Não Nascemos Prontos - Parte 1

Palestrante Mário Sérgio Cortella, filósofo e educador.

Ele defende que as pessoas vão se fazendo ao longo do tempo, o modo como somos hoje é como nunca fomos antes.
Diz também que a juventude de hoje acha que desejos são direitos. Os pais, fugindo do conflito, começam a ir pelo lado prático. Os jovens de hoje parecem adultos em férias: eles viajam, gastam dinheiro, só não trabalham.
Defende também que estamos vivendo uma "miojização" do mundo, tudo na vida deve ser rápido, em 3 minutos como o miojo. Estamos deixando de conviver com a família, almoçar e ficarmos juntos. Comemos fora, ou compramos a comida pronta, cada um come no seu quarto, enfim, estamos deixando de conviver.


Não Nascemos Prontos - Parte 2

Palestrante Mário Sérgio Cortella, filósofo e educador.

Acatamos o prático, influenciados pela mídia. Saímos para um fast food, comemos em 15 minutos e não temos mais uma convivência adequada.
No fast food a arquitetura não é apropriada para ficarmos muito tempo, não existe conforto, tudo visando que você fique o menor tempo possível, pois o negócio exige um rodízio grande de pessoas, uma espécie de motel gastronômico (essa foi uma ótima piada dele!).
A novidade é o drive thru, pedimos comida pelo número e saímos dirigindo e comendo, além de falar no celular. Tudo para ganharmos tempo, tempo para quê?
Ele ainda fala sobre a utilidade da Tv a cabo. Ela serve pra você não assistir nenhum programa inteiro. 80 canais e não se tem paciência para ficar em um canal.
A não convivência familiar faz aumentar o individualismo, e em um dia dos pais, por exemplo, você não sabe o que dar de presente porque você não conhece o gosto de seu pai. Aí pra resolver este problema inventaram o vale-presente, para que seu pai escolha o que quer comprar.

Não Nascemos Prontos - Parte 3

Palestrante Mário Sérgio Cortella, filósofo e educador.

A construção da personalidade ética acontece quando prestamos atenção nas pessoas, nos filhos.
A sociedade do imediato nos atinge. Quando procuramos o prático no lugar do certo.
Precisamos afastar a ideia mais negativa do nosso tempo: a do carpe diem. Lema do mundo romano na decadência, o aproveitar o dia e a vida como nunca antes, pois não haverá futuro, não há esperança. Viver o presente até o esgotamento é sinal de falta de esperança, de sonhos. O resultado é a não satisfação, nunca foi o bastante, a vida deve ser vivida no limite do esgotamento.

Não Nascemos Prontos - Parte 4

Palestrante Mário Sérgio Cortella, filósofo e educador.

A edificação de personalidade ética.
A família sai junto para comer aos domingos, não se come em casa. Isso demonstra uma crise da família, pois não há mais convivência.
"Conheço muitos que não puderam quando deviam porque não quiseram quando deviam".

Cartões de Crédito: Modo de Usar

Cartão de crédito não é:
-Renda extra.
-O melhor financiamento.
-Antidepressivo!

Cartão de crédito é:
-Antecipação de sua renda.
-Organizador do seu caixa.
-Espelho do seu orçamento.

"[...] Há muita preocupação sobre este instrumento de crédito e o consenso de que é fundamental que as pessoas sejam treinadas a utilizar seu cartão [de crédito]. [...] a correta utilização do cartão de crédito é uma questão que envolve o próprio governo [...]".

Veja abaixo o vídeo do governo federal mexicano:


Abaixo, estão as regras para a utilização do cartão de crédito elaborado pelo governo mexicano, através da Condusef (Comissão Nacional para a Proteção e Defesa dos Usuários dos Serviços Financeiros):

Antes de contratar:
-Compare entre os diversos cartões. Nem todas oferecem o mesmo. Escolha a que mais se ajusta às suas necessidades e a sua capacidade de pagamento. Procure ter apenas as necessárias.
-Informe-se sobre as taxas de juro, tarifas, seguros associados benefícios e responsabilidades.
-Antes de assinar o contrato esclareça todas as dúvidas.

Para quem já está com o cartão:
-Use dentro do seu orçamento e/ou em caso de emergências. O cartão de crédito pode ser de grande ajuda se for utilizado dentro da sua capacidade de pagamento.
-Nunca o considere como dinheiro extra para gastar acima da sua renda.
-Pague pontualmente suas dívidas

Para reduzir sua dívida no cartão:
-Pague sempre acima do mínimo.
-Tente consolidar a dívida numa única linha de crédito.
-Cancele alguns cartões.

Fonte: Blog Mulheres Endividadas S/A. Disponível em: http://colunas.cbn.globoradio.globo.com/mulheresendividadas/ . Acesso em: 20 dez. 2009.

O relevo, o meio ambiente e a vida

Temática
-A influência dos elementos naturais na formação do meio ambiente.
-O que é litosfera, atmosfera, hidrosfera, biosfera e tecnosfera?

Com o processo de urbanização, a natureza vem sendo agredida. O meio ambiente é constituído de elementos naturais: o ar, a água, os minerais, as rochas (todos indispensáveis à vida). Vamos aos principais conceitos geográficos sobre a natureza:


Relevo: forma como os terrenos se dispõem na superfície terrestre, a forma que assume a topografia de um determinado lugar. O relevo pode ser muito ou pouco acidentado, devido à natureza das rochas e dos minerais que formam um determinado lugar. Essas rochas e minerais podem ser mais ou menos resistentes a ação do ar, da água e dos ventos, dando origem a diferentes formas de relevo.

Litosfera: camada de rochas e minerais que formam a crosta terrestre e a parte superior do manto terrestre.


Atmosfera: camada gasosa que envolve o planeta. Ela está em constante movimento, transferindo calor e umidade das zonas intertropical para as zonas temperadas e frias.


Hidrosfera: camada líquida, formada por oceanos, rios, mares e lagos. Ela está em constante movimento, ocupando a maior parcela da superfície da Terra.

No contato dessas três camadas é que ocorre a biosfera, a esfera da vida. O homem faz parte da biosfera? Sim. Mas como nenhum outro ser vivo, o homem tem o pode de transformar a vida a seu redor, de acordo com suas necessidades. Ele conseguiu modificar muito as condições naturais de sua existência, criando uma segunda natureza.

