Redação: como melhorar a sua?

Em concursos elas aparecem. E até em processos seletivos para vagas em algumas empresas particulares. Você tem brancos na hora de escrever uma? Então ouça uma dica bem prática para melhorar suas redações. 


A dica é: reescreva qualquer texto de reportagem de algum jornal ou revista, substituindo algumas palavras que contenham determinada consoante, por outra, sem aquela letra. Repita o exercício com outra consoante: as mais usadas são as letras C e B.

Pensão vitalícia

A situação
O ex-governador do Estado do Paraná, agora senador da república, Roberto Requião, recebe pensão vitalícia por que...é ex-governador! Uma lei editada há 40 anos dá direito a quem for governador por aquele Estado, quando sair, receber uma pensão de 24 mil reais por mês!!!!!

O meu ódio
Só pra lembrar, é o mesmo governador que entrou na justiça contra a implantação do piso salarial nacional dos professores, que hoje é pouco mais de mil reais. Ele queria pagar menos e pagou, pois a ação foi votada como definitiva após o término de seu governo. Como a ação não tinha sido julgada, isso deu direito ao governo dele pagar menos pelos serviços dos professores paranaenses! Lógico, interessa a ela professores desmotivados, resultando em alunos que no futuro virarão massa de manobra para...

As máscaras não caem?
...o elegerem senador da república!!! Mas segundo o presidente do Senado, José Sarney (outro fdp!), Requião é um cavalheiro!! Sei, ouça a reportagem abaixo e tire suas conclusões...Ah, meus amigos paranaenses, não votem mais nele, pqp!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Como fazer sabão a partir do óleo de cozinha

Na sua casa ainda se joga óleo de cozinha, restos de fritura, pelo ralo da pia da cozinha? Pois saiba que essa prática é danosa ao meio ambiente. Um litro de óleo contamina muitos mil litros de água potável. E como se sabe nosso esgoto é direcionado para os rios das cidades. Destas, poucas tem estações de tratamento adequada.

Já existem pelo país empresas especializadas em recolhimento desse óleo para fazer biodiesel. Por isso informe-se na sua cidade ou bairro. Outras alternativas também existem, e uma delas é o tema desse artigo: é possível transformar óleo de cozinha usado, aquele utilizado para fritar o bife do almoço ou pastel do café da manhã, em sabão em barra? A resposta é sim, e é mais simples do que você imagina. Então vamos dar uma de Ana Maria Braga fornecendo a receita, faça você mesmo:

Ingredientes
-4 litros de óleo de cozinha usado (guarde em embalagens pet de refrigerantes de 2 litros);
-2 litros de água quente (não precisa chegar a ferver);
-1 quilo de soda cáustica (pode ser comprado em supermercado, em média R$7,00 o pote em Minas Gerais. Existem potes de 900 gramas, cem gramas a menos não vão fazer falta);
-1 copo de 250ml de sabão em pó (para dar um cheirinho de sabão);
-1 litro de álcool combustível (etanol, aquele comprado em posto de gasolina para automóveis).

Modo de preparo
Em um local ventilado, para proteção do cheiro da soda cáustica, utilizando luvas de plástico, para proteger as mãos, misture os ingredientes em um balde de plástico, com uma colher de madeira, na seguinte ordem:
-Despeje o óleo no balde;
-Em seguida a água quente;
-Coloque o copo de sabão em pó;
-Misture com a soda cáustica;
-Mexa por uns dez minutos;
-Em seguida despeje o etanol, aí você vai começar a notar a transformação;
-Continue mexendo por aproximadamente mais dez minutos, até a substância virar uma pasta mole.
-Despeje a pasta em um caixa de madeira, ou de papelão forrado com plástico por baixo, ou em um recipiente de sua preferência.
-Aguarde o mínimo de um dia para endurecer. Aí é só cortar a barra grande em barras menores.

O sabão ficará aproximadamente com este aspecto, depois de cortado.

