é o xaque-mate. Uma jogada feita, neste exemplo, pelas peças brancas, que impossibilita o rei negro (indicado pela seta vermelha) de fazer qualquer outra jogada. É o final da partida.

Clique na imagem para melhorar a visualização.

A rainha branca foi movida da casa G4 para a casa D7. O rei, na posição E8, está bloqueado pelo bispo em F8, onde poderia escapar. Também não pode se deslocar para D8, e não tem nenhuma peça que pode capturar a rainha branca em D7. Nem mesmo pode contra-atacar capturando a rainha branca porque ela tem a cobertura do cavalo branco em E5.

Busca por um Estado Nacional

"O mapa acima retrata uma região habitada pelos ......................., que buscam construir um Estado".

Qual alternativa completa corretamente a frase?
a - Chechenos.
b - Curdos.
c - Tibetanos.
d - Palestinos.

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra B )

Fonte: Vesentini, J.W. Geografia: o mundo em construção. Editora Ática. Adaptado.

Como alternar rapidamente entre maiúsculas e minúsculas?

Você escreve um texto, depois quer mudar as palavras de maiúsculas para minúsculas, ou o contrário. Esqueça aquela baboseira de ir no menu e ir procurar por submenus, demora demais. A não ser que você esteja estudando para um concurso público, que exija que você saiba este caminho.

Uma dica bacana para você fazer tudo rápido é digitar tudo o que precisa de qualquer jeito, depois é só acertar com o seguinte comando:

SHIFT+F3

Este comando alterna entre todas as palavras minúsculas, todas maiúsculas, ou somente a primeira letra de cada frase maiúscula. É bom lembrar que este atalho só funciona no Microsoft Word. No BrOffice não existe um atalho que faça a mesma coisa, pelo menos não encontrei em minhas pesquisas pela internet.

Selecione o texto que deseja modificar, utilize este tecla + F3.

Que fim levou o kit primeiros socorros nos automóveis?

Brasil é Brasil. Entram em vigor novas regras para circulação de motoboys no trânsito de Belo Horizonte. Entre as novas exigências, estão baús com faixas reflexivas, uso de coletes e capacetes com faixas reflexivas e antena corta-pipa.

Será que as regras vão pegar? Lembrem-se da obrigatoriedade do kit primeiros socorros em automóveis no país inteiro. Uma norma editada pelo CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito), que estabeleceu mudança no artigo 112 do Código Brasileiro de Trânsito. Este artigo estabelecia o que cada veículo deveria portar como equipamentos de primeiros socorros. Leia abaixo a resolução:

RESOLUÇÃO Nº 42, DE 21 DE MAIO DE 1998
Dispõe sobre os equipamentos e materiais de primeiros socorros de porte obrigatório nos veículos a que se refere o art. 112 do Código de Trânsito Brasileiro.

O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, usando da competência que lhe confere o art. 12, inciso I, da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro - CTB, e conforme o Decreto nº 2.327, de 23 de setembro de 1997, que trata da coordenação do Sistema Nacional de Trânsito, resolve:

Art. 1º Os materiais e equipamentos de primeiros socorros de porte obrigatório nos veículos são os seguintes:
I - dois rolos de ataduras de crepe;
II - um rolo pequeno de esparadrapo;
III - dois pacotes de gase;
IV - uma bandagem de tecido de algodão do tipo bandagem triangular;
V - dois pares de luvas de procedimento;
VI - uma tesoura de ponta romba.

Parágrafo único. Os materiais e equipamentos constantes deste artigo deverão ser acondicionados em um mesmo local e de fácil acesso.

Art. 2º Os materiais e equipamentos poderão ser adquiridos em qualquer estabelecimento comercial, sem padronização de marcas ou modelos.
Parágrafo único. Nenhum produto perecível ou com prazo de validade deverá fazer parte deste quite materiais.

Art. 3º As montadoras, encarroçadoras, os importadores e fabricantes, ao comerciarem veículos automotores produzidos a partir de 1º de janeiro de 1.999 serão obrigados a fornecer, no ato da comercialização do respectivo veículo, os materiais e equipamentos a que se refere o art. 1º.