A sociedade humana é hoje um agente de formação do meio ambiente, tão importante quanto os elementos naturais, graças ao avanço da tecnologia. Criamos a tecnosfera. Construímos túneis, hidrelétricas, rodovias, etc. A encruzilhada é que para produzirmos uma segunda natureza, utilizamos elementos da primeira natureza, que são finitos. Então, diante do problema de escassez de elementos naturais, o que fazer para continuar crescendo de maneira sustentável?

Causamos extinção de animais, de florestas, etc, tudo para continuarmos o nosso desenvolvimento. Mas não dá pra saber com certeza a lógica da biosfera. Se extinguimos um determinado animal, por exemplo, a cadeia alimentar pode ser desiquilibrada, fazendo pragas proliferarem por muitos cantos do mundo. Doenças como a dengue podem se proliferar diante do aumento do mosquito vetor, que gosta do aumento da temperatura. E com o aquecimento global isso é um terreno fértil. Plantas não catalogadas ou estudadas devidamente podem ser extintas, e nelas ter a chave para a cura de doenças que não temos a solução hoje em dia.

O nosso lixo e poluição pode alterar o meio ambiente, fazendo o planeta esquentar, os rios sujarem, os mares ficarem com um fina película de óleo, alterando a absorção de calor pela hidrosfera, causando graves problemas.Os gases tóxicos aumentam o efeito estufa. Assim vem a pergunta: como conciliar a tecnosfera com a biosfera?


A formação do relevo

Temática
-De onde as montanhas, os vales e as planícies surgiram?
-Como se formou o relevo?
-A crosta terrestre e as placas tectônicas.
-Como se formam as cadeias de montanhas e os vulcões?
-Por que ocorrem os terremotos?
-A ação da água e do ar na modelagem do relevo.

Existem várias paisagens no relevo. Um dos motivos para essa variação é que a crosta terrestre é muito fina e está em constante movimento. Se o planeta tivesse o tamanho de um ovo, a Crosta Terrestre seria mais fina que uma casca de ovo, e com muitas rachaduras. A espessura da crosta varia de 25 a 50 km nos continentes. Quanto mais penetramos na crosta terrestre, mais quente fica (1°C a cada 30m).

A temperatura do centro da Terra é de aproximadamente 5550°C. Em 60 km de profundidade a temperatura já é tão alta que as rochas não estão em estado sólido. É onde começa a segunda camada: o Manto Terrestre, formada por material pastoso, o magma.

A crosta terrestre flutua sobre o manto, do mesmo jeito que gelos em um copo de água. Todos os continentes flutuam e se movimentam sobre o manto, em um fenômeno conhecido como deriva continental. Os continentes são sustentados por enormes blocos rochosos chamados de placas tectônicas.

O magma mais profundo é mais quente, e movimenta-se para a superfície. O magma menos profundo, mais frio, movimenta-se para o centro do planeta. Este movimento cria pressões que forçam a crosta terrestre, dando origem à movimentação das placas tectônicas.

A origem da formação dos continentes está ligado a esta movimentação. A teoria mais aceita é de que todos os continentes estavam unidos em um supercontinente chamado de Pangeia, e com a deriva continental os continentes estão se separando cada vez mais. O litoral da América do Sul e o litoral da África se encaixam. As rochas sul-americanas são semelhantes às africanas. Assim deduziu-se que um dia esses continentes poderiam estar unidos.

Quanto à classificação das rochas encontradas na Terra, elas podem ser:
-Rochas sedimentares: geralmente estão localizadas em planícies, para onde são trazidas rochas de outros lugares pela água e vento, fazendo uma camada de minerais cobrir outra, formando sedimentos.
-Rochas magmáticas: geralmente estão em locais mais altos, são formados pelo resfriamento de magma.
-Rochas metamórficas: as vezes rochas formadas na superfície terrestre são levadas para camadas interiores, onde a pressão e a temperatura são mais elevadas, fazendo modificações em sua estrutura.

Com as placas soltas sobre o magma, um placa pode bater em outra. Isso dá origem a uma cadeia de montanhas. Um placa tende a ir para baixo e outra para cima, as bordas se enrugam formando dobras ou rompem-se, gerando grandes elevações ou os chamados dobramentos modernos. Lá estão as maiores altitudes da Terra, como os Alpes, os Andes, o Himalaia. Lá é que estão as áreas de colisão entre as placas, são um enrugamento causado pelo choque. É por essa tensão entre as placas também é que ocorre os terremotos.

Então esquematicamente temos as seguintes formas de relevo: as montanhas (grandes altitudes recentes), os planaltos, as planícies e as depressões. As planícies são terras planas que antigamente estavam cobertas pelas águas de rios ou de mares.

Assim, além de fatores internos, fatores externos também modificam o relevo. Por exemplo, a chuva e o vento sobre o relevo. As forças internas proporcionam as diferenças de nível do relevo. As forças externas agem sobre o relevo, modelando-o. O principal agente externo modelador do relevo é a água. Uma cachoeira é um exemplo. O desgaste proporcionado pelos elementos externos é chamado de erosão. Criam-se assim as serras, com materiais mais resistentes à erosão que outros locais. A água vai gastando a rocha, deixando os locais menos resistentes num nível abaixo dos locais mais resistentes. Serras não são formas de relevo, geralmente se formam em planaltos devido a sua maior resistência ao intemperismo. Por isso as formas arredondadas, por exemplo, da Serra do Curral em Belo Horizonte. 

O intemperismo faz os minerais menos resistentes serem levados pela água. A temperatura também influencia na fragmentação da rocha. O vento, a chuva e os rios levam os pedaços para outros lugares. Isso leva milhares de anos para acontecer. Assim uma depressão pode ser formada, pelo rebaixamento de uma certa região onde predomina o desgaste das rochas. Estas regiões são os planaltos, que rebaixados pelo intemperismo, criam depressões.

Essas depressões podem ser ocupadas pelos homens, criando cidades. A ação do homem pode mudar radicalmente a ação natural, trazendo desastres como deslizamentos de terras em áreas de moradia em encostas. As transformações do relevo são naturalmente lentas, mas a ação antrópica pode alterar a velocidade dessa ação.