Dica
Quanto mais tempo sem utilizá-lo, mais duro ele ficará e melhor será o sabão. Assim se você fizer o sabão hoje, cortá-lo em pequenas barras amanhã, e utilizá-lo daqui um mês você notará que o sabão estará em melhor qualidade. Esta receita rende aproximadamente 8 barras de sabão, como da figura acima.

A minha família já faz sabão dessa maneira faz tempo. Se essa prática fosse adotada por todas as famílias brasileiras ajudaria muito no combate à deterioração do meio ambiente. A natureza agradece.


O Mcdonalds, a Ford e a importância de estudar

"Os irmãos Richard e Maurice McDonald revolucionaram a maneira de fazer comida ao adotar a produção em série. O preparo da comida seguia o modelo que Henry Ford tinha criado para montar carros: dividir as etapas de produção. Um funcionário só fritava hambúrgueres; outro só aplicava os condimentos... Além de acelerar a produção, isso permitiu pagar salários menores (e baratear os lanches), já que é simples treinar empregados para essas funções".

Comentário:
Quanto à baratear os lanches, o autor acredita em contos de fadas. Isso porque ele deveria ter escrito que a exploração de uma mão de obra que só sabe fritar hambúrgueres, por exemplo, só resulta em mais lucratividade para a rede de fast food. "Você tem qualificação? Não!? Você não estudou? Também não né! Fritar hambúrgueres é fácil, eu te pago R$2,00 por hora de trabaho, vai trabalhar 10 horas por dia ou mais, trabalhar finais de semana e possivelmente feriados, quer? Não? Então vai embora porque tem uma fila de desempregados que não estudaram querendo seu lugar!". 


Pode ter certeza, os altos executivos das empresas estudaram bastante as formas de conseguir maiores lucratividades para as empresas. E a exploração do trabalho não qualificado é a mais importantes delas. Por isso, estude para não ter que precisar trabalhar nesse sistema.



Fonte: Portal Revista Superinteressante. Disponível em: http://super.abril.com.br/alimentacao/big-mac-614281.shtml . Acesso no dia da postagem.

Territorialização e Desterritorialização

A globalização do modelo neoliberal de economia é apenas uma das muitas globalizações. Existe também uma globalização alternativa, a que emergiu no Fórum Social Mundial em Porto Alegre. A globalização neoliberal avança muito para o lado da desterritorialização, em especial no que se refere a relações sociais. Ela trabalha não com produtos, mas com soluções para as áreas da informação e comunicação. São meio sem materialidade e que, portanto, não podem ser inseridos territorialmente. Não geram empregos locais, mas poucos empregos móveis, desterritorializados.

Uma das grandes problemáticas atuais é o binômio territorialização/desterritorialização. O processo de globalização não apenas desterritorializa, mas também territorializa, exemplo do movimento indígena do final do século XX. Os direitos das comunidades indígenas não são direitos desterritorializados, só fazem sentido quando pensados no território a que eles têm direito. Todos seus costumes se dão naquele pedaço de terra, e não em outro. A terra sagrada tem endereço, é territorializada, ao mesmo tempo em que o movimento pelos direitos dos indígenas é globalmente conhecido. Por exemplo, a reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, que esteve em conflito pela sua posse, com agricultores arrozeiros.


O avanço de uma economia neolibaral, que se apoia em uma política de Estado mínimo, tende a fazer com que políticas de redistribuição de riqueza sejam diminuídas. Isso cria parcelas de população excluídas em zonas em que os serviços estatais não são prestados adequadamente, quando são prestados. Daí se criam zonas selvagens e zonas hiperincluídas em uma mesma cidade. As excluídas, zonas territorializadas pelo tráfico de drogas e desterritorializadas pelo modelo econômico. Os pseudocidadãos passam a ser excluídos de um território a que deveriam ter direito. Desterritorializados porque o território passa a não pertencer a eles.

Fonte: A territorialização/desterritorialização da exclusão/inclusão social no processo de construção de uma cultura emancipatória. PUC/SP, 2001. Boaventura de Souza Santos, professor Universidade Coimbra - Portugal.