Art. 4º Esta Resolução entra em vigor a partir de 1º de janeiro de 1.999.

RENAN CALHEIROS
Ministério da Justiça
ELISEU PADILHA
Ministério dos Transportes
LINDOLPHO DE CARVALHO DIAS - Suplente
Ministério da Ciência e Tecnologia
ZENILDO GONZAGA ZOROASTRO DE LUCENA
Ministério do Exército
LUCIANO OLIVA PATRÍCIO - Suplente
Ministério da Educação e do Desporto
GUSTAVO KRAUSE
Ministério do Meio Ambiente, Recursos Hídricos e da Amazônia Legal
BARJAS NEGRI - Suplente
Ministério da Saúde

Essa resolução entrou em vigor em janeiro de 1999, e quem não portasse o kit seria multado. Os motoristas correram às compras, as lojas lucraram muito, as indústrias que fabricavam o kit "riram até o canto da boca": lucros garantidos! A defesa era a de melhorar o socorro às vítimas de acidentes, era uma causa "nobre", diziam os senhores que assinaram a resolução acima.

Motoristas foram multados, pouco tempo passou, e as regras valeram mesmo de janeiro a abril de 1999, pois surgiu uma nova lei mudando tudo:


LEI 9.792, de 14 de ABRIL de 1999
Revoga o art. 112 da Lei 9.503, de 23 de setembro de 1997 - Código de Trânsito Brasileiro.

O VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA no exercício do cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1 - Fica revogado o art.112 da Lei 9.503, de 23 de setembro de 1997.

Art. 2 - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 14 de abril de 1999; 178o da Independência e 111o da República.
FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

A lei acima simplesmente revogou o artigo 112 do Código Brasileiro de Trânsito. A obrigação de portar o kit de primeiros socorros deixou de existir. As multas foram canceladas pela justiça (pelo menos "uma dentro"). Mas quem comprou o kit gastou dinheiro à toa, empresas lucraram nas costas dos brasileiros e muitos não sabem até hoje o que fizeram com aquele "maledeto" kit.

E você, lembra o que você fez com o seu? Será que vai acontecer a mesma coisa com os motoboys da cidade de Belo Horizonte? Quem viver verá!


Como coibir o estacionamento em ciclofaixas?

Belo Horizonte, recentemente, vem ampliando a quilometragem de suas ciclovias. Mas o que é muito difícil é coibir os "folgados" que deliberadamente estacionam nas ciclovias, impedindo o trânsito de bicicletas. Sem fiscalização é como se o dinheiro público fosse literalmente rasgado, não tendo servido para nada.

Mas há uma luz no fim do túnel: o prefeito da cidade Vilnius, capital da Lituânia, decidiu adotar ações extremas. Resolveu utilizar tanques de guerra e passar por cima dos carros que estejam estacionados irregularmente. Após passar por cima do carro e rebocá-lo, ele sai pela ciclovia utilizando sua magrela.A ação é meio midiática, mas vale a pena ver o vídeo abaixo:


A medida seria boa aqui no Brasil? O prefeito de Belo Horizonte não deveria usar uma bike nas ciclovias que está mandando construir? Ele não deveria utilizar os serviços públicos que gerencia com o nosso dinheiro?

O Rei pate ou afogado

Recentemente, jogando contra o computador, deparei-me com uma situação engraçada: capturei todas as peças do adversário, com exceção do rei negro. Estava com superioridade numérica e de qualidade, como pode ser visto abaixo. Em uma jogada desastrosa de minha parte, movi a rainha capturando sua última peça em F8.


O rei ficou então "afogado" ou "pate", ou seja, sem saída: não pode se movimentar nem para frente e para trás, nem para esquerda ou direita, muito menos qualquer diagonal. Meu movimento com a rainha para F8 não produziu um check, o que obrigou o empate, para meu desespero!!!

Muitos jogadores, em situação desvantajosa como a das peças pretas, livram-se da derrota iminente com essa manobra, que muitas vezes acontece sem querer.

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