Onde o ex-presidente Fernando Henrique errou?

Ele privatizou demais, deixou os serviços públicos em calamidade e serviu de trampolim para que o presidente Lula obtivesse uma alta popularidade, que é registrada até hoje.

O Apagão do Governo Lula

Por que os políticos não trabalham todos os dias?

Os deputados federais recebem um gordo salário perto do salário de fome da maioria dos brasileiros. E o melhor: só trabalham às terças e quartas-feiras! É uma piada?

Álcool ou gasolina?

Em alguns tempos volta e meia o etanol está mais caro. É que o etanol é feito da cana-de-açúcar. E esta matéria-prima também é utilizada para se fazer o açúcar comum, aquele que a maioria da população consome todos os dias. Assim quando o preço do açúcar começa a se elevar, principalmente puxado pelo mercado internacional, os produtores preferem utilizar sua matéria-prima onde obterão maior rentabilidade. Assim, faltando matéria-prima para produção de etanol, a quantidade do combustível oferecida ao consumidor é menor, portanto mais cara!

Assim quem compra automóvel com kit flex (que está embarcado em praticamente todos os automóveis do país) não pode usufruir do benefício de um combustível mais barato. E para piorar, como a gasolina brasileira é composta por aproximadamente 25% de álcool, o preço deste combustível também aumenta.

Para saber se é viável usar o etanol ou a gasolina, basta se lembrar que o álcool consome 30% a mais que a gasolina, portanto o preço do álcool só pode ser de até 70% do preço da gasolina. Para resumir é só fazer a seguinte conta:

Preço do etanol / preço da gasolina <= 0,7

Divida o preço do álcool pelo preço da gasolina, se der menos que 0,7 é viável o álcool, se der igual a 0,7 tanto faz um combustível quanto o outro, se o resultado der mais de 0,7 a gasolina é mais viável economicamente.

Portanto fique de olho.

O uso de LED's em Belo Horizonte

Modernização de semáforos trará economia anual de R$ 2,2 milhões

A substituição das lâmpadas incandescentes por LED’s (sigla para Light Emitting Diode - Diodo Emissor de Luz) nos 809 cruzamentos semaforizados de Belo Horizonte permitirá uma economia calculada em R$ 2,2 milhões por ano aos cofres municipais. O Convênio de Cooperação Técnica e Financeira para a implantação da proposta foi firmado nesta quarta-feira, 14/10, entre a Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da BHTRANS, e a Cemig, por meio de sua subsidiária Efficientia. A medida representa uma redução de 86% no consumo de energia elétrica no sistema de semáforos.

A meta é que até o final de 2010 Belo Horizonte se torne a primeira capital do país a contar com todos seus semáforos utilizando a tecnologia LED e que seja a cidade da América Latina com o maior número de Diodos Emissores de Luz instalados. O investimento no projeto está orçado em R$ 6,5 milhões, valor financiado pela Cemig. “Esse convênio é muito importante para a qualidade do controle de tráfego de Belo Horizonte. Além da economia financeira, nós teremos uma melhor qualidade no trânsito”, destacou o prefeito Marcio Lacerda. Atualmente, os custos com energia elétrica e manutenção dos semáforos somam R$ 2,9 milhões por ano. Para o presidente da Cemig, Djalma Bastos de Morais, a medida vem consolidar ainda mais a parceria da empresa com o município na busca de soluções para a melhoria da cidade. “Nós estamos aprofundando o relacionamento com a Prefeitura. Cada vez mais, nós vamos tentar minimizar, juntos, os problemas que a população de Belo Horizonte enfrenta”, observa.

Vantagens

Uma das vantagens dos LED’s é que a sua vida útil é estimada em 10 anos - cerca de 25 a 30 vezes a mais do que o tempo das lâmpadas convencionais, cujo tempo médio de duração é de 11 meses. Além disso, emite menos calor do que as atuais lâmpadas, acarretando menos danos às lentes dos semáforos. O diretor comercial da Cemig, Bernardo Afonso Salomão de Alvarenga, ressalta que os LED’s proporcionam mais segurança no trânsito. Do ponto de vista dos pedestres e dos motoristas, os diodos eliminam o conhecido "efeito fantasma", produzido pela incidência da luz solar, que ocorre em alguns semáforos com lâmpadas convencionais, e é melhor visualizado de vários ângulos. Por possuir vários pontos emissores de luz, se alguns deles queimarem, não haverá comprometimento total da indicação luminosa do semáforo, porque restará uma quantidade considerável de pontos ainda ativos.

Sustentabilidade

O diretor-presidente da BHTRANS, Ramon Victor Cesar, destaca que o projeto representa ganhos ambientais. A iniciativa é considerada um exemplo da responsabilidade ambiental, em virtude da eliminação do descarte médio anual de 18 mil lâmpadas queimadas e a redução da emissão de gases de efeito estufa produzidos pelos veículos responsáveis pela manutenção dos semáforos.

Semáforos em Belo Horizonte
- Números de lâmpadas nos 809 cruzamentos: 22.600
- Tempo médio de duração de uma lâmpada de semáforo: 11 meses
- Número de lâmpadas trocadas por ano: 21.700
- Gasto anual com manutenção, troca de lâmpadas e com energia elétrica: R$ 2,9 milhões
- Economia anual com a modernização do sistema: R$ 2,2 milhões
- Investimento no novo sistema: R$ 6,5 milhões

Fonte: Portal BHTRANS

Kers


Vamos por partes. Primeiramente a definição: Kinetic Energy Recovering System (sistema de recuperação de energia cinética). Este sistema começou a ser utilizado por algumas equipes de Fórmula 1 na temporada de 2009, com objetivo de fornecer mais potência aos carros, principalmente em retas.

Como funciona? Bem, simplificando o Kers absorve a energia que se utiliza para frear o veículo, ou seja, armazena em uma bateria a força que se faz para frear. Existem diferentes fabricantes do equipamento e que utilizam diferentes tecnologias, mas a ideia básica é a de capturar a energia que seria desperdiçada com as frequentes freadas. Também é utilizada a força que se faz para virar o volante, transformando-a em energia que o motor pode aproveitar.