A vida em Hong Kong, China











Os atingidos por barragens e a energia

A década era a de 1970. O período político era o da ditadura. A economia passava pelo "milagre", quando o PIB brasileiro crescia a taxas elevadas. Para sustentar este modelo era necessário energia. O modelo adotado foi o de geração a partir de grandes barragens. A justificativa era o aproveitamento da abundância hídrica do Brasil. O baixo custo da energia hídrica também ajudou. Mas este tipo de energia trouxe problemas também.

Usina de Itaipu: construída no período da ditadura brasileira

A quantidade de pessoas que tiveram de se mudar por causa do alagamento causado por grandes represas foi enorme. E é nesse contexto que surgiu o MAB - movimento dos atingidos por barragens. A luta inicial era  pela garantia de recebimento de indenizações justas e reassentamentos adequados, coisa difícil no período ditadorial. Mas os questionamentos se espalharam para outros horizontes, chegando à necessidade da construção das próprias barragens. A luta passou a ser também por um modelo energético mais justo.

O Estado, para atrair investimentos estrangeiros, além de oferecer incentivos fiscais para as empresas estrangeiras que se interessassem, oferecia também incentivos energéticos. E ainda hoje muitas empresas ainda gozam desses incentivos. O MAB denuncia que um consumidor comum paga mais caro por um Kw/h que uma grande empresa. E que essas empresas, como a Vale e a Alcoa, são as maiores consumidoras de energia elétrica, necessitando a cada dia de mais eletricidade para crescerem. E na contra-mão oferecem uma quantidade reduzida de empregos que só tendem a diminuir mais.

As pautas de reivindicações mais interessantes do MAB, além da defesa de indenizações justas, são:
-Igualdade de preço entre as tarifas de energia pagas pela população e pelas grandes empresas. "[...] estas multinacionais [...] recebem a energia a um preço de 03 a 05 centavos por Kwh/mês, os trabalhadores das cidades, agricultores e pequenos e médios empresários [...] pagam de 700 a 1000% a mais que este preço".
-Aplicação imediata, em nível nacional, de uma tarifa social para consumidores de baixa renda que consumam menos que 220 kw/mês. Em Minas Gerais existe uma tarifa social, mas para quem consome menos de 90 kw/mês. O Estado mineiro deixa de arrecadar impostos de quem gasta pouca energia.

O MAB ainda tem posturas interessantes na defesa do respeito ao meio ambiente, ao uso consciente dos recursos hídricos e na defesa dos direitos humanos dos atingidos. O movimento defende que somente com organização bem feita poderá reivindicar de maneira adequada e conseguir seus objetivos. Um movimento social atuante e importante no século XXI, vide exemplo de interesse do governo em aumentar o número de hidrelétricas na região Norte do país. Os atingidos agora são indígenas.

Fonte: Portal MAB. Disponível em: http://www.mabnacional.org.br/ . Acesso no dia da postagem.


Documentário: A indústria alimentícia

Resumo
Esqueça aquela imagem do agricultor colhendo alimentos fresquinhos, que vão parar na sua mesa. A imagem do campo verdinho, aquela imagem bucólica do interior que produz para a cidade é na verdade uma ação das grandes corporações na mídia para que você compre os alimentos e consuma cada vez mais.

Os agricultores estão dando lugar a funcionários das indústrias de alimentos. Veja como grandes corporações implantam linhas de montagem na produção de alimentos. É interessante notar como este modelo de produção ajuda grandes multinacionais, como a McDonalds, a vender mais e mais. Você acha que existe variedade de alimentos no mundo? Entre no supermercado e veja a quantidade de alimentos diferentes que você pode comprar. Mas a realidade é que essa variedade é mentirosa, uma vez que a quantidade de alimentos que podem ser feitos, por exemplo, a partir do milho é impressionante.

E somente uma pequena quantidade de empresas é que detém o controle sobre como produzir, quanto produzir e onde produzir. Sempre procurando maior lucratividade, esquecendo a saúde da população. Veja os efeitos colaterais de produzirmos comida em escala industrial...