Algumas montadoras já têm automóveis que se utilizam deste sistema, principalmente os carros híbridos japoneses. Nos automóveis a ideia é a de diminuir a dependência dos combustíveis fósseis, uma vez que um motor elétrico auxiliar entraria em ação abastecido pelo sistema Kers. O motor a combustão convencional entra em operação após a segunda marcha, aumentando a quilometragem rodada por litro.

Mas o sistema ainda é caro, e a sua popularização deverá demorar. Não pense que um automóvel popular virá com um sistema como esse. Assim como o air bag, interesses econômicos são colocados na frente dos interesses do planeta. Deixar nossos carros mais eficientes e seguros vem em segundo plano. O primeiro é a viabilidade econômica.

Fonte: How Stuff Works

Aproveitamento da Energia das Ondas do Mar

A primeira usina em escala comercial do mundo fica em Portugal. A energia elétrica é produzida pelas ondas do mar. Mais uma fonte renovável que pode ser muito explorada, afinal o planeta Terra tem sua maior parte de água. Veja a reportagem:

Turby - Turbina Eólica para Ambientes Urbanos

Como Funciona a Energia Eólica

Como Funcionam as Usinas Hidrelétricas

Importância da Energia Solar

Funcionamento do Aquecedor Solar

Uma boa opção para economia de energia elétrica nas residências, o governo deveria incentivar o uso desse equipamento nas residências brasileiras, já que proporciona uma diminuição da pressão sobre o sistema elétrico brasileiro.

Com o desenvolvimento econômico, o normal é acontecer o aumento do uso da energia elétrica. A saída utilizada pelo Brasil é aumentar a "sujeira" na matriz elétrica brasileira, com a ativação cada vez maior de termelétricas (que utilizam a queima de carvão ou petróleo) para a produção de energia elétrica.

Veja um vídeo didático sobre como funciona este sistema.

A sapatada no Bush!

A Guerra no Iraque foi um fracasso. Quem a idealizou merecia uma sapatada. O povo iraquiano bem que tentou, mas o presidente Bush foi mais rápido. Que pena que não acertuou no nariz!

Tarifa Zero no Transporte

Bélgica
A cidade de Hasselt, capital da província de Limburg, na Bélgica, faz parte de um pequeno, mas crescente, número de cidades ao redor do mundo que estão oferecendo tarifa zero no transporte público.

Desde 1º de julho de 1997, as linhas municipais de Hasselt são de uso gratuito para todos e, no caso de linhas centrais, até mesmo não-habitantes da cidade usufruem da tarifa zero.
A idéia do transporte público gratuito teve início em meados de 1996, a partir da Política Integrada de Transporte, desenvolvida pelo ministro de Transporte de Flandres (região flamenga, no Norte do país) Eddy Baldewijsn, que estabelecia o transporte público como prioridade. A cidade de Hasselt foi uma das primeiras a subscrever o plano. O prefeito Steve Stevaert propôs conceder primazia ao transporte público sob o lema “a cidade garante o direito à mobilidade para todos”.


Aspectos do sistema de transporte

As linhas locais são chamadas de Linhas H e funcionam das seis da manhã até sete da noite. Há um intervalo máximo de 30 minutos de espera entre um ônibus e outro. Em algumas linhas são adicionados ônibus extras nos horários de pico – das sete às nove da manhã e das quatro às seis da tarde. As linhas circulares da região do boulevard têm intervalos de cinco minutos e as circulares do centro, intervalos de dez minutos. Quase todos os ônibus locais são adaptados para cadeirantes.

O serviço regional de transporte (Linhas Vermelhas) é gratuito para moradores de Hasselt, desde que mostrem seus cartões de identidade para o motorista do ônibus. Quem não mora em Hasselt paga a tarifa comum, exceto crianças com menos de 12 anos. As linhas regionais Azuis têm uma tarifa própria. Na combinação do uso de linhas regionais e locais, os passageiros pagam a tarifa comum pela viagem completa.

Controle tarifário e inspeção
Nas Linhas H, passageiros não precisam apresentar nenhum tipo de documento. Não há fraude possível, já que o serviço é gratuito. Ainda assim, as rotas são monitoradas para propósitos de controle de qualidade.

Resultados da tarifa zero
Após a introdução da política de tarifa zero, o uso do transporte público aumentou imediatamente e se manteve alto, sendo, hoje, dez vezes maior se comparado ao período anterior.

Por garantir acesso à tarifa zero no transporte público, o cartão de identidade dos habitantes da cidade vale como ouro.


Fonte: www.tarifazero.org

Sobre a aprendizagem

Definição: adquirir conhecimentos e habilidades, modificar atitudes e comportamentos.

CHA: C (conhecimento), H (habilidade), A (atitude). Ou seja, aprender significa adquir conhecimentos para adquirir habilidades para modificar atitudes.

Se no processo de aprendizagem não houver mudança de atitudes, o conhecimento e a habilidade adquirida não servirá para nada.

O agente principal neste processo é o educando, sendo ele responsável pelo seu aprendizado. O professor é um facilitador do processo, não transmitindo conhecimento para os alunos, mas trocando experiências com eles e direcionando-os.

Do que a Aprendizagem precisa?
Para acontecer ela precisa ser significativa (relacionada com os conhecimentos prévios dos alunos), ela precisa ter objetivos reais (o professor precisa explicar o porquê, o sentido daquele conhecimento estar sendo trabalhado com o aluno), ela precisa ser embasada em um bom relacionamento com os alunos, ela precisa ser contínua (fazer parte de um processo em que o aluno vá adquirindo conhecimentos e habilidades aos poucos). A aprendizagem é pessoal, ou seja, em um mesmo curso os variados alunos vão levar consigo aprendizados diferenciados.

Corrente do Aprendizado
A aprendizagem precisa desenvolver nos alunos um desenvolvimento mental (ligado à teoria, com captação de informações, organização de dados, relacionamento de conceitos), um desenvolvimento emocional (o aluno precisa desenvolver habilidades de controle de suas emoções), um desenvolvimento psicomotor (privilegiando exercícios, atividades, para que ele se depare com dificuldades e obstáculos que necessite superar) e um desenvolvimento social (a aprendizagem não se dá só, ela necessita buscar a interação do indivíduo com a sociedade).
Um destes elos mal consolidados "arrebenta" a corrente.

Leis de Fixação da Aprendizagem
Lei da Atividade: requisita participação do aluno (prática).
Lei do Interesse: só se aprende fazendo quando existe interesse.

Fonte: AMARANTES, Igor. Educação e Trânsito. 3ª edição. CENTEC, 2005. Belo Horizonte.

Exemplo de Resumo

A Origem das Cidades
SPÓSITO, Maria Encarnação. Capitalismo e Urbanização. 3ª edição. São Paulo: Editora Contexto, 1991. p.11-18.

As cidades nem sempre tiveram o tamanho e a importância que têm hoje. Os primeiros aglomerados humanos não podem ser chamados de urbanos.

A cidade de hoje é resultado cumulativo de todas as outras cidades de antes, transformadas, destruídas, reconstruídas e produzidas pelas transformações sociais ocorridas através dos tempos.


No período Paleolítico, os humanos eram nômades, e a primeira manifestação de fixação a um lugar foi dedicada aos mortos (onde eram enterrados). A segunda manifestação se dá na relação do homem com as cavernas, que não eram moradia fixa, mas representava abrigo e proteção.

No período Mesolítico aconteceu as primeiras condições necessárias para o surgimento das cidades, através do melhor suprimento de alimentos (domesticação de animais e domínio da agricultura). Já no período Neolítico acontece a vida estável em aldeias. É importante ressaltar que não é o tamanho do aglomerado ou o número de casas que permite distinguir a cidade da aldeia. A aldeia pode ser definida com um pequeno aglomerado de agricultores, não havendo divisão de trabalho. Desenvolviam apenas atividades primárias que exigem territórios extensivos.

As condições para o surgimento das cidades são a fixação do homem à terra (desenvolvimento da agricultura e da pecuária) e uma organização social mais complexa (divisão social do trabalho). A produção de excedente alimentar é pré-condição necessária para haver uma divisão social do trabalho, uma vez que alguns homens puderam livrar-se das atividades primárias para dedicar-se a outras atividades (o comérico por exemplo). Outra condição necessária é o aparecimento de uma sociedade de classes.

O caçador que havia perdido importância com a fixação dos grupos humanos voltou a ter importância quando passou a desempenhar a função de protetor das aldeias contra animais ferozes. A segurança fez dos aldeões homens passivos e a evolução do caçador foi tornar-se chefe político, depois rei. Esta relação de dominação entre aldeões e chefe político criou condições para uma relação de exploração. Os tributos ou impostos se originaram no respeito ao “caçador” traduzidos em oferendas ao rei.

A cidade se constituiu quando ocorreu a existência deste chefe político e de uma sociedade de classes, concentrados num mesmo território. Sua origem não está em torno de um mercado (de uma esfera econômica), mas em torno do rei (do social e político).

A cidade concentra gente num espaço, e parte dela era constituída por soldados (em maior número e mais profissionais). Isso possibilitou a ampliação do poder da classe dominante, expandindo seu poder territorialmente até encontrar um poder armado equivalente (o poder de outra cidade).

Exemplo de Resenha

O bruxo fez o feitiço: a escritora ficou milionária!

ROWLING, J. K. Harry Potter e as Relíquias da Morte. Editora Rocco. Rio de Janeiro. 2007.

Uma escritora britânica entre os intelectuais mais ricos do mundo. Rowling não era conhecida até a primeira história da saga dos Potter ser publicada na Inglaterra em 1997. Em pouco tempo virou febre mundial. Em dez anos colocou a escritora no lugar mais alto do “pódio” dos que mais faturam atualmente com publicações escritas, além de outras mídias.



“O menino que sobreviveu” contra “Aquele que não deve ser nomeado”, uma história dividida em sete partes que explicam o sucesso da escritora: ela não entregava o jogo. O segredo da autora foi conseguir manter o suspense e a indefinição por sete livros sobre o quê aconteceria com Harry Potter, seus amigos e com Lord Voldemort e seus seguidores.

A história faz uma analogia interessante sobre busca por poder, necessidade de superação de diferenças para conseguir objetivos comuns, o preconceito entre pessoas de classes ou raças diferentes e importância de valores como amizade, amor e superação de limites próprios. “Harry Potter e as Relíquias da Morte” conseguiu amarrar bem toda a história contada, apesar de uma impressão de correria no final do livro.

Quem lê o livro tem a sensação de que a saga não vai conseguir ser fechada até o final, pois ao chegar à metade a história ainda se encontra indefinida. Usando de sorte (ou destino) do protagonista, a autora consegue dar uma explicação improvável para o desfecho: Harry estava sendo preparado para a morte.

Ao atacar Harry Potter ainda criança, Voldemort transferiu não somente alguns de seus poderes como salientam os livros anteriores, mas também uma parte da alma do antagonista, fragilizada pelo feitiço de separação de sua alma – Horcruxes – que se pensava deixar o personagem perto da imortalidade.

Inimigos se revelam amigos, seguindo a tendência do livro em esconder o verdadeiro e salientar pistas falsas sobre personagens, como o professor Snape. Dumbledore se revela imperfeito, diferente dos outros livros. Forma-se uma aliança entre membros de “espécies” diferentes – bruxos de sangue-puro e mestiços, duendes, elfos domésticos, gigantes e centauros – para a batalha final, na qual Harry tem de enfrentar desafios de elevada complexidade, como desvendar enigmas ao mesmo tempo em que descobre que o confronto final com Voldemort era inevitável: Um não poderia viver sem que o outro sobrevivesse, e no fim um teria de matar o outro.

E como protagonistas heróis nunca matam, o final é inovador frente às histórias em que os antagonistas são mortos por acidentes, vide exemplo da série adaptada do super-homem, Smallville, ou mesmo das adaptações cinematográficas do Homem-Aranha.