Trailer
Se sentir dificuldades com a legenda em espanhol modifique-a para a língua portuguesa. Originalmente o vídeo abaixo veio com legendas em espanhol, mas o Youtube tem uma funcionalidade interessante: você pode alterar o idioma das legendas clicando em "CC", Traduzir Legendas, clique em cima da primeira opção que aparecer, vai aparecer as outras. Procure a opção "Português-Português".

O metrô, sozinho, não resolve o problema da mobilidade

O metrô de São Paulo é o mais lotado do mundo


Diariamente, 3,7 milhões de pessoas circulam pelos 70,6 quilômetros de extensão da malha metroviária. Em 2008, quando foi considerado pela CoMet – um comitê que reúne os maiores metrôs do mundo – o mais lotado do mundo, São Paulo transportava 10 milhões de passageiros a cada quilômetro de linha. No ano passado, segundo a própria companhia, esse número passou para 11,5 milhões.
“Há uma estimativa mundial de que a cada 2 milhões de pessoas, deveríamos ter 10 quilômetros de metrô no centro urbano, ou seja, com seus 20 milhões de pessoas [vivendo] na região metropolitana, o metrô de São Paulo deveria ter 200 quilômetros”, disse Ciro Moraes dos Santos, diretor de Comunicação e Imprensa do Sindicato dos Metroviários de São Paulo e operador de trem.
Segundo ele, o nível de conforto dentro do trem pela média mundial deveria ser de seis usuários por metro quadrado. Mas, nos horários de pico em São Paulo, Santos afirma que esse número algumas vezes chega a atingir 11 usuários por metro quadrado.
“O que temos observado nos últimos tempos é a queda do conforto [no metrô] por conta do aumento brutal da demanda a partir de 2005, decorrente do bilhete único e das integrações gratuitas com a CPTM [Companhia Paulista de Trens Metropolitanos]”, disse José Geraldo Baião, presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Metrô (Aeamesp).
Para Telmo Giolito Porto, professor de ferrovias da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, outro motivo que ajuda a explicar o aumento da demanda por esse meio de transporte é a qualidade do sistema. “O metrô é um pouco vítima de sua própria qualidade. O passageiro do metrô quer frequência e velocidade no trajeto total. O metrô de São Paulo tem essas características: é um sistema rápido, tem uma frequência bastante intensa, é seguro e limpo.”
Outro problema atual no metrô paulista é que, pela pouca quantidade de integrações entre as linhas, os passageiros do sistema acabam ficando sem opção de chegar ao seu destino se houver problema em uma delas. Isso ocorre, segundo o professor Porto, porque a malha ainda não está fechada, como ocorre em outros países do mundo onde há mais de uma linha para se chegar ao mesmo destino. “Nessas novas linhas que vão ser construídas teremos novas linhas radiais, que passam pelo centro e descarregam as atuais. Teremos algumas linhas que interligam as radiais e que vão permitir que se desafoguem pontos críticos”, afirmou ele.
Para suportar essa demanda crescente, Baião afirma que o governo precisa continuar investindo no sistema, com planejamento a longo prazo. Como metrô e trens são sistemas de alta capacidade, conseguindo transportar entre 50 e 60 mil pessoas por hora, o ideal seria continuar investindo no sistema e criando conexões entre os diferentes formas de transporte, tais como ônibus, monotrilhos e veículos leves sobre trilhos (VLTs). “Essa integração dos modais precisa ocorrer tanto fisicamente quanto por meio tarifário, com o bilhete único. Esse conjunto de medidas é que permite dar a solução para a questão do transporte nas grandes cidades”, disse Baião à Agência Brasil.
A base dos investimentos feitos no metrô de São Paulo são estaduais. Segundo o professor Porto, há uma previsão de que sejam investidos cerca de R$ 20 bilhões no metrô de São Paulo até 2020. Prazo em que ele considera possível atender à demanda da população, com as obras previstas.
A comparação mais frequente para demonstrar o atraso em investimentos no metrô paulista é feita em relação ao metrô da Cidade do México, que começou a ser construído praticamente ao mesmo tempo que o metrô de São Paulo, na década de 70, mas hoje com uma extensão de linhas bem superior.
“Mas acontece que a Cidade do México é a capital do país e, nas cidades em que são capitais, é o governo federal que investe pesadamente no sistema. O que não ocorre aqui no Brasil. O governo federal só colocou dinheiro na Linha 1, na década de 70. E depois nunca mais. O governo do estado é quem sempre teve que bancar”, explicou Baião.
Para o presidente da Aeamesp, o ideal seria que o transporte de São Paulo recebesse mais recursos do governo federal e que não fosse apenas por meio de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES). “Falta mais apoio do governo federal nessa questão de transporte.”
Para ele, também é necessário que as políticas de uso e de ocupação do solo e de transporte sejam feitas em parceria, para beneficiar a população que mora nas periferias da cidade. “As políticas devem ser integradas para que as soluções não fiquem isoladas, sem eficácia”, defendeu.