As adaptações para o cinema só deixaram o clima de suspense para o último livro ainda maior, colocando os livros em maior evidência, trazendo a curiosidade sobre o desfecho da história, que no cinema ainda não tem data para ser mostrada. Faltam ainda duas histórias para ser contadas na telona, com possibilidade da última ser dividida em dois filmes, segundo se fala para não haver um resumo muito grande da história do livro, mas para quem tem senso crítico, um estratagema para maiores lucros para a produtora dos filmes e de tabela para Howling, já testado na trilogia Matrix com sucesso.

Assim como Neo rendeu milhões em sua batalha contra o Agente Smith e a Matrix, o cinema é para onde Harry Potter aponta sua varinha neste momento, mesmo após milhões de pessoas já saberem o desfecho de sua história, mas que fará o feitiço de transformação de um desfecho já conhecido em uma renda extra para a autora da saga.

Ir ou não ir ao cinema conferir? Todos enfeitiçados?

Diferença entre Resumo e Resenha


Na escola é frequente o uso de textos para que os alunos tomem conhecimento sobre determinado assunto. E uma das ferramentas mais utilizadas para avaliação ou pontuação é a de passar como exercício a tarefa de resumir tais textos.

Então é importante definir o que é resumo: produção de texto pautado nos principais trechos de uma reportagem, de um artigo, enfim, de outro texto qualquer lido pelo autor do resumo. Serve para retirar as idéias principais do texto original, para melhor compreensão dos assuntos mais importantes tratados pelo autor do texto lido.

É importante diferenciar o resumo da resenha. A resenha na verdade se trata de um resumo crítico, ou seja, cuja produção pode conter opiniões do autor da resenha sobre o texto original resumido. Pode-se recorrer inclusive a citações de outros autores.

O Taylorismo, o Fordismo e o Toyotismo

-Taylor fundamentou os princípios de direção científica da empresa. Ele defendeu que a forma mais eficiente de organizar a produção seria a simplificação do trabalho complexo, reduzindo-o a tarefas simples e repetitivas.

-O fordismo tem como uma de suas características principais a linha de montagem. Nessa, os trabalhadores são enfileirados e executam uma tarefa dentro da cadeia produtiva. Foi a colocação em prática dos princípios defendidos por Taylor. Os bens são padronizados e produzidos em massa, estocando-se os bens para venda posterior.

-O modelo de produção flexível, também conhecido como toyotismo, tem como características: produção de bens na medida certa, acompanhamento dos estoques em tempo real, uso de tecnologia de ponta na produção, uso de matérias-primas de várias localidades pelo mundo.

-A seguinte sentença de Marx tem se concretizado nas últimas décadas: "O capitalismo tem como tendência o aprimoramento do maquinário e o excesso de mercadorias, produzindo desemprego estrutural".


Carros VS Motos!

Comédia sobre o conflito de usuários de automóveis e motoboys! Muito legal!

Vaticano


Sede da igreja católica apostólica romana, é o menor país soberano do mundo. Fica no centro de Roma, Itália, em um território que não chega a meio quilômetro quadrado e onde vivem cerca de 900 pessoas.

O papa, além de ser a autoridade máxima da igreja, também é o chefe do poder executivo, legislativo e judiciário do Vaticano. Lá, não há partidos políticos. Quando um papa morre ou renuncia, essa autoridade é concedida transitoriamente para um colégio de cardeais – responsáveis pela eleição do próximo pontífice. A Fábrica de São Pedro, órgão correspondente a uma prefeitura, cuida da manutenção dos prédios e da limpeza pública, entre outras coisas.

Basílica de São Pedro. Vaticano.
O Vaticano não tem exército. Atualmente, a Guarda Suíça – aqueles com roupas medievais coloridas- cuida da vigilância de honra das entradas da cidade e dos aposentos papais. A segurança armada fica por conta da polícia italiana. A nação tem ainda emissoras de tv e rádio própria, além de um jornal impresso. Mesmo não sendo integrante da ONU, tem ali observador permanente, com acesso a documentos e debates em todos os programas.

O Vaticano não faz parte da União Européia, mas adotou o euro como moeda. Por falar em moeda, o Banco do Vaticano, fundado em 1887 para administrar as finanças da igreja, merece um capitulo a parte. No livro "Em Nome de Deus", o autor britânico David Yallop afirma que, entre outras coisas, o banco seria dono de ações de empresas fabricantes de produtos que contrariam o que prega a fé católica, como bombas, tanques militares e anticoncepcionais. Oficialmente, a economia do Vaticano está baseada em donativos e nos juros dos investimentos de seu patrimônio.

O Estado da cidade do Vaticano foi criado em 1929, com a assinatura de um acordo entre a Santa Sé e o premiê Benito Mussolini, aquele mesmo do regime fascita. Os fascistas indenizaram o Vaticano em 1,75 bilhão de liras pelas terras tomadas durante a unificação italiana, em 1870. A formação do Estado italiano foi um golpe duro de engolir para as autoridades eclesiásticas- na Idade Média, os Estados Papais chegaram a ter um território contínuo que se estendia desde a Campânia, no sul da península itálica, até a Emília-Romana, no norte, com pertos nos litorais Tireno e Adriático. Isso sem falar no número de terras de propriedade da igreja espalhadas pelo mundo todo.

Alguns críticos dizem que a "boa" ação do regime fascita, a de ceder uma parte de Roma para a construção do Vaticano tinha uma segunda intenção: a de fechar os olhos da igreja católica para as atrocidades que o regime político italiano faria em conjunto com o regime nazista, quando o extermínio de judeus se tornou prática comum na Alemanha.

Fonte: Revista Superinteressante

Versões do Capitalismo no Mundo

Capitalismo Ideal
Você tem duas vacas. Vende uma e compra um touro. O rebanho se multiplica e a economia cresce. Você vende o rebanho e se aposenta... Rico!

Capitalismo Norte-Americano
Você tem duas vacas. Vende uma e força a outra a produzir leite de quatro vacas. Fica surpreso quando ela morre!

Capitalismo Francês
Você tem duas vacas. Entra em greve porque quer três.

Capitalismo Canadense
Você tem duas vacas. Usa o modelo do capitalismo norte-americano. As vacas morrem. Você usa o protecionismo brasileiro como desculpa e adota medidas protecionistas para ter as três vacas do capitalismo francês.

Capitalismo Japonês
Você tem duas vacas, né? Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e para que produzam vinte vezes mais leite. Depois cria desenhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.

Capitalismo Italiano
Você tem duas vacas. Uma delas é sua vizinha, a outra é sua sogra, maledetta!!!!

Capitalismo Britânico
Você tem duas vacas. As duas são loucas!

Capitalismo Holandês
Você tem duas vacas. Elas vivem juntas, não gostam de touros e tudo bem!

Capitalismo Alemão
Você tem duas vacas. Elas produzem leite pontual e regularmente, segundo padrões de quantidade, horário estudado, elaborado e previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa. Mas o que você queria mesmo era criar porcos.

Capitalismo Russo
Você tem duas vacas. Conta-as e vê que tem cinco. Conta de novo e vê que tem quarenta e duas. Conta de novo e vê que tem doze. Você para de contar e abre outra garrafa de vodka.

Capitalismo Suíço
Você tem quinhentas vacas, mas nenhuma é sua. Você cobra para guardar a vaca dos outros.

Capitalismo Espanhol
Você tem muito orgulho de ter duas vacas.

Capitalismo Português
Você tem duas vacas... E reclama porque seu rebanho não cresce!

Capitalismo Chinês
Você tem duas vacas e trezentas pessoas tirando leite delas. Você se gaba muito de ter pleno emprego e uma alta produtividade. E prende o ativista que divulgou os números.

Capitalismo Hindu
Você tem duas vacas. Ai de quem tocar nelas!

Capitalismo Argentino
Você tem duas vacas. Você se esforça para ensinar as vacas a mugirem em inglês... As vacas morrem. Você entrega a carne delas para o churrasco de fim de ano do FMI.

Capitalismo Brasileiro
Você tem duas vacas. Uma delas é roubada. O governo cria a CCPV (Contribuição Compulsória de Posse de Vaca). Um fiscal vem e lhe autua porque embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo número de vacas reais. A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seu consumo de leite, queijo, sapatos de couro e botões, presume que você tenha duzentas vacas e, para se livrar da encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo!! Eee Brasil!!!

Autor: desconhecido.

Documentário: Cidades que Queremos

É possível a vida sem o uso do automóvel?
Veja o exemplo das capitais da Holanda e da Dinamarca.
E reflita!



O uso da bicicleta e o andar a pé em lugares onde se respeita quem deseja se locomover dessas formas.
Pensa que é possível somente na Europa? Então veja o caso de Bogotá, Colômbia.
Pertinho de nós!

A verdade sobre a obrigatoriedade do airbag!

Recentemente, o Congresso Nacional aprovou um projeto de lei que obriga as montadoras de automóveis a disponibilizar o airbag de série em todos os veículos. O projeto já foi sancionado pelo Presidente da República.


As montadoras já avisaram que vão repassar o custo aos compradores! Quando perguntados, entrevistados em noticiários dizem que são a favor, pois aumenta a segurança de quem anda de automóvel, em um país em que a cada dia se morre mais no trânsito.

Mas o que a maioria das pessoas não sabe é que foi movimentado no Senado e na Câmara Federal um poderoso lobby para que o projeto fosse votado e aprovado. Os parlamentares não estão preocupados com a integridade física de ninguém. Eles andam de carros importados que já possuem o ítem de série.

Se estivessem, já teriam tornado obrigatório, por exemplo, o apoio de cabeça para todos os ocupantes de automóveis. Eles evitam lesões na coluna cervical em caso de impactos na traseira dos veículos, mas são baratinhos, custam aproximadamente R$50,00.

Já o airbag custa milhares de reais e sua obrigatoriedade vai representar bilhões de reais de faturamento para o fabricante do equipamento, assim como de impostos arrecadados pelo governo.

Não que o airbag não seja importante, mas o que incomoda é que somente com muito dinheiro em jogo é que as coisas funcionam neste país.

Fonte: Programa Vrum, TV Alterosa. Disponível em:http://www.alterosa.com.br. Acesso no dia da postagem.

O que é a Piezeletricidade?

Trânsito pode virar fonte de energia


Se você pensa que o trânsito serve somente para te aborrecer e atrasar, está enganado. A Innowattech, companhia de energia afiliada ao Instituto de Tecnologia Technion de Israel, informou que geradores especiais instalados embaixo das rodovias, estradas de ferro e trilhos, podem armazenar energia suficiente dos veículos que transitam nas vias para produzir eletricidade em massa.

De acordo com a companhia, os geradores contêm material que produz eletricidade mediante a aplicação de força mecânica, como a pressão dos pneus dos carros de passagem. O processo, conhecido como piezeletricidade, tem sido usado há anos em pequena escala, incluindo aparelhos como churrasqueiras e pisos de danceterias que acendem a cada passo.

Uri Amit, presidente da Innowattech, afirmou que a tecnologia da companhia será a maior aplicação de piezelétrica até agora, com uma única faixa de um quilômetro de estrada fornecendo até 100 quilowatts de eletricidade, energia suficiente para abastecer cerca de 40 casas. "Nós podemos produzir eletricidade em qualquer lugar onde haja uma estrada agitada usando energia que normalmente é desperdiçada", explicou Amit.

Apesar de inovador, o projeto pode ter obstáculos, como o de encontrar um modo de acondicionar os geradores para que sejam eficazes quando enterrados nas estradas. O cientista-chefe da companhia, Eugeny Harash, desenvolveu um recipiente que age como asfalto. Os geradores são então colocados na rodovia durante trabalhos de manutenção programados em 30 cm².

"Os asfalto é elástico e a pressão de cada pneu é apanhada pelo gerador, que é enterrado a cerca de 3 cm abaixo da superfície da estrada", disse Harash. "Os motoristas nem mesmo sentirão diferença".

O material piezelétrico dura pelo menos 30 anos, bem mais do que a maioria das rodovias, completou ele. A companhia informou que a meta do custo de geração é de 3 a 10 centavos por quilowatt/hora, dependendo da intensidade do tráfego

O primeiro programa piloto deve começar nos próximos meses em uma faixa de 30 m de uma rodovia fora de Tel Aviv, e projetos similares de âmbito internacional podem surgir em 2010.


Fonte: Portal Olhar Digital. Disponível em: http://olhardigital.uol.com.br/digital_news/noticia.php?id_conteudo=7797. Acesso no dia da postagem.