Fonte: Portal Ecodebate. Disponível em: http://www.ecodebate.com.br/2011/04/25/o-metro-de-sao-paulo-e-o-mais-lotado-do-mundo/ . Acesso no dia da postagem.

Não sabe andar de bicicleta. Por que uma ciclovia te interessaria? Conheça um Segway!

Sim, existem pessoas que não sabem andar de bikes! Se você é uma delas, a prefeitura de Belo Horizonte está implantando o programa Pedala BH, que está ampliando o número de ciclovias pela cidade. Qual a vantagem desse programa para os que não sabem andar de bikes?

Pensando sobre o assunto, eis algumas possibilidades: se uma boa quantidade de pessoas aderissem ao uso das bikes para ir ao trabalho o trânsito melhoraria. Isso porque o número de automóveis nas ruas teoricamente diminuiria, o conforto no transporte coletivo poderia aumentar com ônibus andando menos lotados. Assim os que não sabem andar de magrelas se beneficiariam! Tudo teoricamente.

Mas recentemente apareceu uma ideia mais interessante. Quem disse que as ciclovias podem ser usadas só por bicicletas? A implantação de ciclovias abre espaço para utilização de outros veículos, como um Segway. Já ouviu falar? Veja abaixo:

Segway: o uso na Europa está se disseminando.

Estes veículos de duas rodas elétricos tem algumas vantagens interessantes:
-Você não chegaria ao trabalho tão suado quanto usando uma bike.
-Não polui, pode ser recarregado em tomadas comuns.
-Tem autonomia máxima de 38 km, dependendo do tipo de piso utilizado, do peso do condutor e da topografia da pista.
-É relativamente seguro, tem velocidade máxima de 20 km/h, possíveis quedas a essa velocidade não são muito perigosas.
-Não faz barulho.
-Não requer grandes habilidades para uso, nem requer carteira de motorista, só prática.
-Mais fácil de aprender a usar que uma bicicleta, as rodas são paralelas.

Mas também tem desvantagens:
-O preço é elevado, cerca de 30 mil reais.
-Não tem concorrentes de expressão. A Javoy tem veículos semelhantes por 6,5 mil reais, mas é uma empresa chinesa, precisa dizer mais alguma coisa?
-Você não faz esforço físico, então não ajuda contra o sedentarismo e a favor da saúde.

A própria prefeitura de Belo Horizonte já experimentou seu uso na corporação de sua Guarda Municipal. Ela poderia alugar esses veículos junto à empresa fabricante e cobrar uma taxa das pessoas que quisessem utilizá-los em ciclovias. Já que para comprar, um cidadão comum preferiria a aquisição de um automóvel popular.

As prefeituras poderiam, junto com a ampliação de ciclovias, oferecer à população comum o aluguel dessas máquinas. Isso poderia interessar aos que não sabem andar de bicicletas. Será que a ideia pega?

Fontes: Portal Vrum. Disponível em: www.vrum.com.br.
Portal Wikipédia. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Segway . Acessos no dia da postagem.



Sobre a criatividade...

"Para criar algo realmente bom, você precisa ter os meios para fazer um monte de porcaria"


KEVIN KELLY, guru digital norte-americano. 


O porquê da crise norte-americana...


Por que a economia dos EUA passa por dificuldades? A resposta está na indústria bélica, os gastos com conflitos mundiais são estratosféricos.

Nem todos pela educação

Segue a lista dos Estados que entraram na justiça contra a implementação do piso salarial dos professores, com os nomes dos políticos e seus respectivos partidos.

O valor do piso ainda é muito baixo para uma jornada de 40 horas. Mas se trata de um avanço, uma tentativa de se melhorar o setor no país. E ainda tem gente contra, vamos a eles:

Santa Catarina - Luiz Henrique, PMDB. Governador.
Paraná - Roberto Requião, PMDB. Governador.
Mato Grosso do Sul - André Puccinell, PMDB. Governador.
Ceará - Cid Gomes - PSB. Governador.
Rio Grande do Sul - Ieda Crusius, PSDB. Governadora.

Não adiantou esperniar, a ação foi votada constitucional. A lei passou.

Bicicletas

Uma supermáquina

Ela é o meio de locomoção mais eficaz do planeta: 99% de aproveitamento da energia de cada pedalada, contra 20% de um carro a cada acelerada. A bicicleta permite que você percorra 3 vezes a distância que faria andando em um plano sem gastar um pingo a mais de energia por isso. Nas subidas a eficiência é menor: 85%, já que a marcha mais leve é a que mais desperdiça.

Os governos deveriam pensar mais nela quando planejam o traçado das ruas

Um trânsito mais seguro

O que fazer para garantir a segurança do ciclista no trânsito? Diminuir os limites de velocidade? Construir mais pistas para bicicleta? Segundo uma pesquisa internacional liderada pela Universidade de New South Wales, na Austrália, a resposta é outra: dobrar o número de bikes. Quando isso acontece, o número de acidentes com ciclistas cai em um terço. Ponto para Amsterdã, onde 4 em cada 10 viagens são feitas pedalando.


Fonte: Portal Revista Superinteressante. Disponível em: http://super.abril.com.br/cotidiano/etapas-invencao-bicicleta-como-conhecemos-hoje-619617.shtml . Acesso no dia da postagem.

Por que os DVDs e Blurays são divididos geograficamente?

Para responder esta pergunta vamos olhar para os lançamentos dos filmes nos cinemas. Ultimamente tem sido mais frequente o lançamento de filmes, principalmente os de grande sucesso, ao mesmo tempo em todos os cinemas mundiais. Mas isso ainda é raro, e é difícil imaginar que um dia todos os filmes serão lançados ao mesmo tempo em todos os cinemas mundiais porque isso é caro. Para os chamados filmes de grandes bilheterias, o custo é compensado pelos cinemas cheios. Mas para filmes mais modestos isso é impraticável.

Assim um filme lançado nos Estados Unidos pode demorar meses até estrear nas salas de cinemas brasileiras. Por esse motivo os grandes estúdios de filmes criaram um acordo para dividir geograficamente o globo em tipos de DVDs primeiramente, e depois os Blurays seguiram o exemplo. Isso foi feito para evitar que aparecessem no mercado filmes para assistir em casa antes das telonas dos cinemas.

Veja como foram divididas as regiões pelo mundo:

Divisão geográfica dos DVDs

Divisão geográfica dos Blurays

É necessário frisar que, devido à fragilidade e à pirataria dos DVDs, aos poucos essa divisão foi perdendo o sentido. Os códigos de bloqueio podiam ser quebrados com facilidade. Os Blurays ainda estão engatinhando no mundo, e enfrentam um concorrente poderoso: a internet de alta velocidade. Muitas pessoas nos Estados Unidos já preferem baixar os filmes em alta definição pelo computador, o que vem dificultando a vida do Bluray no mercado.

Mas a pergunta era por que existem a divisão em regiões para filmes. A resposta, tanto para DVD quando para Bluray, tem fundamento puramente comercial.