A Ciência Geográfica

O que ela estuda?
- A Geografia estuda o espaço geográfico.

O que é o espaço geográfico?
- Conjunto indissociável de sistemas de objetos e sistemas de ações. Para estudar Geografia não se pode estudar separadamente os objetos e as ações que os comandam.

Sistemas de objetos
-No começo a natureza era selvagem, formada por objetos naturais, que ao longo da história vão sendo substituídos por objetos fabricados, objetos técnicos, mecanizados, e depois cibernéticos, fazendo a natureza artificial tender a funcionar como uma máquina.

Objetos de interesse da Geografia
-Objetos móveis e imóveis: uma cidade, uma barragem, uma autoestrada, um porto, uma floresta, uma montanha, uma plantação, entre outros.

Pampulha, Belo Horioznte - MG.

Sistema de ações
-As ações resultam da necessidade, natural ou criada. Elas resultam na criação e utilização de objetos, formas geográficas.
-Os atos tem fins e objetivos a cumprir. A ação se dá frequentemente por uma razão técnica.
-Os objetos técnicos servem a uma ação racional, cada vez mais precisa e cega, porque obedientes a um projeto alheio.
-O espaço é um sistema de objetos cada vez mais artificiais, povoados por sistemas de ações igualmente artificiais, cada vez mais tendentes a fins estranhos ao lugar e seus habitantes.
-As ações tem comandos. Distinguem-se atores que comandam e outros atores.

Atores decididores
-Governos, empresas transnacionais, organizações internacionais, grandes agências de notícias, chefes religiosos, entre outros.

Contradições do sistema capitalista
-O modelo econômico adotado pela sociedade é de interesse da Geografia. As técnicas são espalhadas pelo planeta de maneira desigual.
-Objetos técnicos surgem pela superfície terrestre segundo uma lógica racional, comandadas pelos atores decididores que tem poderes e interesses diferenciados, montando um quebra-cabeça pelo planeta.
-Nossa sociedade se desenvolve de maneira contraditória, gerando um contínuo aumento de riqueza e de pobreza.

Condomínio Alphaville Lagoa dos Ingleses, Nova Lima, Região Metropolitana de Belo Horizonte - MG.


Aglomerado da Serra, Belo Horizonte - MG.

-No plano local a leitura geográfica começa com observações sobre nossa vizinhança, sobre as estruturas estatais que nos servem.
-O modelo econômico de riqueza de poucos e de pobreza de muitos se reproduz na localização das favelas em áreas de risco; na localização mais afastada de bairros nobres, com infraestrutura disponível para o transporte rodoviário individual.

Concluindo...
-Nota-se que tudo está relacionado: os problemas locais, regionais e globais estão todos entrelaçados.
-A Geografia é assim esta aventura: uma leitura crítica do espaço que construímos para o nosso viver.

Fonte: SANTOS, Milton. A Natureza do Espaço. São Paulo: Edusp. 2006.

Furacões

Cientificamente, são chamados de ciclones. Comumente são chamados de furacões ou tufões. O fenômeno ocorre sobre os mares quentes dos trópicos, quando uma perturbação atmosférica adquire um centro com baixa pressão, provocando ventos em grande velocidade.

Dependendo da sua rapidez e capacidade de destruição, eles são divididos em uma escala de cinco categorias:
-Categoria 1: Ventos de 119 a 153 km/h, quase não há destruição, prédios e casas permanecem intactos, causa pequenas inundações.
-Categoria 2: 154 a 177 km/h, telhados, portas e janelas são danificados.
-Categoria 3: 178 a 209 km/k, derrubam-se árvores, abalam-se edifícios.
-Categoria 4: 210 a 249 km/h, poder de destruição 100 vezes maior que a categoria 1. São geradas ondas de até 5 metros acima do nível normal do mar, causando inundações graves.
-Categoria 5: ventos superiores a 250 km/h, alta possibilidade de mortes, árvores são arrancadas pela raiz e edifícios inteiros podem cair. Danos em um raio de 16 km do olho do furacão.


Tufão, Furacão ou Tornado? Todos são ciclones, mas a diferença entre eles é uma questão de localização: o ciclone formado no Oceano Atlântico é chamado de furacão, o que se forma no Oceano Pacífico é conhecido como tufão. Já os tornados surgem sobre os continentes, após o choque de uma massa de ar quente com outra de ar frio.


Fonte: Guia do Estudante. Geografia Vestibular. p. 53. Editora Abril. 2008

Pintar o telhado de branco ajuda?

Telhados pintados de branco diminuem o efeito das ilhas de calor, combatem os efeitos do excesso de CO2 e retardam o aquecimento global.

A maioria dos tetos planos das grandes cidades são escuros e refletem apenas 20% da luz solar. "Se em 20 anos todos os tetos forem pintados, teremos o efeito de retirar metade dos carros que rodam em todo o mundo a cada ano [...]. Isso possibilitaria um atraso nos efeitos do aquecimento global".

Isso vale também para os pavimentos das grandes cidades. Se o asfalto fosse mais claro a reflexão de luz seria maior, diminuindo a absorção de luz e a temperatura. A mesma coisa vale para a pintura das paredes externas das casas. 

É a mesma coisa que uma pessoa sair no sol com uma camisa preta, ela vai se sentir mais desconfortável. O contrário, saindo com uma camisa branca ou mais clara, a sua sensação térmica será melhor.


Veja um vídeo de uma organização não-governamental a favor da medida. Governos deveriam apoiar a medida e subsidiar o preço de tintas para pessoas que queiram ajudar a diminuir o aquecimento global.



Fonte: Portal One Degree Lees. Disponível em: http://www.onedegreeless.org/pt/index.php?pagina=EstudoCientifico-o. Acesso em 30 nov. 2010.

Nosso Jeito de Dirigir!

Walt Disney previu como o trânsito ficaria nas grandes cidades deste século? O vídeo abaixo, datado da década de 1950, foi uma crítica à maneira "civilizada" que os motoristas de automóveis se tratavam já naquela época.

Estamos no século XXI corroborando as ideias do autor. Será que é possível construir uma relação no trânsito diferente?

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