Protesto antinuclear

Ambientalistas sul-coreanos defendem o fim do uso da energia nuclear. Protesto inteligente.

Em vez de metrô, Belo Horizonte vai utilizar o BRT

Será uma boa troca?

Metrôs pelo mundo

Enquanto Belo Horizonte investe em obras rodoviárias...

São Paulo já investe recursos estaduais no metrô, mas aparentemente já insuficientes diante dos desafios da mobilidade...

E para passarmos vergonha, vamos comparar o metrô com cidades desenvolvidas. Esta é Londres...

E esta é Paris.

Enquanto os governos continuarem a investir no modal rodoviário, nosso destino é ficarmos presos em grandes engarrafamentos e morrermos a cada dia mais cedo devido aos problemas respiratórios e outros proporcionados por ambientes a cada dia mais poluídos.

Vamos continuar a abrir ruas? Clique nas imagens para ampliá-las.


Não à privatização da água

Questão: o novo discurso da escassez de água

Analise as seguintes afirmativas sobre características do novo discurso da escassez da água de acordo com Porto-Gonçalves (2008) e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.

(   ) Ganhos culturais, novos conhecimentos de como se relacionar com a natureza.
(   ) Gestores e protagonistas antigos fundamentando-se em uma gestão técnica.
(   ) Mudança de escala de local para global.
(   ) Destaque da água nas mais importantes referências do campo ambiental.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência de letras correta:
a - V, F, V, F.
b - F, V, F, V.
c - V, F, F, V.
d - F, F, V, V.

Resposta correta: selecione o espaço entre parênteses abaixo.
( Letra D )


Para maiores informações sobre o novo discurso, abordei o tema em uma postagem sobre a "Privatização da Água". Segue o link abaixo:

http://planetadoalan.blogspot.com/2010/10/agua.html

Fonte: Concurso público Professor Geografia Prefeitura Lavras. 2009.

Possíveis efeitos do aquecimento global

Clique na imagem abaixo para ampliá-la. Seu grande destaque é a maior capacidade de adaptação às mudanças climáticas circunscrita aos países desenvolvidos.

Os países subdesenvolvidos e em desenvolvimento encontrarão maiores dificuldades frente a problemas como redução da disponibilidade da água potável para a população, maiores problemas com doenças infecciosas (principalmente às relacionadas com vetores de proliferação como insetos, casos da malária e da dengue), queda da biodiversidade e da produtividade agrícola (secas afetam mais os países cujas economias dependem essencialmente do setor primário - agropecuária).

Derretimentos de geleiras e calotas polares poderão elevar o nível médio dos mares, prejudicando países litorâneos, como a Holanda. Mas essa redução pode ajudar a economia de países como o Canadá, pois hoje boa parte de seu território é coberto por gelo e tem solos impraticáveis para a agricultura e que causa dificuldades de exploração mineral e mesmo no setor imobiliário, pois as pessoas preferem viver em locais onde as condições climáticas são mais amenas. O aquecimento global amenizaria então o rigor do clima dessas áreas, ao mesmo tempo deixando o clima imprevisível nos  trópicos.


Fonte: Concurso público Professor Geografia Prefeitura Lavras - MG. 2009. Adaptado.

O primeiro celular


Há 38 anos, em Nova Iorque, era feita a primeira ligação em público através de um telefone móvel. O dia era 3 de abril de 1973. Enquanto andava pelas ruas de Nova Iorque, Martin Cooper - então funcionário da Motorola - falava ao telefone, para surpresa de quem estava ao seu redor. Era a 1ª ligação feita em público com o uso de um celular, o Motorola DynaTAC (foto), que pesava quase 1kg e cuja bateria durava meros 35 minutos. Cooper, entao com 44 anos, hoje está com 82, e ainda trabalha na área de tecnologia. Já o celular, quanta diferença...

Martin Cooper e o Motorola DynaTAC
Fonte: Portal Bleblus. Disponível em: www.bleblus.com.br. Acesso no dia da postagem.

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